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MPF pede informações sobre vazamento de cloro na Braskem

por Redação Carta Capital — publicado 24/05/2011 16h13, última modificação 24/05/2011 16h19
Órgão quer saber os motivos que causaram dois incidentes na unidade de Maceió da maior indústria petroquímica das Américas, que mantém cinco pessoas internadas

O Ministério Público Federal apura dois acidentes na unidade da Braskem, maior indústria petroquímica das Américas e produtora de itens de plástico, em Maceió, Alagoas.

Segundo nota oficial da empresa, na noite de sábado ocorreu um vazamento de cloro na Unidade Industrial de Cloro Soda, controlado pouco depois. Na madrugada de segunda-feira 23, uma tubulação rompeu no mesmo setor durante uma vistoria para identificar as causas do primeiro incidente, atingindo cinco funcionários. Porém, as atividades da fábrica estavam paralisadas e não houve mais liberação de substâncias químicas.

Após a primeira ocorrência, cerca de 130 moradores das proximidades da fábrica foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros e SAMU, sendo encaminhadas para o Hospital Geral do Estado. De acordo com a empresa, 12 pessoas que precisaram de cuidados específicos já foram liberadas pelos médicos, mas um funcionário da Brasken continua internado. No outro caso, quatro envolvidos continuam em observação.

O MPF deu um prazo de cinco dias para a direção da companhia esclarecer os motivos dos acidentes, apresentar uma avaliação do risco para a população, as medidas a serem tomadas em relação aos atingidos e o risco de novas ocorrências. A empresa informou que está apurando as causas e que não há riscos para a população, pois a unidade está paralisada.

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