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Crime ambiental

A última da Chevron

por Redação Carta Capital — publicado 02/12/2011 10h35, última modificação 02/12/2011 10h39
A empresa é alvo de outro processo da ANP. Desta vez, por produzir grandes quantidadesde gás sulfídrico, altamente tóxico, na plataforma de Frade
chevron vazamento afp

Em novembro, vazamento na Bacia de Campos jogou 2,4 mil barris de petróleo no mar. Foto: AFP

Depois de manchar a Bacia de Campos com quase 2,4 mil barris de petróleo vazados do campo de Frade desde a quarta 9 de novembro, ter oferecido versões divergentes aos órgãos de fiscalização e não ter conseguido controlar o incidente com a devida cautela e pressa, a Chevron voltou à mira da Agência Nacional do Petróleo (ANP) por outra possível trapaça. O órgão abriu um terceiro processo administrativo contra a empresa, após constatar que a plataforma de Frade produzia gás sulfídrico, o que não era de conhecimento da autarquia.

 O gás, que vem juntamente com o óleo, é altamente tóxico. “Isso é um veneno para o trabalhador”, disse Magda Chombriard, diretora da ANP. A agência aguarda a defesa da empresa antes de aplicar a multa por falta de preparo no caso. Ainda que o presidente da Chevron tenha se desculpado pelo primeiro incidente, a imagem da empresa no País só faz se complicar ainda mais.