CartaExpressa

Lula convida governadores para reunião em 8 de janeiro: ‘Lembrar que se tentou dar um golpe’

O encontro ocorrerá um ano após os ataques bolsonaristas contra as sedes dos Três Poderes

Geraldo Alckmin, Tarcísio de Freitas e Lula em evento em Brasília, em 12 de dezembro de 2023. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Apoie Siga-nos no

O presidente Lula (PT) convidou governadores para uma reunião em 8 de janeiro de 2024, um ano após os ataques golpistas contra as sedes dos Três Poderes.

Até aqui, o Supremo Tribunal Federal condenou 30 envolvidos nos atos pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

“Estou convidando todos os governadores, porque dia 8 de janeiro vamos fazer um ato aqui em Brasília para lembrar o povo que tentou se dar um golpe dia 8 de Janeiro e que ele foi debelado pela democracia deste País”, disse Lula, nesta terça-feira 12, durante um evento no Palácio do Planalto.

A declaração foi concedida na cerimônia em que Lula apresentou um balanço do investimento federal nos estados, especialmente no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC. Um dos governadores presentes era Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.