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Reconstrução, de novo

por Redação Carta Capital — publicado 28/02/2012 16h34, última modificação 06/06/2015 18h26
Porta de entrada para haitianos que chegam ao país, Brasileia, no Acre, foi completamente destruída nas enchentes que atingiram o estado
brasileia

Em Brasileia, cenário de destruição depois da enchente do Rio Acre. Foto: Agência de Notícias do Acre

O município acreano de Brasileia, ao lado de Tabatinga no Amazonas, é uma principais portas de entrada dos imigrantes haitianos que, desde o terremoto que assolou o país em 2010, vêm ao Brasil para reconstruir a vida. Ao todo, 1200 haitianos moram na cidade. As já difíceis condições dessa população, relatadas em l, correm o risco de piorar com a tragédia que se abateu sobre Brasileia.

No dia 20 de fevereiro, 95% do município foi atingido pela enchente no rio Acre, causada pelas chuvas na região. Segundo o governador Tião Viana, Brasileia se transformou em uma terra arrasada e vive uma situação de calamidade pública. Moradores relatam terem perdido todos seus pertences. O governador garantiu, em visita a cidade, que auxiliará no trabalho de reconstrução das cidades.

Além de Brasileia, estão em estado de emergência os municípios de Assis Brasil, Xapuri, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa, Manoel Urbano, Sena Madureira e Epitaciolândia.
Cerca de 117 mil pessoas já foram atingidas, em todo o estado, pela enchente do rio.  Há mais de 100 mil desalojados e 12 mil desabrigados

Veja abaixo as imagens:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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