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Festa e eleições

por Editor CartaCapital — publicado 21/10/2010 09h03, última modificação 22/10/2010 13h12
Na 13ª edição do prêmio de CartaCapital, falou-se muito do segundo turno da disputa presidencial
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Lula e Mino Carta circundados pela turma da Natura: Passos, Seabra e Carlucci

Na 13ª edição do prêmio de CartaCapital, falou-se muito do segundo turno da disputa presidencial

O segundo turno das eleições presidenciais, como poderia se imaginar, permeou a entrega do prêmio As Empresas Mais Admiradas no Brasil 2010, realizada em São Paulo na segunda-feira 18. O evento, em sua 13ª edição, reconhece as organizações e líderes que despertam sentimentos como respeito e consideração entre seus pares. Diante de um público de cerca de 900 empresários, executivos e políticos, Luiz Inácio Lula da Silva participou pela última vez como presidente da festa promovida por CartaCapital.

Lula mostrou-se à vontade no habitual discurso de improviso – com direito a diálogos com as autoridades e executivos presentes e piadas sobre seu  destino após deixar o cargo –, mas não escondeu a indignação de quem vê, no calor do segundo turno, a baixaria e a boataria substituírem o debate sobre as conquistas econômicas dos últimos oito anos.

“Eu duvido que tenha um empresário neste País que ganhou menos dinheiro no meu governo do que no dos outros, que pareciam ser amigos dos empresários”, afirmou o presidente. Na sequência, lembrou que os sindicatos também conseguiram vitórias sem precedentes durante sua administração e concluiu que a escolha do empresário José Alencar como vice-presidente estabeleceu “uma harmonia entre capital e trabalho”. “A Nestlé está vendendo mais leite para os mais pobres, o Itaú está abrindo contas correntes para os mais pobres, o Extra e o Pão de Açúcar estão vendendo mais.”

*Confira este conteúdo na íntegra da edição 619, já nas bancas.

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