CartaExpressa

PF libera acesso a imagens de satélite em municípios afetados pelas chuvas no Rio Grande do Sul

A ideia da corporação é que as imagens em alta definição possam auxiliar órgãos públicos na resposta a desastres naturais

Imagem de Porto Alegre (RS) no programa de satélites da Nasa,o Operational Land Imager
Apoie Siga-nos no

A Polícia Federal (PF) começou a disponibilizar o acesso a imagens em alta resolução das regiões em estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul

A ideia da corporação é que as imagens possam auxiliar órgãos públicos na resposta a desastres naturais, a exemplo dos deslizamentos de terra e das inundações que tomaram o estado nas últimas semanas.

A ação, voltada para municípios do RS e órgãos estaduais, é gratuita. A iniciativa, segundo a PF, acontece através do programa Brasil Mais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Depois de uma breve trégua, as chuvas voltaram com força ao RS nos últimos dias. Segundo uma projeção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (RS), o lago Guaíba poderá bater um novo recorde de nível da água no início desta semana.

Em todo o estado, até o momento, 147 pessoas morreram por conta das enchentes.  Outras 127 estão desaparecidas, segundo a Defesa Civil. Ao todo, 447 cidades foram afetadas.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar