CartaExpressa

Governo deve lançar amanhã programa para agilizar bloqueio de celular roubado

A plataforma permitirá ao usuário pedir o bloqueio, simultaneamente, à Anatel, aos bancos e às gestoras de aplicativos

Foto: Carl de Souza/AFP
Apoie Siga-nos no

O Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, anunciou que o governo federal vai lançar um mecanismo para que as pessoas que tenham celulares roubados possam bloquear os aplicativos simultaneamente.

Em publicação feita no último sábado 16, Cappelli afirmou que o lançamento do mecanismo será feito amanhã.

“Vamos lançar na próxima terça-feira uma iniciativa que transformará os celulares roubados num pedaço de metal inútil. Com apenas um clique, a vítima enviará um aviso simultaneamente à ANATEL [Agência Nacional de Telecomunicações], para os bancos, para as operadoras de telefonia e para os demais aplicativos”, disse Cappelli.

A ideia é que a plataforma agilize o bloqueio de celulares furtados e roubados. O programa, que deverá se chamar “Celular Seguro”, será oferecido em versões web ou como aplicativo. 

A pessoa roubada poderá cadastrar o número de alguém de confiança para comunicar a perda e acionar os bloqueios simultâneos.

O acionamento do bloqueio, porém, não vai eliminar a necessidade de se prestar Boletim de Ocorrência (BO) após os casos de furto ou roubo. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, quase um milhão de celulares foram furtados ou roubados no país, em 2022.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar