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Mulheres no front, confissões

por The Observer — publicado 27/08/2010 01h12, última modificação 27/08/2010 13h17
Soldadas israelenses relatam os traumas da ocupação na Faixa de Gaza
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A Força da Defesa Israelense se define como o "exército mais moral do mundo". Não é o que contam as ex-militares

Soldadas israelenses relatam os traumas da ocupação na Faixa de Gaza

Era apenas uma palavra rabiscada no muro da Universidade Hebraica de Jerusalém, mas provocou algo lá no fundo de Inbar Michelzon, dois anos depois de ela terminar o serviço militar obrigatório na Força de Defesa Israelense (FDI).

A palavra era “ocupação”. “Realmente senti como se alguém estivesse dizendo uma coisa proibida. Foi realmente chocante para mim. O grafite dizia ‘Fim à ocupação’, e eu pensei: ‘Bem, agora posso falar sobre o que vi’.”

Michelzon tornou-se uma de um punhado de ex-militares femininas israelenses que falaram sobre suas experiências no exército, uma decisão que provocou acusações de traição e deslealdade. É impossível saber quão representativos são seus depoimentos, mas eles oferecem uma imagem alternativa do “exército mais moral do mundo”, como a FDI descreve a si mesma.

*Confira este conteúdo na íntegra da edição 611, já nas bancas.

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