CartaExpressa

Governo Lula autoriza o envio da Força Nacional ao Rio Grande do Sul

A tropa se juntará ao efetivo da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal já empregado na operação

Resgate de pessoas afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul, na Base Aérea de Santa Maria. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Apoie Siga-nos no

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou nesta sexta-feira 3 o envio de 100 agentes da Força Nacional ao Rio Grande do Sul para auxiliar as vítimas das enchentes no estado.

A pasta também despachará à região 25 caminhonetes, dois ônibus, um caminhão e três botes de resgate. Lewandowski conversou no início da tarde com o governador Eduardo Leite (PSDB).

A tropa da Força Nacional se juntará ao efetivo da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal já empregado na operação.

Segundo o governo, há 36 policiais federais e 75 policiais rodoviários federais envolvidos diretamente nos trabalhos. Três embarcações da Superintendência da PF no Rio Grande do Sul também foram mobilizadas, além de três aeronaves e 20 viaturas da PRF.

O boletim mais recente da Defesa Civil gaúcha registra 37 mortos e 74 desaparecidos em decorrência dos temporais.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar