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YouTube lança programa piloto de canais de vídeos online pagos

por AFP — publicado 10/05/2013 15h13
Usuários poderão assinar programação que inclui desde conteúdo para crianças a esportes
Eric Piermont/AFP
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YouTube deve investir em canais pagos para vídeos online

NOVA YORK (AFP) - O YouTube, site de vídeos de propriedade do Google, o gigante na internet, lançou na quinta-feira 9 um programa piloto de canais pagos para seu serviço de vídeo online. A iniciativa permitirá gerar renda aos criadores de conteúdo, anunciou o site em seu blog oficial. "A partir de hoje, colocamos em marcha um programa piloto para um pequeno grupo de sócios que ofereceram canais de pagamento no YouTube com tarifa de assinatura a partir de 0,99 dólar por mês", anunciou.

O post no blog destacou que cada canal oferece uma versão de teste gratuita de 14 dias e muitos dão descontos a assinaturas anuais. "Isto é só o começo. Vamos lançar mais canais pagos nas próximas semanas", informou o YouTube no blog.

O Google comprou o YouTube em 2006 por 1,650 bilhão de dólares. Estima-se que o serviço gere uma pequena renda de publicidade, mas o conteúdo até agora tem sido gratuito.

O YouTube tem adicionado progressivamente conteúdos profissionais, como programas de TVs e filmes, à sua oferta de vídeos amadores, na tentativa de captar anunciantes. Os novos canais pagos incluem o Acorn TV, que disponibiliza programas de TV britânicos ao custo de 4,99 dólares por mês, o National Geographic Kids, com mensalidade de 2,99 dólares ou anuidade de 30 dólares, e o PrimeZone Sports, a 2,99 dólares por mês.

No começo deste ano, o Google informou que mais de um bilhão de pessoas usam o YouTube mensalmente, indicando que a possibilidade de acessar o site de smartphones ajuda a impulsionar o crescimento. "Se o YouTube fosse um país, seríamos o terceiro maior do mundo depois de China e Índia", relatou o YouTube em março.

O site confirmou no começo deste ano que sua evolução para uma plataforma de vídeos na internet poderia incluir assinaturas de conteúdos que seus criadores acreditam que as pessoas pagariam para ver.

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