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Amor à democracia, sem volta ao passado, diz Barroso no 7 de Setembro

Um dos principais alvos de Jair Bolsonaro, o presidente do TSE afirmou que desde 1988 prevalece ‘a vontade do povo’

Luís Roberto Barroso e Jair Bolsonaro. Fotos: Roberto Jayme/TSE e AFP
Luís Roberto Barroso e Jair Bolsonaro. Fotos: Roberto Jayme/TSE e AFP

Um dos alvos preferenciais de Jair Bolsonaro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, usou as redes sociais para se manifestar sobre o 7 de Setembro.

“Brasil, uma paixão. Brancos, negros e indígenas. Civis e militares. Liberais, conservadores e progressistas. Desde 88, a vontade do povo: Collor, FHC, Lula, Dilma e Bolsonaro. Eleições livres, limpas e seguras. O amor ao Brasil e à democracia nos une. Sem volta ao passado”, escreveu o magistrado.

Nesta manhã, Bolsonaro voltou a incentivar a ofensiva contra ministros do STF, em especial a Barroso e Alexandre de Moraes.

Em conversa com apoiadores antes da cerimônia do Dia da Independência em Brasília, o chefe do Executivo nacional afirmou, sem citar os magistrados, que o Brasil “não pode continuar refém de uma ou duas pessoas”.

“Não interessa onde elas estejam. Esta uma ou duas pessoas (sic) ou entram nos eixos, ou serão simplesmente ignoradas da vida pública. Este é o meu trabalho. Vou continuar jogando dentro das quatro linhas, mas a partir de agora não admito que outras pessoas, uma ou duas, joguem fora das quatro linhas. A regra do jogo é uma só: respeito à nossa Constituição”, disse Bolsonaro, em vídeo transmitido por seus perfis nas redes sociais.

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