CartaExpressa

Após 4 anos paralisado, Fundo Amazônia alcança recorde de doações em 2023

A maioria dos recursos obtidos vem da parceria com o Reino Unido

As ministras do Meio Ambiente, Marina Silva, e Povos Indígenas, Sônia Guajajara falam do Comitê Orientador do Fundo Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

Após quatro paralisado durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), o Fundo Amazônia alcançou um recorde de 726 milhões de reais em doações em 2023, com o objetivo de financiar ações contra o desmatamento.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente nesta quinta-feira 1º.

A maioria dos recursos recebidos vem da parceria com o Reino Unido. Ao todo, os contratos assinados para a iniciativa são: 

Criado em 2008, o Fundo já apoiou 107 projetos beneficiando aproximadamente 241 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis, além de 101 terras indígenas na Amazônia e 196 unidades de conservação ambiental. 

Ainda são esperados outros 679 milhões de reais a partir de doações de União Europeia (107 milhões), Noruega (245 milhões) e Dinamarca (107 milhões), além de novos aportes de Estados Unidos (2,4 milhões) e Reino Unido (218 milhões). 

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Um minuto, por favor…

O bolsonarismo perdeu a batalha das urnas, mas não está morto.

Diante de um país tão dividido e arrasado, é preciso centrar esforços em uma reconstrução.

Seu apoio, leitor, será ainda mais fundamental.

Se você valoriza o bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando por um novo Brasil.

Assine a edição semanal da revista;

Ou contribua, com o quanto puder.