CartaExpressa

Professores da UFMG encerram greve e voltarão às aulas no dia 10

Os docentes se manterão, contudo, em estado de greve e também aprovaram uma nova paralisação para o dia 14 de junho

Créditos: Divulgação
Apoie Siga-nos no

Professores da Universidade Federal de Minas Gerais decidiram colocar fim à greve docente nesta quarta-feira 5, que completou 5o dias.

A decisão foi tomada após assembleia, que votou pelo retorno das atividades na segunda-feira 10.

Segundo o sindicato dos professores da UFMG, os profissionais continuam a rejeitar a proposta de acordo do governo federal, e se mantêm em estado de greve, ou seja, os professores retomarão as atividades, mas continuarão mobilizados em torno das pautas do movimento grevista.

Também foi aprovada uma paralisação para o dia 14 de junho, data em que está prevista uma reunião da categoria com o Ministério da Educação (MEC) e com o Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). No dia, os professores da universidade somarão às atividades de mobilização em Brasília para pressionar o governo federal a atender as reivindicações dos professores e das professoras, e dos técnicos-administrativos em educação.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.