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PSD e Republicanos confirmam apoio à PEC da Transição

A bancada do bloco se reuniu com o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento e autor da proposta

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Sergio Lima/AFP
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O bloco formado por PSD e Republicanos no Senado afirmou, nesta quarta-feira 30, ser favorável à PEC da Transição, solução para o governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viabilizar o cumprimento de uma das principais promessas de campanha: a manutenção do Auxílio Brasil de 600 reais, programa que voltará a se chamar Bolsa Família a partir de 2023.

O anúncio partiu do líder do PSD na Casa Alta, Nelsinho Trad (MS). A bancada do bloco se reuniu com o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento e autor da proposta de emenda à Constituição, que explicou os detalhes do texto.

“A partir do momento em que todo mundo compreendeu isso, o PSD decidiu, com o bloco formado com o Republicanos, os 13, que nós vamos apoiar a PEC da transição”, afirmou Trad, em nota.

Mais cedo, o PP, de Arthur Lira e Ciro Nogueira, afirmou concordar com a aprovação da PEC com duração de um ano e garantia de ampliação do Bolsa Família para 600 reais, além do aumento do salário mínimo. A sigla também disse aceitar a discussão do adicional de 150 reais por criança de até seis anos. O governo eleito de Lula deseja aprovar a PEC com uma licença extrateto de quatro anos para o programa.

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