Plínio de Arruda Sampaio contesta a ação policial no Rio: é a “criminalização da pobreza”. E propõe alternativas.
O melhor jeito de não terminar com a criminalidade nos morros do Rio de Janeiro é realizar uma operação militar com mais de mil policiais para prender e matar traficantes numa favela.
Será possível que as autoridades ainda não tenham entendido que a invasão das favelas só cria mais ódio e só serve para matar inocentes? Claro que entendem muito bem. Nós é que não entendemos a real intenção delas, pois, na verdade, o objetivo dessas incursões militares não é prender traficantes, mas amedrontar as populações pobres que aí vivem.
Trata-se da criminalização da pobreza. É preciso aterrorizar os pobres para que não tenham a menor veleidade de reclamar contra seu lastimável estado.
Agora a violência ficou ainda pior: a Polícia criou uma tropa de ocupação – as UPPs.
Quem assistiu ao filme “Tropa de Elite 2” não tem a menor dúvida de que a maior causa da violência urbana é, na verdade, a corrupção policial. Parece incrível que, após a denúncia do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), o governo tenha coragem de montar uma operação bélica que, segundo os dados fornecidos pelas próprias autoridades, já matou 32 pessoas. Bandidos? Qui lo sa? Se forem bandidos, pode?
Na campanha eleitoral, propus uma forma razoável. Primeira medida, realizar uma reforma agrária, a fim de despressurizar o ambiente. Simultaneamente, legalizar o uso da maconha (não se trata de liberação geral, mas de controle da atividade pela Justiça, pelo Estado e não pelo tráfico); educar os policiais (corrompidos pela ditadura militar); e estabelecer conselhos de segurança dos bairros, colocando-os como supervisores de policiamento civilizado. Em vez de camburões e tanques da Marinha, policiais a pé, percorrendo os morros permanentemente, e dotar os conselhos de atribuições que incluam a avaliação dos policiais para efeito de promoção.
Uma vez estabelecido esse sistema, colocar a Polícia com todo rigor em cima dos traficantes de drogas químicas, que causam dependência e são produzidas por altos capitalistas, pois a atividade serve para lavar dinheiros escusos.
Fora daí estamos girando em falso. A violência apenas chama violência dobrada. Nessa espiral, os que sofrem são os trabalhadores, transformados em alvos das balas perdidas.
Consideramdo-se que a criminalização dos sem-rumo no Brasil começou-se desde os tempos imperiais, os nosso atuais “benfeitores” politicos não poderiam fazer o melhor, pois, pertencem às Capitanias Hereditárias” que continuam a solapar as bases do nosso (?) pais, há mais de 500 anos. Esses Capitães do Mato jamais nos deixarão em paz, pois estão incrustados em todo território nacional, não em forma de minério, mas, em forma de ervas – daninhas.
RF
Hoje, abril de 2011 o Rio continua nas mãos dos traficantes.
Ou alguém ainda duvida que o objetivo do governo carioca seja limpar o quintal para a copa e as olimpíadas?
Tirando a legalização da maconha, o plano do Plínio é o que existe de mais agressivo e ousado no combate ao crime organizado nas favelas.
Parabens pelo comentario,
sou moradora da vila cruzeiro e estou de pleno acordo, uma incursao policial vai muito alem do que aparece na midia. Na fuga aqui na vila cruzeiro foram mortos uns trinta bandidos no meio daquele moto, a policia nao deixou tirá los, alguns foram comidos por porcos e urubus. Penso nas familias, pois nenhuma mãe cria um filho para o crime, se combate crime com educação e respeito por parte d policia e do estado. Sabe como vemos tudo isso….. MARKETING… PRQUE? OLIMPIADAS… COPA DO MUNDO.
OU SEJA MUDAR A VISÃO DO BRASIL LA FORA.
Não é porque a fala articulada por Plínio não repercute no senso comum disseminado pelos mass media e assimilado passiva ou ativamente pela maioria da população e porque, com seu rock dos anos 60 e 70, essa fala frustra a expectativa das elucubrações pequeno burguesas ritmadas pelo sertanejo universitário que ela precisa ser silenciada ou que ela seja somente sinal de senilidade. Esse imperativo para que Plínio se cale e esse diagnóstico de que se trata de um “velho gaga” coincidem com a violência, pois, a violência não é um sinal de poder, ao contrário, é um sinal de fraqueza. A força instaura-se na impotência. Seduzida pela lógica do consumo para firmar seu prestígio a partir do poder aquisitivo, boa parte da população não tem acessos suficientes para atuar de acordo com as regras do jogo e apelam para habitações irregulares, para o trabalho informal simultâneo ao formal, para a pirataria e, finalmente, alguns apelam para o tráfico, para a formação de milícias, etc. A repressão operada pelo Estado diz mais da sua impotência diante da população marginalizada do que da possibilidade de, sob a lógica hegemônica do capitalismo, garantir a dignidade humana para essa maioria do povo brasileiro. O tom autoritário desse “cale-se” e jocoso (ofensivo) desse “velho gaga” refletem a impotência argumentativa daqueles que os publicam. Tudo bem que se assista o Datena e que se Veja (e não se leia) revistas, mas que se vá, também, às fontes mais complexas ( como neste link, por exemplo: http://www.nepp-dh.ufrj.br/relatorio_milicia.pdf) e que se articule opiniões autônomas e mais profundas… para não se fiar de máximas como: “leva o traficante pra sua casa” – sem saber que esse é justamente um dos vícios da democracia burguesa no Brasil: a familiaridade, o laço clientelístico (para usar um pouco do jargão do pensamento liberal brasileiro).
Sr. Plínio Arruda, gosto de todas as propostas que o senhor colocou, mas como medida emergencial o senhor não propôs nada, reforma agrária, legalização da maconha (tenho dúvidas, não seria mais correto legalização das drogas?), reforma urbana, etc, demanda tempo, eu gostaria de saber o que o senhor faria se fosse governador do Rio de Janeiro (não presidente do Brasil) já que a autoridade competente para o caso em questão é o governador do estado e não o presidente da república, sejamos honestos, diante de uma situação emergencial a reação da secretaria de segurança do estado do Rio de Janeiro com o apoio do governador agiu muito bem, aliás não tinha outra opção, quanto às UPPs que o senhor tanto gosta de criticar é uma forma de evitar a reinvasão das comunidades por traficantes e levar um mínimo de civilização aos moradores, solidarizo-me com o senhor na sua revolta por ter sido preterido no atual governo, acho que um homem com o passado de luta partidária como o senhor e o Dr. Hélio Bicudo mereciam mais respeito do partido, mas me entristece vê-lo destilando ódio somente sem sequer pensar em preservar sua reputação.
Se o Plínio fosse o governador, seria obrigado a agir da mesma maneira, até que conseguisse implantar seu louvável projeto. Ou deixaria que incendiassem todo o Rio de Janeiro?
É a segunda vez que discordo desse grande nome de nossa história de resistencia. A primeira foi quando colocou Serra e Dilma no mesmo saco, confundindo os eleitores. Está se transformando numa metralhadora giratória; uma pena!
É simples assim: Façam uma pesquisa nas comunidades onde foram implantadas UPPs para saber a opinião dos moradores. Se houver uma grande maioria a favor, elimina-se a velha pretensão pequeno-burguesa de pretender ser vanguarda da classe oprimida, dizendo o que é melhor para ela.
Camisa de força seria o destino dele e de alguns pouquissimos que com ele se identificam.
[...] 9. Plínio Arruda Sampaio, em 26/11/2010: Caçada na favela da Vila Cruzeiro [...]
Quanta gente ignorante, corrompida e alienada… Parabéns Plínio!
A carta capital deveria escrever sobre o tráfico dentro dos condomínios de luxo do Rio e quem são os novos traficantes. E também tentar explicar a dificuldade em começar a limpar da corporação os bandidos que usam a farda de policial para ganhar dinheiro nas costa do bandido.
Meu deus!
“Agora a violência ficou ainda pior: a Polícia criou uma tropa de ocupação – as UPPs.”
Não tem reflexão alguma por traz desse comentário! Ele escreveu o que lhe pareceu ser mais impactante! Seria isso apenas uma provocação irônica? O problema não é a idade como disse um outro companheiro. É a origem!
Assino o comentário de Bruno Nigro.
E peço encarecidamente que o Plinio pare de escrever e de falar! Socialismo Burgues? Aí não dá!
Não é à toa que Plínio é formado em DIREITO, uma “ciência” que possui sua própria lógica, desprovida da razão!
Plínio Arruda, o sábio, disse: “Vamos acabar com todos os impostos!”
Depois, disse: “Já que eu não fui pro segundo turno, VOTEM NULO!”
Agora ele diz: “Mas que absurdo a polícia subir o morro só porque alguns poucos bandidos estavam tocando o terror em todo o estado!”
Então Plínio, a melhor solução para resolver os ataques a ônibus cheios de trabalhadores vagabundos e a queima de automóveis populares desses ricaços da classe média baixa era pedir “por favor” para que os traficantes parassem com tanta violência …
Tá com pena? Leva alguns traficantes para dormirem no seu quarto, junto com a sua mulher. Pobreza não é desculpa pra bandidagem. Com a capacidade e a desenvoltura que esses “soldados” do tráfico têm, mesmo sem instrução, eles poderiam ser bem sucedidos e “n” atividades econômicas. O problema é que a violência está no sangue, é passada de pai e mãe pra filho, como um defeito genético.
Além disso, é muito fácil ficar criticando e desvalorizando o trabalho dos outros.
O Plínio de Arruda tá certo, pessoal. nós temos q ver longe e ñ acreditar em tudo q os burgueses fala. a propria carta capital divulgou uma reportagem mostrando q o pessoal q mora no complexo do morro do alemão tem menos de 6 anos de estudo.isso ñ é causa de policia, mas sim de politicas públicas.
É incrível o como alguns leitores da Carta Capital (uma revista assumidamente de esquerda) se posicionam em relação à segurança pública: Exigindo uma política de violenta repressão. Isso é conversa de reacionário que não entende que é necessário o combate às desigualdades e à pobreza, além de fortes incentivos a educação, para que a questão da violência seja apaziguada.
O próprio Plínio não se coloca contra a repressão (desde que bem centralizada nos grupos necessários e longe da população) e eu também, infelizmente, vejo essa repressão como necessária. Mas precisamos discernir o que é genocídio da polícia e o que é enfrentamento apenas aos traficantes, o que eu temo é que essa reação policial torne-se apenas um extermínio de criminosos, que não pararão de surgir enquanto tivermos tantas crianças longe de educação, saúde e oportunidades.
Respeito muito algumas idéias e opiniões do Plínio, mais nesse caso…policial a pé nos morros? Sabemos que esta foi uma manobra política sem dúvida, mais apesar disso acredito que foi positiva. As leis do Brasil são brandas e a polícia têm as mãos atadas. No dia que falarmos que bandido bom é bandido morto na lei essa vergonha irá diminuir.
Parabéns Plínio pelo seu comentário. Não ligue para esse pessoal que discorda da sua opinião. Isso se deve a alienação e ignorância. Temos que dar um desconto.
Não esquenta Plínio, esse pessoal que discorda da sua opinião está conivente com a corrupção instalada no governo e na polícia, no mínimo devem fazer parte dessa gangue.
Cada vez que leio esses comentários de nossos camaradas, logo penso que o Brasil está perdido mesmo. Tantos são esses comentários criticando o Sr. Plinio, que parece a revista VEJA. Bom, uma coisa é certa, o povo está cego, se eles pensam que invasão de favejas resolve o problema da segurança? Ah, meu amigo então viveremos de guerras de tempos em tempos.
Está mera felicidade e sensação de alivio é apenas temporaria, logo apos a Copa do Mundo e as Olimpiadas, que são os maiores motivos dessas invasões, tudo voltará ao normal.
Acho que muita gente aqui não percebeu o verdadeiro problema. O problema não está no trafico ou nos morros, O problema está nas pessoas, está nos pensamentos, na omissão do poder publico em proporcionar o acesso educacional, trabalhista e hospitalar a todos.
Vou dar um exemplo, se uma criança nasce no morro, a mãe e o pai não tem condições de alimentar nem a si proprios e os filhos e ambos desempregados. O que você espera da criação desta criança, primeiro ela vai morar numa sociedade que a exclui, so por causa que ela vive na favela, segundo ela não vai para a escola, não aprende nada, por causa da educação publica falida deste país, o pai bate na mâe todos os dias e ele ve tiros da janela do quarto, ele fuma desde os cinco anos, entâo me diga que futuro é este? Este futuro é o futuro que você cultiva pelo seu proximo, por que você votou no candidato que não faz nada por eles. Quando falo em “fazer”, é dar educação, empregos, condições de vida e liberdade a todos em igualdade.
Se a criança aprende desde cedo que o seu amiguinho é igual a ele, e todos fazem parte de uma sociedade que zela pela solidariedade e igualdade, ela será um bom ser humano mesmo que viva no morro. Agora se ela for tratado com desprezo, ridicularizada, reprimida, amendontrada e sem esperanças, ela se apoia em que? No trafico, no roubo, no assassinato, na corrupção.
Em resumo, isso tudo poderia ter sido resolvido a muito tempo, sendo aplicadas reformas politicas, sociais e economicas que beneficiassem a sociedade num todo, quando falo em “todo” é igualar os niveis de oportunidades de escolhas possiveis e eficientes nas areas sociais, em resultado a sociedade fazerá o resto.
Muitos aqui tem uma visâo preconceituosa, pois muitos aqui pensam que o bandido deve ser morto pelos atos que cometeu, e isso eu dou razao também, que ele deve ser julgado e condenado, mas vocês não enxergam o problema por trás desses atos, perguntem-se por que esta pessoa cometeu tal ato, por que ela fez isso? e a resposta será a omissâo da educação, do pai ausente, da mãe morta pelo crack, pelo pai assassinado pela polícia, pelo abuso do pedofilo.
E se você ainda concorda com essa invasão, então meu amigo você é tão assassino quanto os policiais e traficantes que matam inocentes nos morros do Rio de Janeiro.
O Brasil pode mudar, mas o problema não está no Brasil ou no Mundo, está no consciente dentro de todos. nos.
Continue assim Plinio, pois enquanto existir uma pessoa explorando outra, então existirá alguem propagando a igualdade.
Retificação
Concordo com a opinião do Dr.Plinio Arruda Sampaio.
Esse terror policial que se misturaram as forças armada de um modo geral são apenas publicidades de momentos, para quem não entende ou se faz que não entende as verdadeiras causas da violencia no Brasil. As verdadeiras causas que pavimentam a violência e o tráfico no Brasil são: Educação precária, saúde precária, péssima remuneração plolicial, políticos corruptos e reforma agraria.
Concordo com a opinião do Dr.Plinio Arruda Sampaio.
Esse terror policial que se misturaram as forças armada de um modo geral são apenas publicidades de momentos, para quem não entende ou se faz que não entende as verdadeiras causas da violencia no Brasil. As verdadeiras causas que pavimentam a violência e o tráfico no Brasil são: Educação, saúde, remuneração digna aos ploliciais e reforma agrária serão os alicerces da paz no Brasil.
Impressionante como as pessoas não entendem o que acontece no RJ… Ou no mundo político de modo geral. Plínio pode não estar certo em tudo o que disse, mas pensar que ele está de todo errado é muita ingenuidade. Quando a Globo filmou tudo, sinceramente, torci para um banho de sangue. Entendo que violência gera violência, um abismo chama outro abismo e até concordo com isso, mas, na situação em que os bandidos se encontravam, a sociedade não ficaria assim tão triste… Muito embora, caso isso acontecesse, um zilhão de ativistas dos Direitos Humanos cairiam em cima da polícia. Contudo, se isso acontece, de que adiantaria? Em 2007, se não me engano, por conta dos jogos do Pan Americano, ação semelhante da polícia aconteceu lá no Alemão, não lembro quantos foram mortos, mas… O que mudou de lá pra cá? Logo, embora tenha defendido a execução sumária daquela galera que estava no topo do morro, entendo que seriam apenas mais algumas cabeças rolando e nada além disso. O problema do tráfico de drogas, de armas, continuaria existindo. Como continua existindo. A quem interessa combater isso?
Não posso concordar com o Dr.Plínio, pessoa que venho acompanhando a tempos. Sob a lógica do seu argumento encontramos um posicionamento dito democrático, porem fortemente sob a otíca neoliberal, contrariando a postura ideológica do articulista. Há muito tempo de não vemos o Estado assumindo o seu papel de combate ao “estado paralelo” fortemente assegurado pela classe média e pela estrutura viciada (em todos os sentidos) da polícia carioca. Acredito que o Dr.Plínio está acompanhando as falas do povo que vive na região do morro do alemão: Por fim a paz. Caro Dr.Plínio o narcotráfico é resultado da omissão do Estado neoliberal que sob o prisma da democracia esta levando a população pobre a conviver com a lei da seleção natural, só sobreviverão os mais aptos a viver com a violência na periferia. Não é este socialismo que acredito.
Por favor, Frederick. Você realmente postou um link para um bilhete de bandidos? Não posso acreditar que esteja falando sério. E só para constar, a ação policial tem completo apoio da população da própria Vila Cruzeiro. Vocês acham que bandido respeita a população? Vocêsm acham que eles respeitam alguma coisa. Façam então como no filme tropa de elite. Fundem uma ONG lá dentro, digam que os bandidos tem consciência social, até morrerem no “microondas”, assim como mataram Tim Lopes. Quero ver terem coragem para isso.
Esse ataque covarde contra a população pobre do Rio de Janeiro apenas demonstra que o regime Neoliberal é essencialmente Neonazista: não resolve seus problemas e assassina suas vítimas.
Não adianta olhar com sarcasmo a infelicidade “deles” porque nada impede que isso se repita nas demais cidades do Brasil. Nada impede que isso se repita não exclusivamente em favelas. Por que a classe média, por exemplo, estaria livre de uma opressão desse nível?
Mais uma vez nossa sociedade decadente promove crimes impunes e os celebra!
Barbaridade. Tal estupidez contribui, e muito, para um mundo cada vez mais hostil e doente.
Agradeço mais uma vez a sua disposição a denúncia Plínio. Afinal, viver é muito perigoso.
às vezes eu acho que o que de pior há entre os leitores da carta capital escolhe a coluna do plínio para se mostrar. a coisa no Rio está tão terrível para que se tenha chegado a níveis de idiotização que permitem não ver no traficante um ser humano?
não concordo com tudo que o sr. Plínio escreveu, mas não posso deixar de concordar que:
1- ações policiais pirotecnicas não vão resolvere a situação; a violencia no Rio não é exclusivamente vinda dos traficantes;
2- tratar o assunto como apenas uma questão de meter bala é fazer o que foi já diversas vezes feito e nada foi resolvido.
As favelas não podem ser território de traficantes, mas ocupá-las somente com policia não mudará nada, até por que, a polícia faz parte do problema.
Plinio, voce tem nome e tradição, mas infelizmente sua visão já não tem a mesma profundidade. Procure alvos mais fáceis, há tantas ameaças de fascismo e de retorno ao neoliberaismo desbragado, porque não tratar delas? A operação que voce ataca não era possivel evitar, ou se ia deixar continuarem os incendios de onibus e carros, e bairros inteiros ocupados. Voce é advogado e brilhante, sabe que o Estado não pode renunciar ao poder e nem ao monopolio da força. Se voce está em um baile,pode pedir à diretoria para mudar a orquestra, mas enquanto não muda, dance conforme a música, ou vai pisar nos pés dos outros ou cair no ridiculo. Sua colaboração ao Brasil poderia ser inestimavel, mas voce necessita corrigir a sua profundidade de tiro. Desculpe a familiaridade da prosa, mas é que lhe tenho sincero apreço.
Plino, você está ERRADO,pois temos que atacar o problema nas duas extremidades,o seja temos SIM que
distribuir renda hj,e investir mais em nossas crianças de hj para que não sejam bandidos amanha,mas temos tambem que resolver os problemas dos bandidos de hj,os quais a maioria não se recupera mais,pois são psicopatas que seriam do mal independentes do meio em que eles foram criados,portanto se a sociedade não usar uma força maior para contê-los,continuaremos a sonhar acordado esperando por uma solução que nunca virá,enquanto pessoas de bem fora das favelas continuarão morrendo em assaltos etc.e familias inteiras continuarão a ser destruidas pelas drogas,portanto mude de posicionamento, pois os leitores de CARTA CAPITAL sabem filtrar os comentarios e já perceberam a muito tempo que sua postura em todos os assuntos em geral,esta apenas visando fixar a todo custo uma imagem politica de oposição que não faz mais sentido algum,no BRASIL de hoje.
Plinio, sua fonte de informação é “tropa de elite 2″ kkkk. Sabemos que o trafego de drogas, a criminalidade, a brutalidade criminosa, a corrupção policial co-existem em todos os paises, em todas as classes, em todos os regimes.Mas, aqui está se flando de um tipo de organização, com um modus operantis que fazia de um bairro pobre seu esconderigio sem , se quer, proteger seus escudos humanos. E que os mantinha sob ameaça constante.E que ao negociar seus interesses queria demonstrar dominio de toda a socidade.
Entendo plenamente que muitos nao concordem com tudo ou com parte do que o Plínio disse, mas ainda assim acho desnecessário falar coisas como ”por que no te callas” ou ”velho gagá. Sejamos democráticos e exponhamos nossa opinião sem desrespeitar a dos outros.
Espetáculos da mídia á parte, no plano do Sr. Plínio ele quer que o estado avise gentilmente para os traficantes de bermuda ou paletó, que é hora de parar com o tráfico e com o terrorismo urbano, porque em breve teremos reforma agrária e legalização das drogas. Aí a turma vai poder plantar maconha ou abrir uma farmácia em cada esquina para vender droga legalmente. O Sr. Plínio sempre tem um plano infalível. Todo mundo sabe que o problema do tráfico de drogas é complexo, com variantes sociais, jurídicas e de políticas públicas, porém é o dinheiro que está por tráz, muito dinheiro. Se a solução fosse fácil, o mundo todo já teria adotado. Porém o Estado não pode ficar catatônico, assistindo o Tropa de Elite para entender o problema do tráfico, deixando a população de um estado refém dos humores dos traficantes.
Gente, Cabral é PMDB, é a direita, é a guerra. Ele não vai acabar com o crime porque ele é o crime, ou pelo menos o braço elegante que sustenta a perpetuação do crime. A direita odeia pobre e troca 1 voto por cem cadáveres.
Plínio, acho suas idéias brilhantes, é uma pena que nossos governantes ( que são reflexo da sociedade ) não abram os olhos ( assim como a própria sociedade ) para ter um pensamento de Paz. Lembrando que a desigualdade social e a carência de uma boa educação na sociedade , digo educação em amplo sentido, incluindo valores morais não somente em instituições mas em famílias, são o alicerce para este mundo caótico.
Existem esquerdas e esquerdas.
A esquerda que luta, progride e a esquerda do “esquerdismo”, cheia de teorias e nenhuma ação, que só serve para atrapalhar e estigmatizar.
Por mais que seu passado tenha sido respeitoso, o Plínio parece ser aquele sujeito burguês que após o “dever cumprido” de fazer um belo discurso, mas vazio de conteúdo prático, volta para seu apartamentinho de 400 metros quadrados, onde saboreará um bom charuto “gran corona” cubano, acompanhado de rum, e lendo um bom livro para continuar a sonhar.
Embora não seja fácil, vou fazer um esforço para tratar seriamente as idéias do Plínio Arruda. Em primeiro lugar, e não se trata de qualquer acusação, acho, leviana, o Sr. Plínio, como seu partido, alimenta ideias muito nobres a respeito do povo. Mas de que povo? O “povo” a que Plínio sempre se refere e que constitui, me parece, o fundamento para tudo o que afirma, só existe na sua cabeça, como ideia. Saída, como Minerva saíu da cabeça de Júpiter, ela repele o mundo real, esse nosso mundo de suor, sangue e lágrimas. O “povo” do Sr. Plínio me parece muito mais um aglomerado de bons-selvagens, os de Rousseau. Que tal o Sr. Plínio dar uma olhada no que Voltaire escreveu sobre essa criatura de Rousseau? Não estou fazendo ironia. Acho, mesmo, que o Sr. Plínio e seu partido talvez descobrissem que, neste aspecto, o marxismo de Marx anda muito mais próximo de Voltaire do que de Rousseau. O povo atualmente existente, este que nasceu com a sociedade burguesa, não poderia ter outra natureza senão a que corresponde a essa sociedade. O que é novo é que esta sociedade está mal das pernas. Os caminhos que se abrem para uma transformação profunda não passam por uma idealização do que quer que seja, incluindo aí o povo.
O Plínio está sempre certo. Mas o povo, que segundo ele está sempre certo, não votou nele. E aí, seu Plínio?
Professor Plínio, com todo respeito, as eleições já terminaram e o Sr. continua preso às suas generalidades como se elas pudessem atender situações emergenciais como essa que esta acontecendo no Rio. O tráfico e suas mazelas estão aí diante dos nossos olhos. Foi necessário uma demonstração de força para restaurar a ordem social. Mas, virtualmente, tudo que vem do atual governo e do PT na sua opinião é errado. Francamente!
Quer me parecer que o novo e retrógrado PSOL com sua retórica sorbonnística e omissa,representada pelos Frouxos,quero dizer Freixos,Plínios,Covardes,quero dizer Valentes,Chicos e outros já encheu com essa oposição sistemática a tudo e a todos.A realidade é que medidas como as tomadas pelo governo do Rio são necessárias para que se possa combater o crime organizado.É verdade que falta muito por ser feito,mas é inaceitável que os moradores dignos das favelas vivam sob o jugo de traficantes que comandam tudo de forma ditatorial.E o fato é que não podemos sem complacentes com ditadores,como já fomos por 21 anos nesse país.Acho que as medidas tomadas são o início de algo que era necessário ser feito.Todo começo é difícl mesmo.Se nosso presidente tivesse ligado para as criticas ressentidas e desconstrutivas da grande imprensa e do PSOL,não teria distribuído renda para as camadas mais pobres da população.
O Plinio durante a campanha fez o papel de bobo da corte ou animador de auditório. Agora escrave um monte de bobagens. O Plinio que vá perguntar aos moradores dos comunidades onde já chegaram as UPPs, aí ele vai ficar sabendo a opinião deles.
Sr. Plínio:
Está explicada sua baixa votação para presidente. Concordo que é péssimo para a esquerda, a sua manifestação. É evidente que o tráfico existe porque tem apoio de gente de “alto coturno”. Agora, não fazer nada seria pior. Ou o companheiro não percebeu a escalada de violência e demonstração de poder que os traficantes vinham fazendo? Acho que se perdeu a oportunidade de dar um golpe no tráfico quando as forças especiais deram um imenso vacilo em ficar ameaçando intervir e só o fazendo mais de vinte e quatro horas depois! Aí os bandidos já tinham fugido!! Há alguma coisa estranha nisso!!!
Realmente Plínio de Arruda consegue colocar aquilo que todos vem mas poucos observam.
É fato! UPP’s servem para mostrar a está sociedade pobre,que não sai do seu lugar,pois o sistema não quer a integração da “ralé” em nível mais digno.É como se a sociedade “estamental”voltasse a tona.
Um exemplo é a discrepância do salário mínimo.
*Infelizmente tenho que ler comentários ridículos não enxergam aquilo que o sistema o ceifa,mas como dizem “sempre haverá quem comanda e quem é comandando”
Parabéns pela bela análise Plínio,o senhor tem uma visão apurada sobre o que nos rodeai,o grande diferencial entre você e outros, é a sua coragem de se expor o pensa e como pensa!
Custo a crer que as pessoas que frequentaram as melhores universidades tenham pensamento semelhante…
Agora entendo porque muitos jovens votaram neste candidato a Presidência.Agradeço a Deus que ele não tenha sequer ido ao segundo turno das eleições presidenciais, e que não tenha apoiado a nenhum dos dois candidatos.
Lamento muito que jovens pouco informados apreciem as palavras do cidadão Plínio de Arruda Sampaio que, a meu ver, deveria estar desfrutando de sua aposentadoria com sua família. Prestaria, assim, melhor serviço à Nação.
Tem que cuidar com os que estão nascendo. Saúde, educação, segurança …
Para os bandidos de hoje, porrete.
O Sr Plínio, a quem muito admiro, deveria ter aguardado o fim da ocupação antes de cometer tal texto. A invasão quase não apresentou baixas seja entre os traficantes, policiais ou moradores. Recuperou um território imenso que há décadas se encontrava sob um poder paralelo cruel. Apreendeu muitas armas de todo tipo e mais de QUARENTA toneldas de drogas! Traficantes sem território, armas ou drogas! A ionvasão gerou ódio? Os policiais e militares estão sendo saudados pela população recém-libertada!
O fato gerador dessa situação hedionda de segurança pública em nosso país não se explica só pelo abismo social. Passa seguramente pela frouxidão na legislação, que encara o criminoso com vítima do sistema, e não os prende para punir pelo que já fizeram, mas sim na esperança de recuperá-los para que não voltem a cometer crimes! Penas de 80 anos se resumem a 5 ou 6 de reclusão, com progressão para semi-aberto, que se transforma em liberdade plena e volta imediata ao crime. Parabéns ao senhor Beltrame! Pela primeira vez em décadas o crime no RIO está sendo encarado e enfrentado como se deve! Espero que este modelo de combate e retomada, ainda que tardia, de territórios pelo poder público frutifique e se alastre por todo Brasil!
“Tudo vale à pena se a alma não é pequena”. Bem, tudo que for feito merecerá crítica do Sr Plínio.
Tive a oportunidade de escutá-lo num seminário também com a presença do Sr Paul Singer. Ambos, da mesma geração e talvez do mesmo quilate intelectual. Qual a diferença de ambos? Enquanto um “trabalha” ativamente num governo que tem mais de 80% de aprovação o outro fica de fora, apenas criticando. A crítica até é necessária. Mas somente crítica? E qual a relação disso com a invasão do Alemão?
Bem, gostaria de ver o Sr Plínio mexendo na ferida real. Vamos levantar neste país uma campanha contra a corrupção dos políticos. Principalemte dos prefeitos. Uma estratégia perfeita pra colocar na cadeia aquele que roubasse usando esta estratégia ridícula dos “aditivos”. Depois chegaríamos ao Legislativo, Judiciário, e finalmente às “coisas” que facilitam a lavagem de dinheiro, como por exemplo, as Igrejas.
Pra terminar, sugiro que aqueles que acreditam que estas pessoas que são presas como “chefes” do tráfico de drogas, sejam mesmo “chefes”, acreditem tambem em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Lobo Mal…
Quão luminosa é a proposta do Sr. Plínio Sampaio de colocar policiais “a pé” para reprimir o crime nos morros cariocas. Só não explicou se esses policiais ficariam estáticos, um a cada 50 metros, ou se teriam que circular pelas comunidades, subindo e descendo morros. Ao final de duas horas, com certeza, estariam totalmente exauridos de suas forças, a ponto de não mais reunirem capacidade física para, sequer, sustentarem suas armas.
Basta isso para que se tenha uma idéia de quanto esse senhor raciocina antes de expor seus pontos de vista.
Todos sabemos que os que comandam o crime e mais lucram com ele estão alojados em bairros elegantes das cidades, mas o braço operacional das organizações criminosas encontra-se abrigado nas comunidades mais pobres, infelizmente. Essa é a parte visível do crime e, como tal, deve ser reprimida diretamente. A outra, a invisível, deve ser objeto dos serviços de inteligência, com o fim de identificar os mandantes e coletar provas cabais contra eles, de forma a levá-los às barras dos tribunais sem chances de defesa.
O problema esbarra muitas vezes na própria justiça, quando os bandidos de estirpe e endinheirados conseguem facilmente um “habeas corpus”.
O Plinio vive num mundo ilusório que não existe na realidade. A vida neste lado é muito diferente. As pessoas não são assim como ele gostaria que fossem. Essa bondade e sociedade perfeita ele só vai encontrar do outro lado da vida. Aqui a coisa é diferente. Como a China faz para manter quase 1,5 bilhão de pessoas na mais absoluta ordem??? Mata quem se atreve a pisar fora dos trilhos. Essa estórinha de quem pai não deve dar umas palmadas no seu filho, que não deveria haver polícia, que o trapalho deveria ser preventivo, que as pessoas são produtos do sistema e bla bla bla é pura conversa. Tem que mostrar limites de forma rígida, sim! Eu nunca tive uma vida fácil, mas nem por isso virei ladrão ou criminoso, porque lá em casa o pau comia quando a gente ousava fazer algo errado!
Bem ,parece que o seu Plinio continua em 1917,ele tem um esquema na cabeça,e dali não sai.leu o manual de marxismo leninismo e parou no tempo.dai o seu resultado(e de seu partido) nas eleições par a presidente e nos estados,(0,alguma coisa) é a resposta da população.suas opiniões chega a ser deprimente.
Ótimas alternativas, infelizmente, é preciso abafar o tráfico e depois utilizar essas políticas. (Seria melhor o governo ter usado esses meios há muito tempo, para não nos preocuparmos agora com a violência.)
O Sr. Plinio deveria ir a Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão e perguntar aos moradores de lá o que eles acharam da ocupaçao do Policia. Aliás o que eles preferem a ocupção pelos traficantes ou instalação das UPP’s? O resto é delirio de intectualoide.
Por não ouvirmos os mais experientes o mundo está no caos.
Muitos juízes, poucos interessantos na ação de superação das crises sociais. Dos traficantes ao desequilíbrio que leva a homossesualidade, julgamos mas não ajudamos.
O poder da mídia !!!
Cobertura sensacionalista e ufanista de 24 hs por dia faz a cabeça de boa parte dos que aqui escrevem, como se o problema da violência, da marginalidade, do tráfico de drogas, da degradação do tecido social pudesse ser combatido somente através da repressão, somente com o aparato policial, esta somente ataca os efeitos do problema enquanto sua causa permanece e permanecerá inabalável, inatingível. Não dou 2 meses para surgirem novas lideranças !!!!
Certa vez ouvi a declaração de um morador de um morro que na sua simplicidade expressa bem o que se dá por lá ” … o estado só sobe o morro com a polícia …”, simples, direta e objetiva.
Parabéns pela lucidez Plínio !!!!!!!
Apesar do papelão do Plínio na campanha da Dilma, achando que dava pra colocar no mesmo saco a direita e a Dilma, ele está coberto de razão. O estado só está presente nesses subúrbios para coibir crimes, enquanto todos sabem da situação precária das escolas nesses locais, da situação dramática da saúde, etc. Cidadania não é mais que isso: incluir a todos em políticas públicas. Onde estava o estado quando esses que hoje são criminosos eram crianças com escolarização precária, famílias desestruturadas e pouca esperança para o futuro??? Agora que já é tarde demais para esses indivíduos, o estado se apresenta com sua face repressora??!! Que tal intervenção estatal ANTES disso acontecer?
NÓS NÃO VIVEMOS NUM FAZ DE CONTA, A VIDA É PURA REALIDADE, NUA,CRUA E VIOLENTA. É BEM VERDADE QUE OS GOVERNOS ARRASTARAM OS POBRES A VIVEREM NOS MORROS, E AGORA COM O CRIME ORGANIZANDO E COMETENDO DELITOS JUNTO À CLASSE MÉDIA NOS GRANDES CENTROS, O GOVERNO TEM QUE DESESPERADAMENTE LUTAR PARA ACABAR COM ISSO, SOB PENA DE DESMORALIZAÇÃO E SOÇOBRAMENTO. EU ACHO QUE TEM QUE SE FAZER POLÍTICAS SOCIAIS, CONSTRUIR ESCOLAS, GINÁSIOS, CENTROS DE FORMAÇÕES, E UMA POLÍCIA MAIS BEM PREPARADA E PAGA. AGORA NÃO TEM COMO SE DIALOGAR COM BANDIDOS QUE MATAM, ESTUPRAM, AMEDRONTAM, ESQUERTEJAM, DESGRAÇAM A VIDA DE INOCENTES, IMPÕNDO UM REGIME CRIMINOSO E CRUEL, COM ESSA MARGINALIDADE SÓ MESMO A FORÇA BRUTA. O RESTO É MERA UTOPIA. DESAFIO O PROFESSOR PLÍNIO PASSAR UNS DOIS PLANTÃOS NUMA DELEGACIA E VER COM É LIDAR COM ESSA GENTE. DEVEMOS COLOCAR NA CABEÇA DAS CRIANÇAS QUE O BANDIDO É A MAIS BAIXA CLASSE DE SER HUMANO DA SOCIEDADE, DEVENDO MESMO SER EXECRADO E COLOCÁ-LO NO LUGAR QUE ELE MERECE.AGORA QUERO ELOGIAR AOS POLICIAIS DO BRASIL E DO RIO DE JANEIRO, QUE DÃO UMA DEMONSTRAÇÃO DE ORGULHO E HONRA, COM TODAS AS PRECARIEDADES ARRISCAM A SUAS VIDAS PELA SOCIEDADE, QUE JUNTO COM OS GOVERNOS NUNCA DÃO O DEVIDO RECONHECIMENTO. EX EXEMPLO DISSO É A PEC 300 E 446 QUE OS GOVERNOS, TANTO ESTADUAIS COMO FEDERAIS NÃO QUEREM APROVAR(PRINCIPALMENTE O PSDB) QUE É CONTRA AUMENTO DE SALÁRIO POLICIAIS. ESSAS PECs CRIAM UM PISO SALARIAL NACIONAL PARA OS POLICIAIS CIVIS, MILITARES E BOMBEIROS. ACREDITO QUE NÃO É JUSTO POR EXEMPLO UM POLICIAL NO ESTADO MAIS RICO COMO O DE SÃO PAULO, O SALÁRIO BASE DE UM POLICIAL SER DE 800 REAIS. ISSO NINGUÉM FALA! JORNALISMO ALGUM FALA ISSO. NEM O DAQUI.
Plinio.
Quem criminaliza a pobreza são os próprios criminosos – traficantes, banda podre das polícias (todas as polícias) e alguns advogados e políticos como já foi mostrado pela justiça.
O importante é que se quebre a base desta estrutura para que se retire a força daqueles que realmente estão comandando este “estado paralelo”.
Conseguir isso pode ser considerado utopia? Talvez.
Utopia maior é pensar que reforma agrária poderá desinflar este balão de corrupção, poder a qualquer custo e impunidade, instalados nos maiores centros urbanos do Brasil.
Bruno Nigro, no final de seu argumento vc deixa claro que pensa que polícia é só para a favela, já para os crimes de colarinho branco nada de polícia, né? Saída democrática e pacífica… Mas a polícia não deve combater o crime? Ou só deve combater nas favelas? A gente reproduz discurso achando que está fazendo uma grande análise crítica, mas serve a reprodução do poder.
Sou assinante de carta Capital!!! Coloquei dois posts aqui, hoje, e nenhum foi publicdo!!! Por acaso seria descriminação??????
Respeito muito suas opniões, mas fica difícil imaginar marginais plantando em algum assentamento do MST. Porém apenas ações militares não resolverão a longo prazo. Não devemos deixar refens da providência divina comunidades inteiras. O estado com ações afirmativas terá que fazer seu papel, para daque a alguns anos ter que repetir as operações…
Parece que escapou aos articulistas que esta operação está bem diferenciado do que já foi feito antes… não tivemos mortes na comunidade e a atuação das policias integradas com exercito e marinha foi praticamente perfeita. Agora é preciso acompanhar a atuação de nosso congresso, legislando de acordo com o aumento da criminalidade e do judiciário, que precisa usar as leis a favor da sociedade e não dos presos. E também da sociedade consumidora de drogas…afinal, se toda festinha de alta sociedade tiver cocaína é claro que os traficantes estarão fazendo o possível para atender a “clientela”.
Sempre admirei o Plínio, mas fico triste com essas opiniões ingênuas… a fila andou e ele não se dá conta.
Bandido tem de levar chumbo grosso nos cornos.Acorda Plinio.A população está encantada com a ação da nossa gloriosa FORÇAS ARMADAS.Quem está se borrando toda é a bandidagem.Estão se entregando como coelhinhos assustados.Você precisa ler CHAPADÃO DO BUGRE.Lá se ensina direitinho como o crime organizado deve ser enfrentado.
parabéns a policia e as força armadas, espero que este EXEMPLO seja seguido em outras capitais.
Plinio, lamento mas a POPULAÇÃO não merece conviver com bandidos, apenas por que pessoas como você mantenham um discurso acima de tudo hipócrita.
Peço-lhe desculpas, Plínio. Não quis dizer que vc é uma piada de mal gosto, mas o seu texto. Permita-me a humildade!
Plínio, não fique triste com algumas asneiras escritas aqui, pois algumas cabecinhas que lêem suas sábias palavras, talvez atordoadas pelo tapa na cara de realidade que estamos tomando, não conseguem alcançar o refinamento da sua análise. Só entendem as explosões, os tiros, e as palavras de ordem vociferadas pelos demagogos de plantão e puxas-saco midiáticos, que tentam salvar seus mandatos e a pouca credibilidade que vai (ou que deveria) lhes restar depois da explosão da bomba social que eles, com gosto, armam para a população desde sempre. Lembramos, para quem tem memória curta, que em 2002 e 2007 assistimos a circos midiáticos parecidos aqui no RJ. “Ah mas não havia tantos policiais, exercito, marinha, SWAT, GIJOE, agora é pra valer!”, raciocinam as “cheerleaders” do banho de sangue de plantão. Esquecem do detalhe de que o efetivo do tráfico também triplicou desde o último circo (não repararam?), o que mostra o grau de sucesso das abordagens militaristas passadas. Seguindo a mesma lógica, na próxima catarse coletiva carioca daqui a uns 3 ou 4 anos, teremos uns 1500 traficantes no Alemão, e pode-se pensar aí numa solução nuclear, com a ajuda do Irã talvez? Bom dia a todos!
Ok. Já invadiram o morro desordenadamente, os capitães nascimento estão dando entrevistas no momento das operações, a globo está usando camisetas da paz nas programações!!! E deposi disso????????Há um plano de ação para a polícia se manter no local e dar segurança efetiva para a população de bem? Há um plano para acabar com a corrupção da polícia? Haverá aumento nos salários do policiais? E a educação de base? Haverá investimento pesado em educação? Interessante é que estas peguntas não são feitas nas coletivas dos capitães nascimento? infelizmente ainda estamos rastejando em políticas sociais. Concordo com o Plínio.
P.S. Gostaria de informar que não sou contra caçar bandidos, sim contra tiroteios em locais densamente habitados. Saibam que uma bala de fuzil, em campo livre, percorre mais de quatro quilômetros antes de perder força de impacto. Paredes de casas de favela são mesmo que água para estes projéteis; atravessam-na com a maior facilidade. A polícia avisa que quando ouvirem disparos, devem se deitar ao chão; santa burrice, (a bala viaja mais rápido que o som), lógico, que devem se atirar ao chão antes disso. Para amantes de tiroteios aconselha-os alistarem-se no exercito americano e irem combater no Iraque ou Afeganistão, talvez, quem sabe, não dure um dia lá!…
Puxa vida! “[nós não temos] a menor dúvida de que a maior causa da violência urbana é, na verdade, a corrupção policial.” Peraí! Vamos avisar os governos federais, estaduais e municipais para pararem de contratar policiais! Acabar com as políticas de segurança pública!
Acabamos com a corrupção, violência social, tráfico de drogas etc.,acabando com este cargo público nefasto!
Tenha dó plínio! Abaixo ao simplismo já!
No seu tempo de infância ladrão pedia permissão, licença para assaltar?
Acho que discordar do texto do Plínio é uma coisa, mas faltar ao devido respeito com um senhor (que pelo seu passado e, sobretudo por sua inteligência) nos merece toda a consideração, isto é outro fato! Pequenos burgueses, filhos de papai, gente acostumada com a cultura de barzinhos em frete a uma das centenas de faculdades pagas neste País (nada contra, observo que lá é o habitat natural desta gente), geralmente são leitores de revistas pornográficas e outras publicações sem credibilidade que existem. São estes que querem não criticar o texto, mas atacar de forma virulenta ao homem; mesmo que ele esteja errado em suas conclusões é um direto que tem em expô-las. Bom, a não ser que haja sido abolida a democracia neste país; avisem-me, por favor, estou realmente sem saber disso!!!
Joseph, a Redação de CartaCapital também acha que Plínio merece todo respeito. Discordar é direito, ofender é triste.
Estou sentado aqui em frente a uma máquina sem sentimento. Estou aqui lendo o artigo de Plínio. Fico imaginando ele em frente a sua máquina disparando teorias sociais, enquanto o povo das favelas convive com o medo, com silêncio em relação as iniquidades que os traficantes cometem. Vejo Plínio disparando contra os políticos, de qualquer ideologia, e escrevendo o receituário de como se pode combater o crime. Reforma agrária, até então eu não sabia que as pessoas da zona rural vão para os grandes centros para serem traficantes. Educar policiais corruptos, também não sabia que todos os policiais são corruptos, pois se o Estado soubesse já teria tentado corrigir ou expulsado, mas como o Estado não sabe qual policial é corrupto, teria que colocar todos na educação continuada de não ser corrupto. Vejo senhor Plínio sentado em sua poltrona macia, na sua casa de luxo (igual a dos chefes do crime em conpacabana, ipanema, etc. ou até menos iponente), de longe, dar palpites da realidade que ele não conhece. Não é o cidadão de bem que coloca fogo em ônibus, mata pessoas inocentes para comandar seu ponto. O Estado do Rio tem que enfrentar de vez e de frente os traficantes. Dar, de fato, a liberdade das pessoas que moram nos morros. Em seguida, atuar com políticas sociais que resolvam definitivamente a pobreza, mas não mantendo a violência e tentando resolver a pobreza. O perigo é iminente. A atuação, como teoriza Plínio, não resolverá, de imediato, o problema.
Sinto as pessoas, aqui onde moro, terem o sentimento que deve ser combatido essa violência do tráfico. Só assim essas comunidades terão, de fato, a liberdade de ir e vir.
Plínio, você é uma piada de mal gosto.
Mata-se 10, 50, 500 traficantee, bandidos (…) hoje e amanhã surgem milagrosamente mais 1.000. Por que? Porque continua-se a usar drogas ilegais e os chefões continuam em seus escritórios de empresas, gabinetes de governo e no comando da polícia… Destroem-se os ovos mas a galinha continua botando.
Estou vereador em Santa Cruz/RN, vivo num bairro com uma população de 15 mil babitantes e vejo a violência crescendo a cada dia, sem que as autoridades pensem em reprimir e previnir tal situação.
As palavras de ordem nesse momento deverá ser: Repressão e ações de inclusão social. Acho que só reprimir o crime sem que haja políticas públicas de incusão social não leva a resolver ou amenizar, pelo menos.
Só para que se tenha uma ideia: no bairro do Paraíso, no qual moro não há espaços esportivos adequados para a juventude e a única unidade de saúde está caindo. É o retrato do despreso que vem contribuindo com a escalada da violência!
O Plínio deveria ficar calado,porque quando ele abre a boca,só fala m…
Essa conversa de pobreza é só teoria de tecnocrata.Eu tive uma infância pobre,e nem por isso en-
veredei para a marginalidade,pelo contrário,me incentivou à lutar por um futuro melhor,atravéz dos
estudos.
Bota o Plínio para fazer policiamento a pé aqui no morro. É doido? Cai na real vovô!
É muito fácil para alguém falar em violência quando vive com toda a segurança não é Sr Plínio, ainda bem que o Sr. não ganhou a eleição, pois o crime dominaria o país, os traficantes matam roubam viciam os jovens, e este senhor quer que o governo do Rio leve cesta básica para eles, tenha dó, vai lá Plínio e se põe de escudo na frente deles, eles vão te agradecer e depois de algum tempo roubar o teu carro ou coisa pior, que não quero nem dizer, abraços, e perceba que é mesmo uma guerra, temos muitos pobres, a grande maioria é trabalhador e honesto, estes são os que escolheram ganhar a vida da forma mais fácil,tirando dos outros, afinal há muito tampo que não tinha tanto emprego, nada justifica esta violência do tráfico, e pobreza não é justificativa para matar,roubar, sequestrar crianças, jovens, e muito menos viciar o filho dos outros e destruir as famílias que são cristãs, como o SR. se diz ser. Olha todos os estados devem fazer uma limpeza como a do Rio, principalmente São paulo, onde parece que tem um acordo entre governo e bandido, só aumenta a violência mas os jornais só falam do Rio parece que protegem os governantes de São Paulo. Todos nós devemos entrar nesta guerra e acabar com este mal que é o trafico de drogas, médicos, advogados, professores, jovens, donas de casa é pelo futuro de nossos filhos, abraços à todos, Reginaldo.
O Plínio dessa vez foi perfeito! A questão está na forma de organização política social vigente no Brasil. Um exemplo disso é de como surgiu os esquadrões de exterminío no Brasil? AH, esqueci, foi o Lula que criou oras bolas!! A questão do Rio está na política-histórica Brasileira.
Essas pessoas que falam bobagem aqui, no mínimo moram em um bairro de classe média. Claro! a polícia deve utilizar a força!! E quem mora?? Na visão de muitos por aqui é: cada um com os seus problemas!
Parabéns Carta Capital por ter no nosso grupo uma pessoa com uma visão coerente da realidade Brasileira. Parabéns por não terem pessoas que tem a cabeça manipuladacpela veja e pela rede globo.
Realmente, violência só gera mais violência. Disso todos sabem. Mas quando se está em situações críticas, de total afronta à ordem pública, algumas medidas mais drásticas devem ser tomadas. Não acho que seja o momento de se deixar passar a oportunidade de prender/matar tantos bandidos de uma só vez. Todos viram a quantidade absurda de bandidos reunidos fugindo de uma comunidade para outra. Só vemos tantos bandidos assim juntos nas câmaras e no senado. Mas isso é outra história. Sou a favor de uma política de redistribuição de terras, da liberação controlada de drogas, e de uma segurança mais ativa e inteligente. Da mesma forma que um novo sistema judiciário, como foi ressaltado por aqui. Porém, é um momento crítico e o Estado precisa se impor, para que o poder público não perca seu cargo de público para o poder paralelo. É triste a polícia fazer tantos inocentes passarem pelo que estão passando. Mas infelizmente parece o único jeito. Não é o momento de recuar.
Plínio, mais uma vez, nos contempla com sua experiência e lucidez entendendo, e tentando explicar, o que a maioria de nós não entende.
O problema das favelas e da “guerra ao tráfico” é estrutural.
Continuar matando pobre nos morros cariocas não resolve e só quem apoia essa barbaridade é a turma da classe média pra cima que nãotem seus próximos caindo com as balas da polícia.
Reforma agrária na favela??? vai convencer bandidos que giram milhões de reais por mês a trocar o tráfico por 1 pedacinho de terra?? O estado tem sim que retomar todas essas áreas e dar cidadania a toda essa gente e é hora de união para que isso ocorra e não ficar “GAGArejando opiniões idiótas.
Aqui em BH há três anos atrás houve varias fugas de delegacia de presos pela porta da frente, e não foi por comparsas e sim foram ajudados por policiais civis.Na mesma época sumiu uma enorme quantidade de drogas de dentro da delegacia de entorpecentes de MG , e até hoje não se descobriu quem foi e para onde foi toda aquela droga. Alguém sabe qual o resultado final das investigações do assassinato do oficial da policia do Rio, que investigava a corrupção na corporação? Tenho amigos policiais que sabem de vários colegas que recebem propina e intimidam bandidos para trabalharem para eles; muitos repassam armas para os marginais .Parecem que o povo brasileiro esqueceu o que aconteceu depois do assalto e assassinato do integrante do afroreggae , o que os policiais fizeram com os bandidos .Os policiais honestos correm risco de vida por causa dos corruptos; quem leva os celulares para os presos ? será que é só advogados? os familiares não são , porque a forma que eles revistam crianças, mulheres é pego na hora.Já que é para moralizar , que peguem todos os seguimentos do judiciário , que a policia vá nos condomínios de luxo onde fica os bacanas e playboys e busquem os traficantes que existem lá e que sejam tratados iguais. E as milícias , quem vai expulsa las? eles vão ser o novos donos do pedaço ? lembram que são ex policiais. As comunidades só servem para fazer o carnaval do Rio , depois disso viram reduto de criminosos é o que povo pensa. Existe oportunidade de emprego para ex presidiários ? Falo por experiência , não confio cegamente na policia,eles podem acabar com sua vida e o bandido eu sei o que ele é capaz . Vamos ver se a reforma politica e judiciaria sai do papel.
Fico satisfeito que esse artigo do Plinio tenha dado tanta repercussão.
Ele não falou mais nada que a verdade. O óbvio, a verdadeira tradução da realidade.
Vamos fazer uma campanha para que esse artigo tenha mais que 1000 (MIL) comentarios… de forma cada vez mais gente nos retrate como funciona o seu entendimento de mundo. Alem de outros (que costuma ser a mesma proporcao pequena de sempre) leiam o texto sob uma perspectiva mais analítica e problematizadora…. Pq os argumentos dos pró violencia tão um absurdo!!! E me estranha como nao fogem da mesma besteira dita com aparentes outras palavras.
To pra ver um argumento diferente e mais inteligente.
Todos pensam… todos acham que estão certos pois é o unico ponto de vista que conhecem… mas poucos estão enchergando a verdade….
Esse assunto todo me remete a discussão da legalização da maconha… se fosse pelos argumentos que estão na mesa essa erva já tinha sido legalizada hoje e ainda o Estado ia pedir desculpas formais,alem de indenizar, as vitimas do preconceito.
E esse assunto não acaba aí… é reflexo da mente preconceituosa, comercial-pop,emburrecedora e intransigente da nossa sociedade.
Sinceramente estou surpreendido, e espero fazer minha parte com muito afinco alem de sempre tentar aprender mais com o Plinio.
É preciso mais militância moçada… temos que achar uma forma dos assuntos reais serem debatidos… e acabar de esconder a verdade da nossa população…. senão nossos filhos também estarão no mesmo dilema nosso. Vivendo a mesma coisa sob uma manchete mais comercial retratada nos jornais comerciais de plantao.
Plinio um recado: as palavras escritas sob diversas formas dirigidas e ofensivas a vc são muito duras. Mas não esqueça….NÃO EXISTE UMA ÚNICA PESSOA NO BRASIL HOJE QUE TENHA CORAGEM E APOIO SUFICIENTE…. e vc tem o meu e mais de, pelo menos, quase 1 milhao de pessoas!
O bobo que não foi para a corte.
As FAVELAS, COMUNIDADES e VILAS, são os nomes dados a muitas INVASÕES ILEGAIS em todo o Brasil. É claro que ser pobre não é crime, mas todos devem respeitar as leis. Após a invasão ilícita, começam a formar uma família, onde vários filhos nascem e crescem sem nenhuma condição de suas existências por parte dos seus PAIS. Se o Prefeito e a Justiça evitassem, no momento da invasão, e os expulsassem do local, é claro que não formariam famílias e nem filhos abandonados nas mãos dos bandidos. Agora estão retomando o que é legal, prendendo delinquêntes e familiares, tomando seus bens e isolando-os da sociedade, a fim de pagarem pelos crimes cometidos. Esse exemplo deve ser dado a todo o Brasil, como prevenção. O Governo federal já apóia os pobres de várias maneiras, como o BOLSA FAMÍLIA, CASAS e outros. Só resta o POVO também contribuir, denunciando e exigindo que todos cumpram as LEIS. Parabéns às FFAA e Polícias, este é o momento de destruir o poder das armas criminosas, as drogas e seus donos. Não PAREM!
O Sr. Plinio é daquela turma que fez acordo com o PCC para acabar a guerra em SP, o PCC não faz nada para prejudicar o governo de SP e em troca ao governo de SP deixca o PCC fazer o que bem entender. É o que ocorre em SP, as drogas estão em todos os cantos abertamente e não há nenhum desmatelamento de drogas e muito menos se prende traficante poderoso, tudo na base dos bons amigos.
Ou melhor na base dos 3 macaquinhos: não vejo, não ouço, não falo.
Sr. Plínio, como diria o Capitão Nascimento: “O SENHOR É UM FANFARRÃO!
Claro Professor Plínio: Claro que o povo não quer uma solução pacífica, como essa que o senhor propõe.
Lembre-se de uma outra, há muito tempo atrás, foi tentada com os CIEPs e logo regeitada, refutada.
O quê todos desejam é mesmo matar os excluídos. E cada um na sua.
Prezado Plínio,
Você está partindo do pressuposto que o Estado está indo lá matar inocentes. Pensa bem, camarada.
Os caras tem fuzis AK-47, M-16, AR-15, metralhadoras .30, .50, muita munição, granadas, lança-granadas, dinamite… Você acha sinceramente que o Estado vai conseguir entrar num paiol de pólvora desses só com boas intenções?
Você acha, sinceramente, que existe diálogo possível com elementos fortemente armados que matam sem pestanejar?
Discordo de você, Plínio. Não importa agora quem deixou as coisas chegarem ao ponto que chegou. É hora sim de o Estado dar uma resposta dura contra estes criminosos sanguinários.
Se você tem alguma dúvida sobre quem está certo, observe os maiores interessados, os moradores de bem daquelas comunidades. Estão apoiando em peso as ações de Beltrame na reconquista dos espaços hoje dominados pelo tráfico.
BELTRAME, AVANTE!
Alguém acha que implantar um fantástico programa social na Vila Cruzeiro e no complexo do Alemão vai resolver o problema? Isso deveria ter sido feito há 25 anos atrás. O Rio de Janeiro está largado nas mãos deste bandidos há decadas. Hoje, a única alternativa é o confronto, prisão e etc… Depois sim, entram os projetos sociais.
Estamos vivendo o ápse da violência e domínio do tráfico de drogas, milícias e etc… Infelizmente, agora, operações policiais deste porte são a única opção.
Como disse um ex-policias à Globonews : Narco-traficante com fuzil na mão, não tem direiros humanos. Tem direito penal.
Eu eu tenho certeza, quem reclama da polícias hoje, não vive da favela.
Caro Plínio: quer dizer que a presença das forças de segurança estão intimidando os pobres de reclamarem de suas condições de vida? É por esse prisma que você olha a realidade das favelas. Não concordo. Vejo a questão das drogas e do tráfico muito complexa. Envolve a urbanização mal planejada, ausência de reforma agrária para aliviar a concentração da população urbana, ausência de políticas públicas de qualidade nas áreas de periferia, política de segurança humanizadora, cidadã e também rígida quando for o caso. Porém, no mundo capitalista, os valores da competição e da busca do ter atingem a nós todos. Ricos e pobres também querem vencer econômica e socialmente.O crime é o caminho escolhido por gente rica e gente pobre para ascender socialmente. Na sociedade brasileira, há uma sensação de impunidade frente aos desmandos de todo tipo.Com isso, se desvaloriza o trabalho, a solidariedade na família e na comunidade e a prática de valores que poderiam ajudar a impedir que muita gente fosse para o mundo do crime. Caro Plínio (se é que você lê os comentários sobre os seus artigos), devemos continuar defendendo os pobres, porém pedindo a eles que resistam a práticas desumanas e não fraternas. Os pobres também precisam ser solidários e abertos à graça de Deus. Pobre que não resiste à tentação do mundo do crime não pode transformar a realidade sociaal.
Caro Plínio, sempre achei o senhor um pouco equivocado nas idéias, porém referente a essa questão acredito que o caminho indicado acima seja o melhor mesmo. “Parece” que o Brasil só segue as coisas que acontecem nos EUA, e como por lá na California não foi aprovado o uso “recreativo” da maconha, por aqui também não vai ser. Pelo menos por enquanto, poucas pessoas vividas pensam nesse assunto como o senhor, então temos que esperar os mais jovens conquistarem espaço, sem que tenham as idéias dos mais antigos. Pensando no coletivo, oque o senhor propõe é o melhor pra todos os lados.
Paulo, todos nós temos as nossas opiniões. O que não esta certo é vc desrespietar um octagenário, que por isso mesmo deve todo onosso respeito e consideração.
Caro Plínio.
Com todo o respeito, mas, seu texto esta mais para uma nota de campanha eleitoral feita por algum assessor estudante de direito, do que uma análise coerente de sua saudosa intelectualidade. Recomendo a leitura do artigo de Luiz Eduardo Soares, desta mesma casa jornalística que, apesar de não compartilhar os meus (e seus) ideais socialistas, soube dar densidade a um tema (que da mesma forma que vocês fez) vem sendo tratado com superficialidade e “creme” de “marquetaria” eleitoral.
Do not worry, seus seguidores no Twiiter tem capacidade para ouvir a sua mais complexa e profunda opinião.
Curitiba – 17:26
Fico assustado com os defensores dos direitos “humanos”(criminosos) insistem nos direitos daqueles que acham não terem direitos os outros.
Onde fica a defesa das vitimas inocentes??
Me perdoe Sr. Plinio mas se foram mortos 32 bandidos ou mais é importante lembrar que eles começaram essa gerra que tem atormentado a um grupo bem maior da sociedade que merece respeito.
O mínimo de conhecimento sobre sociologia criminal levaria todo mundo a perceber que o que o Plínio disse é verdade SIM!!!
A desigualdade não é só a principal causa da criminalidade como a principal causa de praticamente todos os problemas sociais que existem hoje, como por exemplo, o preconceito.
Não há como discordar disso, uma vez que quem está se ferrando nessa história toda não são os filhinhos de papais com grana e que estudam em escola particular, mas os próprios moradores de favela. Pessoas pobres que não tem como recorrer a alternativas.
A pessoa já nasce criminosa ou o meio que justifica tais atitudes? Acredito na mistura dessas duas teorias, uma vez que quem está dentro de uma um sistema cruel que não dá oportunidade para quem não possui o estimado CAPITAL, PRECISA sobreviver de alguma forma.
Não estou concordando com o tráfico e criminalidade, só estou expondo as causas disso!!!
Pensem bem!
E se não conseguirem enxergar essas coisas, o estudo é a melhor coisa!
que o povo ignore que a marginalidade nasce, principalmente. da exclusão social de 5 séculos.
Agora, a classe média, principalmente, ignorar nossa realidade social é indisculpável. Além dos livros profissionais lê o que? Caras, Veja, Folha, Estadão, contigo, assiste novela, gosta de assistir Avatar e filmes violentos?
O Plínio provoca, põe o dedo na ferida para haja o debate e mostre como tem gente autoritária que não dialoga com argumentos mas sim sim com ofensas. O mundo é como ela pensa, os demais nada sabem!!
Continue Plínio, colocando sua cultura e inteligência a serviço das grandews causas.
Vivo no Rio de Janeiro e pela primeira vez senti orgulho do atual governador com relação a sua atuação na segurança.
Antigamente todas as operações em favelas eram questionadas pelos próprios moradores, que indiretamente recebiam auxílio dos traficantes em diversos aspectos, enquanto os traficantes não atuavam diretamente com a população em grande escala nada era feito, no entanto, a criminalidade começou a atuar de forma extremamente abusiva e constante sobre a população, principalmente a mais baixas socialmente. Isso gerou uma revolta generalizada, tanto da população quanto do governo. Vários bandidos sem reputação começaram a surfar no modismo de colocar fogo em veículos.
Resumindo minha idéia, creio que é necessária a forma de intervenção que está havendo, tenho esperança que foi o passo inicial para um Rio mais seguro.
Plínio te admiro muito, mas você provavelmente não teve seu veículo queimado, ou algum parente envolvido nesses atos de covardia da criminalidade do Rio de Janeiro, por isso tais palavras suas embora importantes, perdem grande parte de validade.
Analisando racionalmente a questão dos narcotraficantes, me vem um questionamento, pergunta que não quer calar. Existiria o traficante sem o capital que é movimentado pelo tráfico? E em decorrência desa primeira: quem gera esse capital? Os consumidores de segunda linha que usam o derivado podre da pasta base base e pagam barato para ter os cérebros carcomidos? Bem, o montante que resulta do comércio da cracolândia não deve ser suficiente pra financiar tudo isso ai? Se pretendêssemos categorizar as drogas, quanto à acessibilidade, diriamos que morfina ou a heroina, sinônimas nos receptores e nos efeito e são ainda pouco acessíveis. As metanfetaminas _extase, problemas de saúde publica nos EUA e motorzinhos das festas RAVE, estão ai pra ficar. Não sei o preço, mas não devem ser acessíveis para o carinha da cracolânia não. E a maconha. Sem dúvida a droga do universitário classe média indeciso por desconhecer o futuro. Quanto à cocaina que brilhou à partir das dancings days da vida, esta sim, é o ouro dos narcotraficantes. Quem compra? Os frequentadores da cracolândia? Os universitários? Alguns talvez. Os “speeders” das Rave? também. Mas quem usa coca tem muito dinheiro pra sustentar o vício, e é o primeiro a querer descriminalizar, pois ele ou os chegados dele são as intocáveis vítimas do tráfico, consumidores de grande quantidade e com reservas para internações e tratamentos caríssimos também. Enfim, de quem é a grana que movimenta todo esse comércio ai? Não sei, mas a questão me intriga e me mostra que o buraco é mais em baixo. Os Traficantes das favelas do Rio estão no sal. Vão pagar caro certamente.Mas e os do Peru, Colombia, México, EUA, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador. Rios Grandes e de todos os lugares do mundo, sem excessão? Estejam certos do que o Raul dizia eles são moscas da sopa, cê mata uma e vem outra no lugar. E olha que o Raul gostava era do Mé, que é droga legalizada, repele moscas, mas mata muito e “enrica” muitos por ai.
O Brasil é hoje um dos países com a maior população carcerária do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e a China. As prisões brasileiras são uma versão do apartheid, legitimado pelo sistema de justiça penal, seletivo, que criminaliza a população empobrecida, principalmente jovem, negra e indígena, encarcerada prioritariamente por crimes contra o capital. O encarceramento em massa configura-se como um dos instrumentos do Estado na preservação do patrimônio privado e como forma de controle e contenção social, ocultando a barbárie produzida pelo sistema social vigente. O aumento extraordinário da população carcerária no país, a partir dos anos 90, é reflexo da política neoliberal caracterizada pelo Estado Mínimo em relação às políticas sociais e pelo Estado Penal Máximo para as populações empobrecidas. Este não é um fenômeno singular, mas no Brasil, onde o Estado de bem-estar social nunca foi uma realidade concreta, o Estado Penal intensifica-se, assumindo uma dimensão mais perversa. As prisões brasileiras caracterizam-se pelo terror, torturas, maus-tratos, enfim, brutais violações dos direitos humanos dos(as) presos(as) e seus familiares. Qual a função social do encarceramento da população empobrecida? Quais os custos sociais da política de encarceramento em massa? Quais as estratégias a serem desenvolvidas para enfrentar as graves violações dos direitos humanos da população carcerária?
Em São Paulo estamos promovendo este debate. Mais informações em meu Blog. http://leoncunha.zip.net/
Parabéns, Plínio Arruda Sampaio. As vezes o óbvio precisa ser dito.
Quanto aos defensores deste massacre, fica a pergunta: vcs acham que realmente isso vai resolver a situação? Pode-se falar em democracia quando se mata desta forma?
Por que até agora os traficantas de colarinho branco, da Zona Sul estão intocados?
O Plinio continua a campanha eleitoral para presidente. Na argumentação dele os trabalhadores que moram em favelas são cúmplices dos criminosos. Sim, por que a intervenção do estado para retomar território ocupado militarmente pelo narcotráfico, só pode causar ódio aos delinquentes. O apoio do povo à atuação de repressão aos bandidos mostra que eles não são cumplices e sim vitimas. A operação que articulou várias forças de repressão não pode retroceder, e os bandidos que não se renderem devem ser caçados, desarmados e presos. Mas só isso não basta: é preciso acabar com progressão de pena para o crime organizado. Condenado, deve cumprir a pena até o último dia. E mais, o pessoal do Psol que acha que os traficantes estão conduzindo uma revolução, deveria mais se empenhar para que a burguesia da zona sul do Rio de Janeiro pare de alimentar o trafico, pois se há mercado é por que existe demanda.
O Dr.Plinio é mais um destes inocentes úteis que defende bandido e viciado em droga.É uma pena.
Sr. Plínio. O senhor foi uma figura diferente, digamos assim, na campanha eleitoral. A utopia de suas idéias ultrapassa todos os escritores ficcionistas a respeito, desde Platão, etc. Reforma agrária não resolve problema de tráfico. Invasão de seus domínios, prisão e resposta às agressões estão extremamente corretas e devem continuar até que se acabem com os núcleos do crime organizado.
Várias outras ações são necessárias, mas a estas demoraremos pelo menos duas gerações para conseguirmos se continuarmos no caminho correto. Outra coisa: Código Penal. Penas brandas dadas por juízes que sentem pena dos coitadinhos dos traficantes. Direitos humanos aos bandidos com 5 refeições, banho de sol, mordomias etc. Deveriam trabalhar e comprar comida com o resultado do seu trabalho. Não é assim que faz a população do bem? Ganha um salário mínimo, sustenta filhos, não tem lazer, pouca comida e ausência total das organizações de direitos humanos lutando a seu favor. Será que essas associações não recebem generosas contribuições dos criminosos? O cara é traficante, pegou 22 anos de cadeia, cumpriu um sexto da pena e está na rua. Quer dizer, chefe de trafico cumpre 3 anos e pouco de cadeia, com mordomias, e volta a chefiar seu bando. Culpa de uma legislação fraca elaborada por incapacitados do legislativos e aplicadas leviamente pelo judiciário. Se for pobre, pegou 5 anos e leva mais 8 para ter a liberdade. Se for bandido, consegue habeas corpus rapidinho, até no STF.
Sr. Plínio, chega de utopia. Suas idéias e afirmações já são caricatas.
Eu gostaria de perguntar a este senhor politico,que defende maconha e maconheiros e tambem aqueles que o apoiam se eles ja foram vitimas de assalto alguma vez,se tiveram aguns menores acompanhados de aguns maiores,cada um com um trinta e oito apontando para suas cabeças,quando voce trabalhou o dia inteiro e esta chegando tarde da noite em casa.Eu ja passei por esta experiencia,e lhes confesso,é triste e revoltante.Principalmente quando um dos menores te agride,e cheio de coragem diz`atira neste truta´.e voce vê que toda tua historia de vida,seus filhos,sua familia,todo teu ser,sem contar o mais importante que é sua vida,não valem nada para estes bandidos.Tem
Soluções imperfeitas para um mundo imperfeito. Os tempos são outros, Plínio. E pelo visto, o Sr. insiste em não se atualizar. É claro que todos tem a consciência de que a raíz do crime e da violência não se arranca com armas e balas, e sim com igualdade social. Mas o que está sendo combatido hoje não são as raízes, são os galhos e copas que trazer terror e silêncio em todas as favelas onde a arma do criminoso é mais importante que a Lei. Porque não exercitar um pouco mais o pensamento crítico? Será que o quê está acontecendo é um movimento bruto e agressivo do Estado (como o Sr. colocou), ou a reação aos anos de terror, mortes, estupros e vandalismo dos traficantes dentro das favelas e em toda a cidade? Em momentos passados, grupos de direitos humanos utilizaram o mesmo discurso que o Sr. para frear a entrada da polícia nestes redutos, que por motivos óbvios só pode ser feita com violência. Afinal, é o Estado que detêm o direito monopolista de usar a força ou é o crime desorganizado?
“Reforma agrária” para beneficiar a população que mora nas comunidades empobrecidas não resolve. A grande maioria dessa população é eminentemente urbana, já perdeu contato com a terra faz tempo. Essa medida só seria eficiente com uma pequena parcela.
Legalizar a maconha também não resolve. Pois o grande tráfico vive de cocaína, heroína e crack.
“Educar os policiais” é muito relativo. Pois tem muita gente bem educada, com educação superior e tudo e são tão bandidos quanto os policiais corruptos. O correto é pagar bons salários, oferecer uma boa carreira, com movimentação funcional, dar dignidade aos profissionais e acabar com o militarismo das instituições de segurança pública. Também criar mecanismos de controle externo e democracia interna, na qual os agentes tenham o direito e o dever de participação da gestão e planificação das instituições de segurança.
esse rodrigo que escreve abaixo nao é o professor rodrigo da UFRJ? Se for, ele é um total hipócrita, pois é contra o consumo da maconha, mas….eu já estive perto dele, bem perto e sei o que ele escondia na calculadora científica.
Está igual a marina silva, fhc e quetais.
Usa a tática de chamar a atenção para si, mesmo diante de problemas crônicos do Brasil; não acrescentando nada de proveitoso, uma vez que parou no tempo.
Não passa de um velho, e digo isto porque também sou e nada a ver com preconceito, gagá, ridículo.
Só tem espaço na mírdia porque fala mal do governo.
Em que pese ser um caso raro de homem público honesto, o Plínio não é mais assunto para política e sim para o Estatuto do Idoso. Ele parou no tempo com esse discurso ideológico dos anos 50, que a população por maioria esmagadora já repudiou.
Sra. Isadora, gostaria que falasse por vc, pois em nenhum momento eu disse que me sentia seguro. Acha mesmo que não tenho consciência de que as políticas públicas não demoram alguns anos para serem implantadas? Acha mesmo que não percebo e até compartilho da sua opinião, de que o povo em geral (todas as classes) vive há anos de pão e circo?! A sra. fala em deixar o senso comum de lado enquanto se mantém dentro dele, dizendo ‘a solução não é essa’. LÓGICO que não é. Mas infelizmente a solução, digamos, ‘ideal’, já perdeu o prazo de ser feita há muito tempo pois a omissão não vem de ontem, o ‘jeitinho brasileiro’ e a ‘lei de gérson’ não vem de ontem. Chegamos na época (ou já passamos da) que todos temiam mas que poucos tem coragem de declarar sua parcela de culpa: a do enfrentamento. Vejo pessoas batendo na tecla do social, mas gostaría que me explicassem como vai entrar numa favela dominada por pessoas que não tem nada a perder e que vivem e implantam ali o mesmo caos social do qual dizem ser vítimas da sociedade. Ou a sra acha que, ao fornecer água, asfalto, bailes funks, festa de criança, enfim toda a sorte de ‘benefícios’ dentro da favela, em troca do silêncio dos moradores não se compara ao que o govenro faz quando oferece o mínimo do mínimo em escolas de má qualidade, hospitais funcionando precáriamente porém, no fim do ano, a grande festa para o povo virar o ano.
Soluções em doses homeopáticas tem seu valor. Levar a educação para quem não tem vai ajudar, saúde vai ajudar. Mas infelizmente, temos que usar a força pra tirar as maças que já se estragaram. E ao invés de me criticar (embora seja seu direito) devia procurar alguma forma de atacar o outro lado do problema: a corrupção ou o que chamam vulgarmente de ‘bandido de colarinho branco’. Esse é o mal do cidadão médio: reclama de tudo, mas quando se faz 1% do que se devia fazer e isso assusta, continua reclamando dizendo que fez tudo errado. Entenda, só quando o povo entender que tem o poder e aprender a usá-lo de maneira consciente é que as coisas vão começar a mudar pra valer.
Infelizmente, não é isso que ensinam na escola que tanto dizem que faz falta. São ‘mil’ problemas, todos entrelaçados e não é dizendo ‘está errado’ como diz o Sr. Plínio nesse artigo, que vá resolver. Governo, iniciativa privada, população, enfim… a culpa é de TODOS e a solução está na união de TODOS, nem que seja um por um.
Meu abraço cordial.
[...] Plínio Arruda Sampaio, em 26/11/2010: Caçada na favela da Vila Cruzeiro [...]
Ih rapaz alguém precisa falar para o Plínio que o período eleitoral já acabou…hahaha
A Plinio,agora descobri porque nao atingiu mais de 1% da intencão de votos.Foi porque você não colocou uma farda e subio o complexo do alemão pedindo voto,esqueci nem perto da favela você passou.E para seu conhecimento meu avô, que deve ter a sua idade não levou uma pancada na epoca da ditadura deve ser porque ele trabalhava e não tinha tempo para fazer algazara pela rua.Plinio você poderia levar o Marcio VP para sua casa pois o sistema de segurança integrado que ela dispõe deve ser melhor que presidio federal,e com isso os direitos humanos dele estariam protegidos.
Leiam a nota do Observatório das Favelas:
“Nota do Observatório sobre acontecimentos no Rio”
http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=964
”
Em virtude dos últimos acontecimentos na região metropolitana do Rio de Janeiro, o Observatório de Favelas repudia todo e qualquer ato de violência, seja ele oriundo das organizações criminosas ou de instituições do Estado. Consideramos um retrocesso na política de segurança pública uma retomada da intervenção policial pautada pela lógica do confronto e pelo discurso da “guerra”. Diante do quadro atual, é fundamental que a polícia atue priorizando a inteligência, a estratégia e, sobretudo, a valorização da vida de toda a população, sem exceção.
”
O Nassif também repercutiu.
Plinio tem muita razão.
A classe média, embalada pela mídia-afrikaaner, pede massacres e fica entusiasmada com sangue de pobre derramado…
O Brasil precisa de um Estado pacificador. Leiam também Luiz Mir!
Não é hora de chove não molha. Combater o tráfico é necessário, da produção até o consumidor.
O Dr. Plínio não raciocina como qualquer pessoa normal. Ele é um demagogo por natureza. É mais antigo do que o Mark.Imaginem só, quando ele diz que violência gera violência. Será que ele acha que os bandidos têm direito de submeter uma população inteira aos seus desmandos criminosos? Me digam: Quem está usando violência? Esta “violência” do Governo do Rio,foi provocada pelos bandidos queridos do Plínio. É apenas uma reação aos absurdos cometidos pelos bandidos abusando das comunidades pacatas e do próprio governo que até agora tem adotado a teoria do Plínio. A verdade é que se o Estado não combater esses bandidos a ferro e bala, ninguem mais. vai ter dignidade e cidadania!
Que essa guerra continúe até o extermínio total desses bandidos, para que as pessoas de bem possam viver em paz!
Caro Plínio:Pessoas como você,e tem muitos,com estas utopias e relativismos,é que fizeram,nestes quinhentos anos, deste, um pais atrazado, endividado, e sem cultura.Este pais está tentando mudar.De sua colaboração.Cale-se e vá brincar com suas netinhas.Se você não foi útil ao pais até agora, com 82 anos, não vai ser mais.
Tenho muito respeito pelo PLINIO, mas todos sabemos que os traficantes ja comandam os morros e favelas do rio de janeiro a mais de meio seculo. lembro-me bem quando crianca morando em vigario geral, que a violencia ja tomava conta de todo o rio de janeiro.
Com respeito a sua idade,Sr (Plilirica ) a eleiçao ja passou,agora e a dura realidade,nada tem volta nesta vida,guando tiveste aportunidade nao fizeste agora …Adeus viola … falar ate papagaio fala !
A violência não é desejo de ninguém. E contra o tráfcio ela se faz necessária.
O que não é necessário é uma operação de guerra na zona urbana em que o unico planejamento é “CAVEIRA”!
mais uma vez nas zonas pobres o Estado mostra seu lado armado, seu arsenal bélico
Se tudo der certo, sob a ótica do governo
daqui há alguns meses a unica diferença do trafico é que agora ele vai usar farda!
em qual dimensão ele vive? a situação AQUI é mais do que urgente,bandido do rio não é mais igual aos do filme cidade de deus,eles não tem mais nada a perder.as rízes do crime já sabemos,mas AGORA existe uma região que é um inferno total,filosofia não vai resolver o problema que acontece AGORA!e outra existem polícias americanas que usam tanques a muito tempo, é só pesquisar
Com todo o respeito que esse cavalheiro merece pela sua história, mas acredito que está errado. Até agora só vi essa “pobreza” munida de AR-15, pistolas e metralhadoras. O que o sr. quer? “Meu filho, não faça isso, é conta a lei?”. Será que essa bandidagem entende outra língua, que não o matraquear de uma arma? Só um muito inocente pode acreditar o contrário. A hora dos engravatados chegará, mas antes elimine-se os armados e verá que tudo fica mais fácil!
Plínio, vc se equivoca mais uma vez. Cai no extremismo e por isso falha em analisar adequadamente a questão. Apesar de sabermos que a polícia não resolve o problema, é nítida, óbvia, a necessidade de invasão e retomada de território nesse momento. Seu texto é recheado de bobagens e especulações. Está na hora de pendurar a caneta. O Sr. não está ajudando os movimentos de esquerda desse país. Recomendo entrevista com o Chico Alencar nessa mesma revista. Ali sim, uma análise perfeita e equilibrada.
Ô Plinio…por quê não te calas.
Impressionante esse cara! Só fala besteira.
A mente dele não evoluiu com o acumular da idade.
E um cara desses ainda sonhou que poderia governar o Brasil.
Fala sério!
O que me causa espanto é uma revista de gabarito publicar uma asneira dessas.
Senhor Plinio…. por que não te calas? Eu imagino que todos os que escreveram aqui, inclusive o Sr. Plinio, são moradores de loga datas em favelas. Então reforma agrária vai tirar as pessoas das favelas? Perguntou isso a eles? Conheça estas pessoas primeiro antes de ficar repetindo chavões anacrônicos: tá na hora de evoluir dinossauro, e isso passa por um simples teste: ouvir as pessoas os que elas querem, não que esta megalomania messiânica, típica da esquerda raivosa, propões como solução. Quanto a ação do Estado do presente caso, o Estado agiu certo. Errado está o descaso de dezenas de anos que levou a isso. Mas é do estado que tem que vir a solução.
Não adianta ficar com teorias sobre o crime e pobresa. O fato é que a marginalidade esta destruindo a nossa sociedade. É necessário começar a tomar-mos atitudes republicanas e sociais, se por cima ou por baixo
o fato é que as pessoas estão pedindo ações concretas, seja contra os maltrapilhos guerreiros da coca ou os engravatados de terno de primeira linha Tem quem avançar
Plinio vamos ver se deixa a demagogia de lado um pouco. Você fica filosofando, delirando a respeito da situação do Rio de Janeiro, porem não apresenta solução. Parece até o Jose Serra em Campanha politica. A posição da Rede Globo e semelhante a sua.
Na minha opiniao as UPPs sao positivas. Por algum lado a limpeza dessa baixaria carioca tem que começar… Esses bairros nada mais sao do que redutos de refens que nao tem aonde ir e tem que engolir esses criminosos ainda tendo que escutar as pessoas dizerem: nao podemos bombarderar aí pois tem mulheres e crianças, “todos coniventes com os bandidos”…. E aí começa a nivelacao pela superficie…. Fala serio… Os ratos correndo morro ao alto demonstraram que somente os direitos humanos impediram que fossem exterminados no momento de sua fragil fuga. Milhoes e mais milhoes, o estado tem de gastar pra garantir a democracia e o estado de direito. E as mulheres e crianças continuam sua sub-existencia em meio a fogo cruzado. Quantas sao as favelas a serem dominadas? 250? Quantas penitenciarias tem de ser construidas pra que o cidadao possa ter uma resocializacao, pra que seu periodo na prisao nao o transforme num clone dos truquetes da bandidagem ??????? Tantos quantos forem necessarios!!!!!!!!!!!!!!!!!
Acao, responsabilidade, fraternidade.
vamos nessa policiais de bem. Os reverencio.
E pensar que esse Plinio queria ser presidente da República. Que irresponsável! Vamos esperar a revolução socialista para combater a criminalidade. Meu Deus, a que ponto chegamos. Como deixaram essa figura se candidatar. É o fim do Psol, antes mesmo de sair da sua infância como partido. Seus deputados são homens honrados, mas de uma imaturidade intelectual que dá pena.
Todo apoio ao Beltrame e ao governo do Rio. O projeto das UPP deve continuar se estendendo a todas as favelas. Bandido deve, prioritariamente, ser colocado na cadeia, mas se tentar matar alguém, antes seja ele o morto. Com as UPP todos ganham: os do asfalto e os do morro e também ganha a cidade mais linda do mundo.
O Sr. Plinio deveria entrar no complexo do alemao vestido de branco e carregando uma bandeira da paz. Faca como Ghandi e lidere atraves do exemplo!
Quero protestar contra a carta capital uma vez que meus comentários não foram postados, ouve palavras fortes, mas não se constitui palavrão ou algo ofensivo,apenas verdades que precisaram ser ditas.Afirmo que, sou um leitor assíduo da carta capital e apoiei as suas publicações contra o preconceito e contra a velha mídia manipuladora, não posso me conformar com a hipocrisia da mesma, uma vez que sempre falaram das falcatruas de outros jornais, e , se utilizar da mesmo tática da revista “veja”, não publicando opinião de quem pensa por si, e discorda estampando na cara de certas pessoas as suas próprias hipocrisia e incoerência.E Reafirmo, Plinio é um idiota demagogo, como todos que possam concorda com ele.É hora meus caros de unir-se a uma solução,e não é com demagogia, do passar mão na cabeça, de safados, assassinos, traficantes, ainda colocarem como vitimas, e ainda para justificar essa visão, mesclam o trabalhador com esses safados, para se torna legitimo o termo inocência tb para bandida da, é um absurdo comparar o pobre trabalhador, com esses imundos.É fato, esta claro e bem visível, que não é criminalização da pobreza, mas reação a violencia proporcionada pelos bandidos.até a Globo pilantra que sempre foi,se uniu e faz reportagens em prol da policia de prender esses bandidos, acabar e prender esses criminosos…Não quero começar enxergar na carta capital, de que costuma publicar reportagens de fatos verídicos, não para mostrar os fatos como são, mas para se colocar como mocinha na história, e assim conseguir prestigio.
Concordo plenamente com o Plínio. como disem muitos hipocritas por ae “a culpa e da droga”
ai voce pergunta pra ele porque? ele fala Droga mata.
ai eu te pergunto: Oque matou mais ate hoje as drogas ou a proibição das tais????
essa é minha opinião
Lembre-se drogas nao levao ninguen a nada, eu não uso drogas só deixo issu claro porque li os comentarios acima e percebi que , quem se dis a favor do que o Plínio disse esta sendo ridicularizado como drogados que so pensão e comprar drogas com facilidade e na realidade nen todos são.
Por isso esse tema tem que ser discutidos por pessoas inteligentes e com muita cautela.
mas é obvio que sair matando por ai resolvera a questao apenas no momento e no futuro veremos as cagadas que fizemos…
Desculpa plínio, mas dessa vez não posso concordar! Primeiro, essas pessoas que moram nos morros cariocas jamais viverão novamente do campo. Segundo, há toda uma geração que não tem mais recuperação. Terceiro, o Estado tem subir o morro sim e mostrar para aqueles traficantes que o Rio tem governo. Quarto, a população do Rio tem de entender que estão numa guerra há muito tempo e que agora é uma chance de tentar a paz. Como diz a arte da guerra: quer paz, prepare-se para a guerra! Quinto não é uma força de ocupação, como vc quis dizer, fazendo uma semelhança com as ocupações estadunidenses na Ásia, mas uma força permanente que parece estar dando certo. Sexto, e não vou escrever muito senão vira livro. Vc parece não saber o que faça! Precisa estar na favela para saber o que é lá dentro. Do outro lado, precisa estar no lugar de um refém ou vítima da violência dos traficantes para saber como é. Do seu ap não dá para sentir isso. Então. Por que no se cala?
Como exatamente a reforma agrária ajudaria a resolver o problema das favelas do Rio?
“Em vez de camburões e tanques da Marinha, policiais a pé, percorrendo os morros permanentemente”
Uma presença militar permanente não intimida muito mais os cidadãos do que uma medida dita temporária?
Esses soldados percorrendo permanentemente percorrendo os morros não teria mais potencial para fortalecer afirmações como “morro é lugar de bandido” e para manter a população constantemente tensa?
Plínio está senil e não sabe o que diz. É perdoável.
É brincadeira esse plinio,acho que essas pessoas acreditam em papai noel, deixem de sonhar com besteois, a realidade é absurdamente calamitosa, são anos de desmandos e ocupações ilegais, uma sociedade que se organizou por si só, ali dentro os criminosos estabeleceu seu quarteis generais,é terra sem lei, retiralos de la requer bravura e determinação, a lei da física é universal, dois corpos não ocupam o mesmo espaço, então deixem de demagogias baratas isso é coisa de quem não tem nada a oferecer de comcreto. acho que quem ta certo mesmo é nosso velho e bom amigo joazinho 30, quem gosta de mizéria são os intelectuais, o povo gosta mesmo é de festa.
Plínio, sou seu correligionário e vou contigo carregando a bandeira da reforma agrária, legalização estatizada da maconha e distribuição de renda. Se o Estado não chegar com políticas públicas para atender as necessidades estruturais às parcelas mais pobres e carentes da sociedade, tudo o que hoje está acontecendo no Rio de Janeiro (como se fosse a primeira vez, como se fosse só aqui) continuará só como encenação.
Marcos, Túlio, Adolfo, Bruno e Fábio. Cuidado com o preconceito e com as generalizações em suas opiniões. Creio que os senhores não são leitores desta revista, que embora assumidamente (e isto é pedagógico) alinhada com o lulismo, mantêm uma linha editorial que permite a liberdade de expressão, tão açoitada pelos senhores. Só vejo explosões raivosas como estas na seção de cartas do Estadão, da Veja, folha e congêneres. Xô Malufismo…
Plinio, sempre o admirei, porém nessa você foi mal, e muito mal, pois não teve coragem, como ninguém teve até agora de botar o dedo na FERIDA DO RIO.
Quanta sandice, e imaginar que este senhor já foi promotor de justiça, o mal do Brasil é a incompetência, aliada a corrupção generalizada, achar que os traficantes são vítimas da sociedade, eles na realidade fazem parte dos opressores da sociedade em que vivem, no caso as favelas, que já são ruins de se viver e terriveis com a presença destes degenerados da natureza.
Plínio, com td o respeito.VAI DORMIR!!!!
Entendi Dr. Plínio, os traficantes não impõem medo na população, não matam inocentes, traficante não é diferente dos demais moradores da favela, quiçá eles de fato existam…finalmente eu entendi, agora está tudo mais claro…obrigado pelo esclarecimento!
LÁ VEM O POPULISMO PROTETOR DA ESQUERDA!
Terrorismo é problema de segurança nacional e Lula e Dilma se calaram por 4 dias… cadê Benedita, Edson Santos, Bittar e Lindberg? Sempre defenderam os criminosos vagabundos e agora se omitem…
E o Brizola que proibiu o combate ao tráfico, permitindo o seu acúmulo de capital e armas de guerra?
A favelização do Rio é fruto do populismo protetor com vistas a criar currais eleitorais. Cada político tem a sua favela, e chegamos ao absurdo de ter favela dentro do Jardim Botânico…
O problema não é só do Rio, trata-se de um problema nacional. São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia, Pernambuco, estão a ponto de chegar nesta situação….
No meio dessa confusão toda, a única coisa muito clara é que O ESTADO E O PODER ECONÔMICO sempre foram coniventes com a criminalidade. O fato de se ter feito esta força tarefa contra o tráfico só mostra mais claramente que as componentes de força do poder econômico que se beneficiarão dos eventos no RJ ficaram provisoriamente mais fortes do que aquelas ligadas ou tráfico de armas e drogas. Mas não nos enganemos, os verdadeiros bandidos ainda estão dentro do ESTADO (3 poderes) E DO PODER ECONÔMICO. Por quê no momento em que os bandidos estavam em campo aberto não foram cercados e presos ou mortos? Porque algum acordo foi feito para minimizar, MAS NÃO ACABAR, com o exército que tantos lucros vem dando aos que moram nos condomínio de luxo, aos magistrados envolvidos e agentes do poder coniventes com o crime.
Não se iludam. Se não houver prisões de magistrados, políticos e quadros importantes das instituições do estado é porque esse ACORDO PERDURA e garante no futuro a volta do estado de coisas que tivemos até então. Só acredito que mudou depois que os tubarões forem presos.
Plínio de Bela História parece ter perdido o elo com a realidade. Obviamente que esse modelo proposto por ele serviria se fosse aplicado em maço de 1964. Infelizmente já se vão 46 longos e doídos anos.
A própria população dessas regiões conflagradas entendem, infelizmente, que o tempo para esse utópico projeto já passou. Estou certo que todos que por aqui passam, leem e opinam prefeririam que não houvessem mortes nem violências.
Ele deveria visitar uma UPP fora do período eleitoral.
Fico pensando de que serve essa sabedoria dele diante de uma SP dominada pelo PCC?
Plínio de Bela História parece ter perdido o elo com a realidade. Obviamente que esse modelo proposto por ele serviria se fosse aplicado em maço de 1964. Infelizmente já se vão 46 longos e doídoa anos.
A própria população dessas regiões conflagradas entendem, infelizmente, que o tempo para esse utópico projeto já passou. Estou certo que todos que por aqui passam, leem e opinão prefeririam que não houvessem mortes nem violências.
Ele deveria visitar uma UPP fora do período eleitoral.
Fico pensando de que serve essa sabedoria dele diante de uma SP dominada pelo PCC?
O que se vive no Rio de Janeiro é uma situação de guerra. E uma guerra não se vence com discursos marxistas ultrapassados. Infelizmente, inocentes podem morrer nessas incursões, mas pergundo ao Drº Plínio: o que fazer então com traficantes armados até os dentes que não aceitam a tutoria do Estado de Direito e aterrorizam a cidade? Eu não mandaria flores.
Dizer que a UPP é uma mera “tropa de ocupação” é, no mínimo, irresponsável. Se isso fosse dito por um dos comentários ao artigo seria razoável. Mas um homem público, celebrado como referência política por muitos comete um errp grave ao dezprezar um mecanismo de “presença” do Estado.
De certa forma concordo que a questão social é o pano de fundo das mazelas das comunidades urbanas do país. E sim, as soluções passam por diretrizes complexas como reforma agrária, reestruturação do modelo de polícia ostensiva, inclusão social, etc.
O Plínio parece ter se tornado um destes homens públicos de argumentos simplórios. Achar que o confronto não é necessário é estranho. Não me parece a postura de quem pleiteou um cargo no executivo. É preciso posturas pragmáticas. Enfrentamento direto de forças criminosas.
Imagine só que pensemos em limpar uma casa infestada por ratazanas. Tomamos medidas de limpeza, evitamos entulhar coisas, acondicionamos os alimentos, reforçamos os armários.Mas fica proibido matar as ratazanas.
Os criminosos existem, é um fato. É preciso sim acabar com as condições de proliferação da marginalidade. Políticas públicas devem ser pensadas para curto, médio e longo (após olímpiadas e copa) prazo. Mas o enfrentamento é uma realidade a ser considerada.
A cereja do bolo foi a afirmação de que a produção de drogas químicas serve para lavar dinheiro de grandes capitalistas. Imagine o capitalista corrupto que amealhou alguns milhões de maneira fraudulenta e tem a idéia brilhante de mergulhar seus sujos tostões no tráfico e produção de drogas para depois resgatar seu capital limpinho, limpinho.
Não. Eu não devo ter lido isso.
A resenha do livro “Elite da tropa” lança luz no problema (fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142006000300028&script=sci_arttext):”Se o contexto exige uma demonstração de força mais incisiva por parte do governo na área da segurança, é a polícia que exerce esse papel e sobre ela é que recaem tanto a pressão para um resultado “eficiente” quanto a responsabilidade por ações desastrosas. Se o resultado político da ação policial é positivo, a violência empregada é facilmente justificada, alegando-se a proporcionalidade no uso da força e a inevitabilidade das mortes. Todavia, essa violência não se aplica de forma homogênea à população, visto que as vítimas preferenciais são pobres e negras, “prováveis” traficantes; à elite branca, que alimenta o tráfico de entorpecentes, o tratamento dispensado é completamente diferente.Outro aspecto que se sobressai são os diferentes propósitos da truculência da polícia que ora funciona como procedimento de “limpeza social” para eliminar os bandidos, ora funciona como meio de resolução de disputas entre quadrilhas que têm policiais entre os seus integrantes. Entre as mortes causadas pela polícia, diariamente publicadas nos jornais, fica difícil identificar o que realmente é resultado de um confronto inevitável daquilo que é resultado de disputas que não atendem aos interesses civis democráticos. Tal “política de segurança” delineia um perfil violento às ações policiais, facilita a corrupção entre seus agentes, não pune o mau profissional e oferece ao bom policial no mínimo a opção de conivência. Qual é o resultado dessa lógica? A violência policial empregada nos morros, em princípio considerada eficiente, não rompe com a dinâmica do crime organizado cuja centralidade passa longe das favelas.Assustador é o fato de que o livro não remete apenas à situação da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. O caos na gestão dos recursos materiais e humanos no sistema de segurança e justiça criminal e a tênue fronteira entre o mundo da legalidade e da ilegalidade parecem ser a regra e não a exceção no contexto brasileiro.O desejo dos três autores é de que um dia a reconciliação entre a sociedade e polícia, que tem sua imagem e credibilidade tão desgastadas atualmente, seja possível. Para que esse processo se inicie, consideram necessário, primeiramente, encarar a verdade e reconhecê-la, sem hipocrisia, mesmo que seja pela mediação da ficção. No entanto, ir além da ficção e reconhecer essa verdade no nível institucional e social em busca de mudanças é o que parece ser o mais complicado, visto que o custo político e mesmo pessoal pode ser altíssimo. Os poucos que tentam se aventurar nessa direção são eliminados, derrubados ou desmoralizados. Enquanto isso, o cidadão comum figura como mero espectador prostrado diante dos eventos”.
Quem lucra com o pânico?
É pouco provável que nós, sociedade, imprensa, partidos e outros entes saibamos, de verdade, as causas dos ataques perpretados na capital do RJ.
É pouco provável que exista uma só causa, pois um tema tão complexo como a violência e a criminalidade não podem ser resumidos a três ou quatro frases de manchetes ou 2 minutos de editoriais televisivos.
Mas cada parte da sociedade, a seu modo, e devido a seus interesses, vai procurar respostas, que quase sempre serão incompletas, quando não totalmente equivocadas. Aqui, na questão da segurança pública, o melhor é saber fazer as perguntas certas.
Quem sabe assim possamos escapar a lógica que nos domina há tempos, de procurar “culpados”, ou “inimigos números 1″, para encaixar a perspectiva que apenas serve para manipular a opinião pública, e cumprir os desígnios obscuros de algumas agendas políticas.
Não se trata de síndrome da conspiração, ou de reeditar o “roteiro tropa de elite 2″.
Mas se há uma virtude no olhar arbitrário(atenção: isso não é uma crítica do filme) do diretor em relação a temática:polícia-crime-sociedade, foi lançar luz sobre a zona cinzenta dos poderes e como a sociedade legitima práticas que depois se voltam contra ela mesma.
Esse é o caso que assistimos na tela da vida real.
É possível que aja uma coordenação de ações de reação de criminosos a política de segurança pública do governador? Sim, é possível, mas pouco provável.
Primeiro, é preciso desmontar o mito de que tráfico de drogas, EM SUA ESCALA DE VAREJO(bocas nos morros), é crime organizado.
Não é, nem nunca foi até agora. Pode ter certo domínio territorial, as “bocas” funcionam com certa hierarquização e divisão de tarefas, e assédio das forças policiais com a corrupção, o popular “arrego”.
Mas nada que permita encaixar esses eventos na estrutura de crime organizado, com infiltração no aparato estatal, nos eixos decisórios, como fizeram o Jogo do Bicho, a máfia dos caça-níqueis e agora, as milícias.
O nível de organização do tráfico se restringe a sua esfera “atacadista”. Lá não há disputas, o sangue não transborda das telas e jornais, nem choca a opinião pública.
Onde há guerra, não há estabilidade e organização.
O tráfico não se organiza porque ainda não se legitimou como atividade paralegal, como fizeram os bicheiros nas Escolas de Samba, clubes de futebol, etc, e as milícias nas esferas de poder parlamentar e executivo, com sua escalada eleitoral e política.
Na verdade, historicamente, quem “organizou” o tráfico foram as polícias, imprensa e sociedade.
A polícia porque não dava conta de combater o problema em onde era necessário (lavagem de dinheiro, tráfico de armas e redes internacionais de distribuição atacadista), e por isso superdimensionou “o inimigo local”, o gerente e dono do morro, que passaram assim, a serem “maiores” do que eram. Era preciso pescar sardinha, e falar que pescou tubarão.
A imprensa pelos motivos óbvios: sensacionalismo, e disseminar o pânico na classe média para reverberar preconceitos e chancelar o extermínio e a violência policial. Enquanto “gente de bem”, dos degraus mais altos do jetset, banqueiros, comerciantes de artes, carros de luxo, advogados, etc, e todos os ramos ligados a lavagem de dinheiro passavam longe das páginas policiais.
E a sociedade para corroborar suas escolhas políticas representandas nos seus governantes eleitos, que respondiam seus “anseios” combatendo a violência com mais e mais violência.
Assim, criamos o mito moderno do supervilão da favela.
No entanto, a prova disso, de que não há organização nas redes de varejo de drogas é a “guerra” que travam entre si para demarcar seus pontos de venda.
Essa etapa já foi superada há tempos pelas atividades que descrevemos como organizadas (jogo do bicho, maquininhas, transporte pirata e por último, as milícias), e que lhes permitem centrar fogo na sua atividade-fim, salvo os períodos de sucessão e de redivisão de territórios, provocados por morte/prisão dos “capo famiglias”, como vemos há pouco tempo no Rio.
Sendo assim, é pouco provável que traficantes “gastem” tempo e dinheiro para atrair a atenção da polícia, a ira e a sede de sangue da classe média, o “apetite” do governo em demosntrar que “não tolera” afronta com repressão violenta, quando nada ou pouco tem a ganhar com tais ações terroristas.
A definição clássica de terrorismo é apropriada para definir os eventos: Uso de dano ou lesão a pessoas/patrimônio, sem que estejam relacionadas com os agressores, e sem resultado patrimonial ou qualquer ganho logístico(território, armas, etc), com intenção de disseminar pânico e desafiar a ordem estatal.
Traficantes do RJ, depois de vários anos, já demonstraram que raras vezes recorreram a tais métodos para “tocar suas empresas”, muito embora sempre estivessem associados a outros ataques ocorridos, afinal, se encaixam bem no figurino “suspeito-padrão”.
Hoje, a política de UPPs é um importante agente regulador do mercado de drogas ilícitas no RJ. Se a venda cai, é verdade, também caiu o risco de invasão “inimiga”, o que libera parte do “capital” empregado na compra de armas, e diminui a necessidade de mão-de-obra para “contenção”.
Mas voltemos a pergunta inicial: Quem lucra com o pânico?
Há quem sempre deseje desestabilizar secretários de segurança, fato corriqueiro em transição de governos, ainda que este tenha sido reeleito.
Mas há outros setores que lucram DEMAIS com a indústria de (in)segurança pública:
Os setores que vendem armas, carros e todo o tipo de material e serviços para órgãos públicos, que já estão de olho na recolocação de seus aliados em postos-chave, tendo em vista que o “grosso” dos contratos serão celebrados em 2011 e 2012, com vistas a Copa de 2014.
Por fim, não é demais lembrar: No PAN 2007, de acordo com investigações da CPI das milícias da ALERJ, essas “organizações” cresceram no entorno das instalações pan-olímpicas e nos seus corredores de transporte, e pelo jeito com que foram tratadas pelo então secretário de segurança (Marcelo Itagiba)que foi o deputado eleito em 2006 que, justamente, distribuiu sua votação nesses redutos e teve 18,6% dos votos concentrados em Rio das Pedras (ver Carta Capital, coluna Maurício Dias, dessa semana), esse fato não foi mera coincidência.
Como agora as milícias se transformaram em um estorvo, pode ser que o “argumentos” para forçar mudanças de “rumo”, e incremento do “combate ao terror” tenham “se incendiado” novamente.
Afinal, quem mais lucraria com o pânico, senão quem o disseminasse para oferecer proteção?
esses homens que falam esse tipo de coisa que o Joseph falou (“o mundo seria muito melhor governado por mulheres”) são os mais falocratas. é o típico elogio condescendente que na verdade pensa que as mulheres são idiotas e inferiores, mas acham que estão fazendo um grande favor ao fazer esse tipo de “concessão”. é o tipo de preconceito ao contrário, que não deixa de ser preconceito. e ginegogia barata.
Parabéns Plínio, pela sua coragem de expor sua idéia num momento em que a mídia impõe o seu senso comum e fico adimirado com seu espírito jovem. Seguindo na mesma linha de raciocícinio segue texto do prof. José Claudio Souza Alves: Violência no Rio: a farsa e a geopolítica do crime – http://bit.ly/hxMrNy
As perguntas que devemos fazer são: porque tantos jovens em plena juventude, se entregam ao tráfico de drogas ao invés de estarem fazendo parte da chamada sociedade organizada? será que esses jovens tem oportunidade de uma vida melhor, ou o ambiente em que nasceram os levam a tal caminho?será que eles são os opressores ou oprimidos nessa história? Só quem nasceu e viveu num barraco 4 x 4 em cima de um morro, onde não existe lazer educação e saúde pode responder com precisão essas perguntas. A chamada sociedade organizada sempre virou as costas para as favelas, esperavam o que? que esses jovens viveriam submissos iguais a como seus pais viveram? existem muitos Brasis e esses jovens não fazem parte de nenhum deles. Não são cidadãos, são apátridas dentro disso que chama sociedade.
Parabéns, Plínio!
Pena que a maioria dos leitores não tenha alcançado a profundidade de seu pensamento, pelo que vi de alguns comentários acima.
É muito bom saber que, embora minoritários, não estamos sozinhos!
Abs
Rapaz, Plinio Voce está e muito equivocado. o problema nao de criminalizar a pobreza é uma questão muito sería, detesto preconceito, mas ta na hora da “esquerda” maconheira para de defender traficante, usando e manchando a imagem dos Direitos Humanos.
E tomara que derrubem pelos menos uns cem,não quero ficar pagando impostos para sustentar bandido na cadeia, é menos custeio para o dinheiro publico. E para isadora, outra imbecil,defina inocencia, incrivel ´q eu ninguem é culpado mesmo dando a cara,aposto que os inocentes a que ela se refere são os traficantes que não foram fichados. Acho que para ela se associar ao trafico não é crime, mas modo de vida, e se o cara ainda não foi ficahdo é inocente.. tenha dó…a propria popuilação do rio em massa e inclussive dessas favelas apoiam a ação e querem que de um fim, nessas ondas de violencia, provocado principalmente por demagogia…
Tou cansados de idiotas…
Contraponto: de Luiz Eduardo Soares (http://luizeduardosoares.blogspot.com/): “Uma das fontes da degradação institucional das polícias é o que denomino “gato orçamentário”, esse casamento perverso entre o Estado e a ilegalidade: para evitar o colapso do orçamento público na área de segurança, as autoridades toleram o bico dos policiais em segurança privada. Ao fazê-lo, deixam de fiscalizar dinâmicas benignas (em termos, pois sempre há graves problemas daí decorrentes), nas quais policiais honestos apenas buscam sobreviver dignamente, apesar da ilegalidade de seu segundo emprego, mas também dinâmicas malignas: aquelas em que policiais corruptos provocam a insegurança para vender segurança; unem-se como pistoleiros a soldo em grupos de extermínio; e, no limite, organizam-se como máfias ou milícias, dominando pelo terror populações e territórios. Ou se resolve esse gargalo (pagando o suficiente e fiscalizando a segurança privada /banindo a informal e ilegal; ou legalizando e disciplinando, e fiscalizando o bico), ou não faz sentido buscar aprimorar as polícias. O Jornal Nacional, nesta quinta, 25 de novembro, definiu o caos no Rio de Janeiro, salpicado de cenas de guerra e morte, pânico e desespero, como um dia histórico de vitória: o dia em que as polícias ocuparam a Vila Cruzeiro. Ou eu sofri um súbito apagão mental e me tornei um idiota contumaz e incorrigível ou os editores do JN sentiram-se autorizados a tratar milhões de telespectadores como contumazes e incorrigíveis idiotas. Ou se começa a falar sério e levar a sério a tragédia da insegurança pública no Brasil, ou será pelo menos mais digno furtar-se a fazer coro à farsa”.
Olha! não suporto demagogia, se quiserem criticar, critiquem depois que haver a pacificação e a ação consumada. Depois podem decidir fazer o que fazem de melhor,” meter o pau”.Não se esqueçam que jornais tb são rsponsaveis por essa violencia, ficam dando espaço e ibope, para imbecis e idiotas formadores de opinião, onde o conteudo da opinião é passar a mão na cabeça de traaficantes e assassinos, em suma, influencia para que se deixe como esta.É Incrivel a babaquice desses irresponsaveis.Sempre colocam opinião que vai contra o espirito de reação para solução, não levam em consideração que em outros paisses isso poderia ser colocado como estado de sitio, restringindo a maior parte dos direitos contituidos por força maior, por que é desses direitos que esses bandidos se benecificiam para continuar instalar o caos, lebrem que tem muitos associados ao trafico nem se quer tem ficha na policia.Dificultando assim prende-los, umas vez que vão ser estes os possiveis substitudos de criminosos, que serão presos, ou seja , não adiantou nada.é isso que tem que ser discutido, e apoiado para que seja solucionado o problema, não ficar dando espaço pra idiotas, para dar opinião demagoga. por que não estamos em estado de direito, mas de caos provocados pela propria legalida dessas leis penais insanas,e pontencializadas por babacas…Ai fica como ta agora.A carta capital deveria ser mais seria, e responsavel , precisamos somar.não dividir..
Primeiro que discordo com a maioria das falas e segundo Plínio Arruda foi mal interpretado.
Plíni não atribui o extermínio dos pobres somente a polícia, e sim, ao estado com sua política de “mata mas faz”. E como foi citado numa das falas anteriores dizendo que para entender esse processo bastar olharmos a história.Bem, olhando a história, a cidade do Rio sempre foi constituida de plíticas de segregação sobretudo criminalização territorial e social da pobreza… para tanto quem lembra das mudanças feitas pelo Prefeito Pereira Passos que ficou conhecido como o prefeito “bota baixo” empurrando a população pobre para os subúrbio cariocas. posteriormente veio Carlos Lacerda com sua plítica de embelezamentto da cidade, contudo na sua essencial era a mesma política de Pereira Passos. hoje o que temos é um fenômeno novo, uma nova roupagem para uma velha forma representada na figura de Sergio cabral e Paes com as políticas do “choque de ordem” e “unindo forças” isso se aplica ao que estamos vendo hoje na cidade bem como disse o comandande de polícia ” a plícia carioca é um inseticida social”, ao mesmo tempo em que ele se refere somente aos moradores de favelas e aos traficantes.nesse sentido, todas as mazelas da sociedade são atribuidas a essa populações, quem está acompanhadando essas, bem como disse beltrame “mega operações” viu uma repórter da globo dizer que estas pessoas causam inferno em nossas vidas.
Desse modo, acredito ser uma ENORME grosseria achar que o crime “organizado” estão localizados nas favelas fazendo-se operações apenas nestes locais. jogo do bixo também é crime organizado,assim como milícias, então pq não há extermínio dessas pessoas? é obvioque isso não ocorre simplesmente pq há agentes do estado elvolvidos nessas relações.
Outro ponto mencionado acima em discordância do Plínio foi não atribuir a violência as desigualdades. Devo discordar novamente. para quem possui uma curiosidade mais aguçada poderá encontrar no site do IBEGE ou até mesmo em livros didáticos que os principais estados do Brasil com maior índice de violência não são os mais pobres e sim os mais desiguais, só para exemplicar, o estado do Maranhão é um dos mais pobres do Brasil, mas não é um dos mais violentos, enquanto que o Rio que está entre os mais ricos é um dos mais vilentos. portanto essa discussão para quem achou que estava superada por ser uma bandeira da esquerda precisa rever alguns conceitos sobre esses temas.
É isso…
desde de quando ela sabe o que é bom nas comunidades?
algum dia ele viveu ou sofreu a opressão na carne?
fala sério!estamos sim felizes ,pois dizer que exercito reprime a classe pobre!
sua mente é retrógada.por mentes e políticos gargantas é que vivemos esse caos;pois só ladrampara tirarem proveito da situação .saiba este senhor que ele está longe de saber o que vai em nossos corações e mente,toda ação provoca um reação .
eles acreditam mesmo que todas as pessoas são ignorantes ,cegos e ignorantes?
esta na hora de rever seus conceitos ,ou melhor esta na hora de se aposentar ,porque não fez alguma coisa antes quando tinha folego?
bem cansamos e queremos é mais ordem e tem que vir daqueles que comem e bebem as nossas custas a séculos,sem nos da respostas,voces são tododos hipócritas!
Conheci alguns meses atras uma competente educadora carioca. Ela contou-me que esteve numa escola na Cidade de Deus após o trabalho da UPP, o comportamento dos meninos na escola era totalmente diverso daquele que ela presenciou 10 anos atras, quando os meninos eram agressivos e pouco afeitos a disciplina necessária numa escola. O professor agora pode dar aulas, pois existe respeito e paz dentro de sala, respeito bem maior do que aquele em colegios para populações mais abastadas.
UPPs envolvem um conhecimento da comunidade, percepção de carencias(criam-se creches, ambulatorios, etc), nao se limita a presença policial.
Este Plinio deveria conhecer quem vivencia as siuações, e esta revista deveria ser mais cuidadosa com as opnioes que colhe. O cinismo de Plinio, fervoroso catolico paulista, muito amigo de integrantes da FTP, nao convence mais ninguem, apenas aos tolos.
Carta Capítal, desde que voces nao tiveram a coragem de revelar a nefasta trama que envolve o medicamento Tamiflu_limitaram-se a falar dos altos lucros da Roche_ perdi bastante um tanto da atenção e importancia que concedia voces.
É impressionante a capacidade do ser humano de acreditar e defender um argumento partindo de um pressuposto completamente, digamos, bizarro.
creio que a carta capital, revista que respeito muito, com intuito de ensinar e trazer fatos sob uma perspectiva de maior qualidade e pluralidade, deve se surpreender com a ignorancia da grande parcela dos seus leitores.
Os comentários do texto mostram como a educação e o esclarecimento do povo brasileiro anda mal das pernas, está comprometido nessa geração, e o andar da carruagem indica que de nada está sendo feito para melhorá-la.
Sem dúvida Plínio, após anos de estudo, vc deve se surpreender como uma pessoa pode ser burra a ponto de dizer que “não há mais ricos ou pobres, qualquer um com inclinação para o crime cede”. Como se cada pessoa já tenha nascido boa ou ruim… que comentario mais simplista!
Ainda bem que eu não penso assim: pessoas que já estão com o preconceito enraizado no caráter, que tem a propensão a ignorância e a manutenção desse sistema violento em que vivemos, não são burras pq nasceram assim, e sim pelo contexto complexo de emburrecimento que somos vítimas a todo momento.
Estudo virou sinônimo de decorar o que é dado em grandes corporações como “Anglo, objetivo, coc etc”, e o Estado tira o dele da reta!
Gostaria de elogiar e reforçar o que foi dito pela Talita Soares do Carmo: “PLÍNIO NOS PRESENTEIA COM A SUA LUCIDEZ”
Ouso dizer que esta manobra da política do RJ será usada, um dia, na campanha presidencial de Sergio Cabral e Eduardo Paes. E pode ter certeza que os marqueteiros e manipuladores de plantão elegerao esse tipo de politicos. No mínimo mais de 20% de votos terão.
E é por isso que eu votei primeiro turno, segundo turno e sigo votando 50!
Plínio… um pedido encarecido…. EU QUERO MAIS!!! Vc já faz muito pelo Brasil, pelo mundo, pela humanidade. Estou sedento dos seus esclarecimentos… EU QUERO MAIS!!!
Meu Deus… QUE PAIS É ESSE????????
A crise, é uma crise de consciência.
Uma crise que não pode mais aceitar as velhas normas, os velhos padrões, as antigas tradições. E, considerando o que o mundo é hoje,
com toda a miséria, conflito, brutalidade destrutiva, agressão, e por aí fora…O homem ainda é o que era. Ainda é brutal, violento,
agressivo, aquisitivo, competitivo. E, construiu uma sociedade Dentro destas linhas. – Jiddu Krishnamurti -
É por excesso de filosofia que hoje presenciamos tais fatos lamentáveis.
Alguém de sã consciência acredita na recuperação desses traficantes? Talvez algum pastor dedicado.
Não tem jeito, chegamos ao limite da racionalidade. Agora é guerra e na guerra não é para ter pena.
Quando a guerra acabar, temos que deixar de ser hipócritas. Os criminosos que sobrarem devem sofrer uma punição exemplar. Os legisladores devem deixar de firula e modificar a legislação para acabar com a mamata nos presídios, isto é, o preso vai comer uma ração alimentar que o mantenha vivo. Não pode o preso comer melhor que o soldado, o que é uma inversão de valores. Se não quiser comer que fique com fome, afinal já são maiores de idade e não somos obrigados a servir de babá para eles. Não é para filosofar é para fazer. Visitas? Uma vez por ano para os de bom comportamento. Afinal, o cara está preso ou hospedado num hotel de 5 estrelas? Celular? Prá que? O infeliz tem que receber uma lavagem cerebral de civismo e ser isolado da sociedade.
As comunidades têm que ser ocupadas e as pessoas que lá residem deverão ter uma ocupação. Já que o investimento em educação é mais inteligente do que em segurança, os profissionais de segurança para lá enviados terão também o papel de educadores e tem que estar preparados para tal.
E o pessoal do asfalto? Essa turminha na qual nos incluímos, que tem educação, que se diz mais inteligente e preparada que os outros, que destila preconceitos, tem que fazer por onde e deixar de consumir drogas e dar o exemplo de civilidade. Afinal, os políticos que tanto criticamos são eleitos por nós. Temos que buscar políticos que deixem de falar bonito e consigam diminuir as desigualdades sociais para que possamos sair na rua sem medo de que nos ponham uma arma na cabeça.
É tudo muito simples. O Plínio é um esquerdista nato… e todo esquerdista gosta de defender bandido, e quase sempre se põe contra a ação enérgica do Estado no combate ao crime… Não é a toa que a esquerda é contra a pena de morte, embora cinicamente aceita a pena de morte em Cuba, como aceitou na URSS.
Já já, o Paulo Vanuchi vai aparecer por aí dizendo que a ação militar e policial estão ferindo os direitos humanos dos pobres bandidos…
Sugiro aposentadoria ao sr. Plínio. Com esses argumentos acima, foi-se o pingo de admiração que eu possuía de vossa pessoa.
Se o povo que mora em favela fosse realmente do bem, denunciava os vagabundos, principalmente a caminho do trabalho, onde poderiam parar em um orelhão e ligar para o disque-denúncia.
Se está com pena dos que apóiam vagabundos, leve-os para tua casa e os abrigue enquanto a coisa certa está sendo feita.
Quem não denuncia, não tem direito de reclamar de bala perdida!
Caro Plinio, bata palmas em frente a casa de um traficante no complexo do alemão, converse com ele. Diga: “- Meu senhor, para com esta violencia, não seja assassino, não queima as pessoas dentro de pneus, não queime ônibus e os carros dos cidadãos, não faça justiça com as proprias mãos, não crie o pânico na cidade, as pessoas precisam de paz”. E arremate: “- violencia gera violencia”. Depois me diga a sua resposta.
Plinio, o senhor está certo, quanto aos comentários, nossa, muitos clichês de classe médias que os tornam bitolados, prq vcs leem a carta capital? leiam a Veja, ela escreve o que vcs gostam.
Por favor Carta Capital, convide esse senhor para uma rápida passagem pelo morro do Cruzeiro ou por qualquer outro para ver se será respeitado pela sua idade. Até mesmo a Carta Capital deveria deixar o ancião modernozo do PIG em descanço e esquecimento. Fico admirado que uma pessoa com essa idade e com aprofissão de advogado possa se fazer de Dom Quixote. Causa social coisa nenhuma, o narcotráfico é coisa de vagabundo canalha. Só entram no tráfico os que querem ganhar dinheiro fácil sem a devida contraprestação de trabalho. O narcotráfico é uma indústria, um negócio altamente lucrativo ãs custas do vício de desavisados. Talvez esse senhor não tenha percebido o tipo de armamento utilizado pelos narcotraficantes e seus valores de mercado. Pobres coitados desses esquecidos pela sociedade que se armam com equipamentos que custam em torno de R$ 40.000,00 (fuziz R 15) cada. Pobres coitados que matam cidadãos e cidadãs pelo simples prazer de matar. Pobre coitado esse Plínio Pinel.
Se o Plínio vivesse aqui no Rio, certamente, ele, por ser idoso, já teria sido assaltado diversas vezes. Sem falar a forma desreipeitosa que esses delinquentes tratam os mais velhos. Plínio a chapa esquentou, mas o Cabral tá no caminho certo e é apoiado pela maioria da população. Carta branca para o Sergio Cabral.
Nossa, nunca vi tanta Caca junta.
-”Criminalização da pobreza”? Viver com um monte de bandido na vizinhança e viver no Olho por Olho e Dente por Dente, deve ser legal né? (Tá certo que o governo não olha para as comunidades de favela, mas não sei se com os bandidos é melhor ou não qnto a direitos. Aí tem q perguntar para qm vive lá.)
Agora que aquela migração de pessoas não tinha um Santo… AAAAh, não tinha! Todos armado para o bem social, né?
-Tropa de Elite 2 agora é baseado em fatos reais né? (não que não tenha coisas similares com a realidade, mas utilizá-la como prova de alguma coisa é demais pra mim!)
-Não sei se os 33 foram bandidos ou não. Temos que saber da confiabilidade dos que falam se são ou não, mas fica o dito pelo não dito.
Plinio, pq no te callas? Esse discurso poderia colar na decada de 50… Mas agora ja ta ultrapassado. Acredito q vc nao tenha duvida pq perdeu as eleicoes…
Plínio diz coisas conexas, é certo, mas, convenhamos, aqui e ali solta bílis venenosa! Meu Deus!
Infelizmente, chegamos a um ponto onde a repressão é necessária. A polícia tem que prender esses marginais, porém morte não é solução. O que vejo na maioria dos comentários é “que estava mais do que na hora do BOPE subir e matar todos esses bandido.” Traficante ta ali pra matar ou morrer, eles não tem nada a perder, entretanto eles não nasceram marginais, a maioria entrou nessa vida por falta de oportunidade. O que me intrigou é que tive a impressão que a idéia da Polícia era entrar somente na Vila Cruzeiro e eles tiveram o azar da Rede Globo mostrar ao vivo, dezenas de bandidos fugindo por uma rota de fuga para o Complexo do Alemão. Agora não tem mais volta, eles vão ter que montar uma operação bem maior e mais arriscada, onde pode haver mais mortes, porque foi mostrado ao vivo bandidos armados fugindo enquanto o BOPE, Marinha e PM exibiam seus tanques e armamentos para a imprensa. Pela primeira vez a Rede Globo fez algo de útil.
Com todo o respeito que o Plínio merece, ele está falando bobagem.
A equação que ele apresenta – violência dos bandidos – violência da polícia – mais violência dos bandidos – numa retroalimentação – já não é tal qual alguns anos atrás.
Achar que as UPP´s são tropas de ocupação é ignorá-las completamente.
De qualquer forma, algumas ideias extravagantes não comprometem – muito pelo contrário – a beleza do jogo democrático.
Eu concordo em genero, numero e grau.
Não existe outra forma mais eficaz de incentivar a violência do que dando violência.
Esta história de sair matando traficantes é só uma saída para o governo, porque eles próprios criaram este tipo de realidade.
Se fosse um governo pleno que tivesse condições de estruturar bem a sociedade brasileira, o BOPE seria completamente dispensável, se já não é.
Qualquer forma de repreensão armada é um erro.
QUE EXISTA A PACIFICIDADE!
No Brasil não temos bons cidadãos, temos apenas bons torcedores que enriquecem empresários de futebol e se fazem de exercito de paixões futebolísticas(lotam estádios). Todos os torcedores transvertidos de cidadãos esperam do Estado, mas ninguém faz nada. Culpam o Estado por tudo, pois este é e sempre foi o jargão do comodismo engessante. Enquanto isso: Procurador é morto nos estados, juízes são comprados no interior, a imprensa surreal e elitista amedontra e enfatiza os maus exemplos, empresários são coniventes com as corrupções e aumentam lucros.
Somos um exército de egoístas e medíocres sempre esperando pelo outro ou pelo “super man”. E, depois, dormem como se nada tivesse acontecido. E, quando o sol desponta no horizonte, ignora durante o dia as nossas discrepâncias sociais com a cena real de um mendingo esparramado no chão de um centro metropolitano qualquer, ou melhor, apodrecendo no chão de forma invisível à maioria.
Se tem feijão na minha mesa, que se dane o resto! escoram nas próprias ilusões dos seus mundinhos pessoais, se aterrorizam com o óbvio(bandido mata! Sim, aquele desprovido não só da atenção do Estado, mas de empresários responsáveis e atuantes e cidadãos conscientes).
Sonâmbulos inconscientes, zumbis tecnológicos, vaidosos doentes e saltitantes, egoístas legitimados… AÇÃO que é bom, NADA. Depois vão a um consultório de um grande psicólogo midiático curar seus males modernos com muitas drogas. Os psicólogos? Brasileiros formados no exterior e cada vez mais ricos! Eis o lucro da INSANIDADE MODERNA!
SOCIEDADE BRASILEIRA IRRACIONAL E HIPÓCRITA!
É impressionante que o melhor argumento que o Plínio arrumou para defender seu ponto de vista tenha sido o filme Tropa de Elite 2. Uau! Isso quer dizer que se ainda não tivesse o T. de E. 2 a responsabilidade seria atribuída aos estudantes da PUC? Ora, fala sério! Plínio! Espera o Tropa de Elite 3 para saber como enfrentar a corrupção na política! E, quem sabe, com o Tropa de Elite 4 ele poderá falar da estupidez dos políticos que para não perder o discurso, perdem o bom senso. Quanta asneira.
Plínio, não. Mesmo sendo bandido, não pode. O Estado tinha por dever não se igualar ao “sub estado do crime”. Crime é sub estado. O Estado já deveria se sobrepor a isso. Mas tudo o que temos entre Estado e sub estados, é só uma massa um tanto homogênea, já, que só varia de escalão. De cor, de nível sócio-econômico, de companhias, de oportunidades, de ambientes diversos, de estética, de nível cultural, de poder, e de interesse. Enfim. Até o traficante quer (e acho que tem o direito de) sobreviver. Se, por motivos vários, que unem faltas, dele e do Estado, só sobrou isso para ele fazer, ele vai fazer. Claro que existem aqueles que em mesma situação (de faltas), age completamente diferente. Não raro, esse se torna usuário. Mas veja só! Também temos usuários com menos faltas. Enfim, o grande mal estar existencial humano se desenrola a olhos revistos. Faz anos que se discute muito mal essa questão, e quando chega a hora de se tomar uma atitude, se toma a mais ingerente e desastrosa possível? De todos os tempos? Eu não consigo crer que o BOPE não tenha um Centro de Inteligência, que não tenha antevisto e advertido quanto a possibilidade dos traficantes não reagirem, obviamente não se renderem, e… fugirem!
A impressão que fica é que se quer uma “limpa” no Rio de Janeiro. Para ficar bonitinho para a Copa, e para as Olimpíadas. Para os Eikes Batistas (se duvidar, ele substitui o “s” por “x”) poderem vender apartamentos que – escreva(m) – vão aparecer em plena mata altântica, que era tombada, mas foi quase inteiramente… queimada. Dizem que por UM balão, desses de festa junina. A gente finge que acredita, né? Fazer o quê? O Brasil está se vendendo ou é isso a globalização? Vai ver alguém mais antenado possa até soltar um “dã…”, mas juro que se isso é a globalização, ela já começou errada. O que milionário, governo, poder em geral, não entende, é quanto mais eles se empurram os mais beneficiados pelas faltas para as bordas, mais a borda infla e expreme o poder. Presídio devia ser um bairro inteiro. Fora da cidade. Presídio escola. Trabalha e estuda. E nada de pena máxima de 30 anos. A pena deveria se estender até o sujeito ter mudado num tanto, que quase nem quer sair mais da cadeia. Torturando e matando, não se resolve o problema. Que é das drogas. Mas mais do que isso, é de falta de comprometimento com a solidariedade. Que raio de sociedade é essa que só sabe julgar, e que adora ver sangue?
Acha tudo utópico? Eu não acho. Só acho dificílimo de ser feito. Principalmente pela diversidade de interesses que (des)norteiam o ser humano. E as UPPs me engaram. Eu achei que justamente por elas estarem lá, não haveria a chance de acontecer o que aconteceu. E vai vir gente dizer que aconteceu porque os traficantes não aceitaram a presença das UPPs. Se legalizarem alguma droga nos próximos cinco anos, a ação de agora se revelará patentemente criminosa.
Plínio, não. Mesmo sendo bandido, não pode. O Estado tinha por dever não se igualar ao “sub estado do crime”. Crime é sub estado. O Estado já deveria se sobrepor a isso. Mas tudo o que temos entre Estado e sub estados, é só uma massa um tanto homogênea, já, que só varia de escalão. De cor, de nível sócio-econômico, de companhias, de oportunidades, de ambientes diversos, de estética, de nível cultural, de poder, e de interesse. Enfim. Até o traficante quer (e acho que tem o direito de) sobreviver. Se, por motivos vários, que unem faltas, dele e do Estado, só sobrou isso para ele fazer, ele vai fazer. Claro que existem aqueles que em mesma situação (de faltas), age completamente diferente. Não raro, esse se torna usuário. Mas veja só! Também temos usuários com menos faltas. Enfim, o grande mal estar existencial humano se desenrola a olhos revistos. Faz anos que se discute muito mal essa questão, e quando chega a hora de se tomar uma atitude, se toma a mais ingerente e desastrosa possível? De todos os tempos? Eu não consigo crer que o BOPE não tenha um Centro de Inteligência, que não tenha antevisto e advertido quanto a possibilidade dos traficantes não reagirem, obviamente não se renderem, e… fugirem!
A impressão que fica é que se quer uma “limpa” no Rio de Janeiro. Para ficar bonitinho para a Copa, e para as Olimpíadas. Para os Eikes Batistas (se duvidar, ele substitui o “s” por “x”) poderem vender apartamentos que – escreva(m) – vão aparecer em plena mata altântica, que era tombada, mas foi quase inteiramente… queimada. Dizem que por UM balão, desses de festa junina. A gente finge que acredita, né? Fazer o quê? O Brasil está se vendendo ou é isso a globalização? Vai ver alguém mais antenado possa até soltar um “dã…”, mas juro que se isso é a globalização, ela já começou errada. O que milionário, governo, poder em geral, não entende, é quanto mais eles se empurram os mais beneficiados pelas faltas para as bordas, mais a borda infla e expreme o poder. Presídio devia ser um bairro inteiro. Fora da cidade. Presídio escola. Trabalha e estuda. E nada de pena máxima de 30 anos. A pena deveria se estender até o sujeito ter mudado num tanto, que quase nem quer sair mais da cadeia. Torturando e matando, não se resolve o problema. Que é das drogas. Mas mais do que isso, é de falta de comprometimento com a solidariedade. Que raio de sociedade é essa que só sabe julgar, e que adora ver sangue?
Acha tudo utópico? Eu não acho. Só acho dificílimo de ser feito. Principalmente pela diversidade de interesses que (des)norteiam o ser humano. E as UPPs me engaram. Eu achei que justamente por elas estarem lá, não haveria a chance de acontecer o que aconteceu. E vai vir gente dizer que aconteceu porque os traficantes não aceitaram a presença das UPPs. Se legalizarem alguma droga nos próximos cinco anos, a ação de agora se revelará patentemente criminosa.
O Plínio deve estar recomendando que dê 1mihão e 1 apartamento para cada um e mande para um bairro distinto onde possam viver tranquilo.
A população não pode ser refém de bandido. Pobreza nunca foi, não é e não pode ser sinônimo de bandidagem. Senão milhares de moradores de favelas não sairiam de suas casas todos os dias para trabalhar, estudar e lutar pela vida honestamente.
Por outro lado o Estado por omissão secularmente deixou a situação chegar até este ponto. Agora, emergencialmente tem que agir e mostrar força senão não retoma mais ao estado de direito.Admiro Plínio Arruda porém neste caso sua opinião serve para ações a médioe longo prazo. Entre ver a população refém de ladrões, assssinos e traficantes prefiro que seja aplicada a lei, que sejam perseguidos e presos.Se morrerem no caminho não esquecer que fizeram opções. Outra coisa que sou totalmente contra são as tais visitas íntimas, com direito a gravidez, inclusive. Sugiro que o preso condenado por morte de inocentes sejam obrigados a visitas o tumulo de suas vitimas quando sentirem saudades de alguém ou que sejam obrigados a conviver com s as fotos daquelas aos quais tiraram a vida penduradas em suas celas.O sr Plínio há de convir que um imenso numero de famílias brasileiras choram amorte de seus entes queridos provocadas por estes aos quais ele defende mediadas brandas. Ninguém defende as vítimas inocente, que muitas vezes ficam aleijadas, são estupradas ou mortas das formas mais torpes e atrozes.
Aqui, percebe-se que a escatologia nos comentários não é exclusividade dos leitores do Estadão. Tão ruim quanto um tucano, é um petista iludido. Plínio está coberto de razão; qualquer pessoa que pense para além dos muros de sua casa e de sua vida classe-média sabe que a violência do Estado não resolve o problema da segurança.
Onde está o Presidente? Na Guiana recebendo honrarias. Onde está a Presidente eleita? Onde estão nosssos representantes que não estão trabalhando em Brasília em um momento grave destes. Pedro Simon discursa neste momento para 3 parlamentares. Os esqueletos estão saindo do armario. Nunca na história deste país tivemos um governo tão omisso, covarde e ausente como este. Só falta dizer que a culpa é do FHC. A perseguição aos bandidos se faz necessária. O lugar deles é na cadeia e não num banco de escola como apregoam alguns utopistas de plantão. Que unidades pacificadoras são estas que não prenderam ninguém? Os bandidos adoraram estas unidades. Tudo na mais perfeita ordem para venda de drogas e armas. Onde está a maior autoridade deste país num momento destes? Onde? Na Guiana, meu Deus…!!!Fazendo o quê???
Plínio, não. Mesmo sendo bandido, não pode. O Estado tinha por dever não se igualar ao “estado do crime”. Crime é sub estado. O Estado já deveria se sobrepor a isso. Mas tudo o que temos entre Estado e sub estados, é só uma massa um tanto homogênea, já, que só varia de escalão. De cor, de nível sócio-econômico, de companhias, de oportunidades, de ambientes diversos, de estética, de nível cultural, de poder, e de interesse. Enfim. Até o traficante quer (e acho que tem o direito de) sobreviver. Se, por motivos vários, que unem faltas, dele e do Estado, só sobrou isso para ele fazer, ele vai fazer. Claro que existem aqueles que em mesma situação (de faltas), age completamente diferente. Não raro, esse se torna usuário. Mas veja só! Também temos usuários com menos faltas. Enfim, o grande mal estar existencial humano se desenrola a olhos revistos. Faz anos que se discute muito mal essa questão, e quando chega a hora de se tomar uma atitude, se toma a mais ingerente e desastrosa possível? De todos os tempos? Eu não consigo crer que o BOPE não tenho um Centro de Inteligência, que não tenha antevisto e advertido quanto a possibilidade dos traficantes não reagirem, obviamente não se renderem, e… fugirem!
A impressão que fica é que se quer uma “limpa” no Rio de Janeiro. Para ficar bonitinho para a Copa, e para as Olimpíadas. Para os Eikes Batistas (se duvidar, ele substitui o “s” por “x”) poderem vender apartamentos que – escreva(m) – vão aparecer em plena mata altântica, que era tombada, mas foi quase inteiramente… queimada. Dizem que por UM balão, desses de festa junina. A gente finge que acredita, né? Fazer o quê? O Brasil está se vendendo ou é isso a globalização? Vai ver alguém mais antenado possa até soltar um “dã…”, mas juro que se isso é a globalização, ela já começou errada. O que milionário, governo, poder em geral, não entende, é quanto mais eles se empurram os mais beneficiados pelas faltas para as bordas, mais a borda infla e expreme o poder. Presídio devia ser um bairro inteiro. Fora da cidade. Presídio escola. Trabalha e estuda. E nada de pena máxima de 30 anos. A pena deveria se estender até o sujeito ter mudado num tanto, que quase nem quer sair mais da cadeia. Torturando e matando, não se resolve o problema. Que é das drogas. Mas mais do que isso, é de falta de comprometimento com a solidariedade. Que raio de sociedade é essa que só sabe julgar, e que adora ver sangue?
Acho tudo utópico? Eu não acho. Só acho dificílimo de ser feito. Principalmente pela diversidade de interesses que (des)norteiam o ser humano. E as UPPs me engaram. Eu achei que justamente por elas estarem lá, não haveria a chance de acontecer o que aconteceu. E vai vir gente dizer que aconteceu porque os traficantes não aceitaram a presença das UPPs. Se legalizarem alguma droga nos próximos cinco anos, a ação de agora se revelará patentemente criminosa.
Brizola também pensava parecido.
Não que ele estivesse errado, mas enquanto esperava pelos resultados (de longo prazo), deixou a coisa correr solto.
Some-se a isso a alternância de poder com governantes insensíveis (ou incompetentes), e o “Rio 2010″ aí está para a contemplação dos senhores.
Plinio, com todo respeito, parei de ler seu artigo no fim do segundo parágrafo. É inadmissível um raciocínio desses.
A situação exige atitude drástica sim. Hoje, não temos outra alternativa.
Agora, para o longo prazo, ai sim, a sociedade tem que repensar tudo em matéria de crime organizado.
Lamentavel as declarações dessa múmia empalhada que nem morar no Rio mora. Leva os bandidos pra casa plínio, vergonha da esquerda brasileira , traidor e bibelô da direita.
Deveriam ter mais respeito pelo Plínio. A maioria de vcs jovenzinhos de classe média zona sul ( Marcus e Paulo Henrique Tavares) também nunca passaram perto de uma favela, APESAR DE MORAREM MUITO PERTO DELAS, e como toda elitezinha não culta desse país não procuram ter o mínimo de sensibilidade social. Voces são preconceituosos e racistas. Não tem sensibilidade(de novo) para entender o texto do Plínio. Acham que cultura é ler e reproduzir o que a Veja fala. A propósito… quantos livros vcs… DEIXA PRA LÁ.
Parabenizo o Plínio plo brilhante texto. Você é uma referência para todos os jovens desse país.
POIS É JADER… O ESTADO DEMOROU DECADAS PRA ENTRAR NA COMUNIDADE E QUANDO ENTROU DEIXOU 30 MORTOS. NO MORRO DO ALMEMAO ELES TAMBÉM ENTRARAM PARA VIABILIZAR O PAN, DEIXARAM 19 MORTOS, 11 COM TIROS NA CARA, E AGORA? CADE OS PROJETOS NO ALEMÃO?
AÇAO PRA MIDIA GANHAR DINHEIRO E CLASSE MEDIA DORMIR TRANQUILA.
Vocês acham que tudo se resolve na conversa!!!PORQUE VOCES NAO SOBEM LA E VÃO CONVERSAR COM OS BANDIDOS HEIN???????????
O sr. foi eleito alguma coisa? Q pena se sim… No estado que está, é preciso sim repressão. Depois, só depois, concordo que ações sociais passem a ser solução.
Quem já viu ou foi vítima da corrupção da polícia pode entender em certa medida o que o Plínio Arruda está dizendo. Não concordo com tudo que ele escreveu, mas tenha certeza que uma polícia corrupta como a do Rio de Janeiro é um câncer dentro do Estado, e esse mal tem que ser extirpado já. Chega de tolerância com a ilegalidade.
Primeiro, reforma agrária. Depois, legalização da maconha. Terceiro, educar os policiais. Por fim, conselhos de segurança dos bairros. Aí sim, diz Plínio, a polícia pode agir com todo rigor em cima dos traficantes de drogas químicas.
E enquanto isso, doutor? Enquanto a reforma agrária não for implantada, a maconha legalizada, os policiais educados e os conselhos criados, as comunidades devem continuar reféns do crime organizado e aguardar pacientemente que a revolução aconteça? Desculpa, é muita ideologia para a vida real.
Também acho que a polícia, via de regra, é truculenta e a verdadeira libertação dessas comunidades só se dará no momento em que elas foram elevadas à esfera social, com educação pública de qualidade, acesso aos bens culturais, saúde em sua integridade (desde o saneamento básico até a cirurgia de alta complexidade)… mas não vamos fechar os olhos para o que está acontecendo no Rio neste momento. Criticar a ação policial neste momento é um esquerdismo que não colabora em nada com a resolução do problema – que repito, não se dá pelas soluções armadas, mas especialmente no Rio passa sim por ela.
As políticas de segurança do país, em geral, são equivocadas. A do Rio de Janeiro, inclusive. Mas, ainda que bastante crítico à atuação do governo do estado nessa área, neste momento as ações estão sendo eficazes. O que vimos ontem, com a ocupação da Vila Cruzeiro pelo Estado, só quem mora no Rio de Janeiro sabe o que significa.
A questão da segurança é muito mais complexa e não se resolve com canhões de guerra. Mas a ação de ontem foi um passo importante. O Estado se fez ausente daquela comunidade por décadas. E continuaria ausente se não tivesse surgido essa situação limite, em que duas facções historicamente rivais fazem ações de terror em conjunto. Mas o importante agora é que o Estado retomou o comando daquela comunidade. Que este controle seja permanente, com todos os seus instrumentos sociais. Só assim poderemos dizer que a operação foi um sucesso.
É pelo que torcemos.
Sem demagogias.
A questão é que não há exemplo prático na história da humanidade de algum Estado que tenha dado certo com a sociedade socialista/comunista. Porém, há exemplos recentes de repressão pesada aos criminosos e traficantes que atingiu o objetivo de pqcificar a sociedade, como o trabalho de Rudolph Giuliani em Nova Iorque. A igualdade de oportunidades deve ser garantida para a população trabalhadora das favelas. Porém, contra os traficantes que só querem dinheiro e poder, somente a pesada e irrestrita força é que será eficaz.
“A INDIFERENÇA QUE NÃO TE DEIXA POR A MÃO NO BOLSO É A MESMA DO LOUCO QUE DORTA SEU ROSTO”
FC – DIRETO DO CAMPO DE EXTERMÍNIO
Estava faltando senhor, velho Plínio, com a sua costumeira dose de bobagem.Então as UPPs são o quê mesmo?Porque o sr, não vai lá conhecer uma UPP e pergunte ao povo que lá vive ,o que acha delas.Tropa de Elite Dois, é a sua referência?Plínio,vá assistir Avatar, você merece.
Plínio Sampaio quer aparecer? Adolfo, seus comentários e de um monte de gente aqui foram contra o Plínio. Ele não quer ganhar seu voto e nem de pessoas que pensam como você. Ele quer aparecer sim, para opinar e exercer seu papel de cidadão participativo nas decisões políticas desse país, e opinando para convencer a população e conscientizar sobre os problemas sociais que vivemos. Os que foram contra a concepção de Plínio colocaram contra-pontos que, a meu ver, só comprovam ainda mais o problema social e político colocado no artigo. O problema da corrupção policial, o problema da legislação penal, o problema do sistema de execução penal, está tudo relacionado com a falta de políticas públicas e falta da garantia de direitos de crianças e adolescentes que se tornam grandes criminosos ainda na puberdade. Quem falou “Tadinhos dos bandidinhos, pega no colinho, pega” de forma bem irônica só demonsmostrou ser a favor da sociedade do mais forte, olho por olho e dente por dente. Jovens que cometem delitos devem morrer, a sociedade deve matar. Alguém pensou em matar a sociedade quando esta não garantiu direiros aos nossos jovens? Um problema social meu velho!
Vc propoe a legalização como uma das medidas para resolver a questão do narcotrafico. Entretanto isso resultaria num contigente de pessoas armadas até os dentes (ex-traficantes) destituidas do seu meio (trafico) de manter um determinado status quo (donos do morro). Não acha q isso geraria apenas outra forma de criminalidade?
justo, deixemos que o sr plinio de arruda sampaio leve flores para os traficantes e conduza os para sua (do plinio) residência luxuosa, o poder público não deve fazer nada, deixe os criminosos agir livremente protegendo os pobres. Essa múmia queria ser presidente, credo, ainda bem que não foi.
Eu acho incrível a opinião de algumas pessoas com relação ao que foi exposto aqui pelo Plínio. É a mente retrógrada de brasileiros como estes que fazem com que o Brasil seja o que é.
Impressionante, como querer comparar crime organizado com a desigualdade social? Crime organizado não tem classe social, ele está ramificado em todas as camadas da sociedade. Plinio não concordo em nada com você, uma coisa é reprimir o crime organizado, outra é dar prestar assistencia e combater a míséria nas comunidades carentes.
O crime organizado se instalou lá exatamente por que o estado ignorava estes territórios, deixaram estes cidadões a própria sorte, eram tratados como se não fosse gente, foram abandonados.
Para sua informação o que acontece lá acontece em quase todos os bairros do nosso território nacional, o crime organizado está tomando conta. Tem que ser dado um basta sim!
Quem convive com a situação, sabe o que é viver na insegurança, pois, você nunca sabe de onde pode vir um ataque. É bem aquela história, do não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe… Pois, qualquer coisa que vc diga pode transforma-lo em alvo dos criminosos.
“O que me surpreende e a CC levar este octagenario gaga a serio.”
Isso que também me pergunto.
Abs!
Caro Marcus, Plinio Sampaio tem uma longa história de luta por justiça social, tem todo o direito de ter seu espaço aqui, não precisamos concordar com ele. E sobre este assunto temos publicado inúmeros artigos, com visões diferentes.
Sr. Plínio,
Quanto a seu projeto de legalização (leia-se monopolização) da maconha…maconha é droga química, e ponto fina! Droga, como qualquer outra. Se o cigarro está sendo banido, aos poucos, em direção à ilegalidade, o senhor propõe que se vá em direção contrária em relação à maconha? Que Governo vai controlar o quê? Governo é pra coibir o que é ilegal!
O que se pode fazer se os traficantes estão na favela, e entre os pobres?? Todo o resto da sociedade tem culpa TOTAL de os traficantes estarem lá? Tem que subir lá e matar todos eles, caso eles não se entreguem, SIM!! Não é por serem de origem humilde que deixarão de sofrer o clamor por justiça da sociedade.
A polícia é corrupta sim, mas não em sua totalidade. A polícia corrupta impõe medo à sociedade sim, mas estão mais aos olhos da Corregedoria do que os traficantes, que não estão sob Lei alguma.
A maioria esmagadora da opinião pública brasileira, inclusive das comunidades atingidas pelas operações, embora timidamente, estão apoiando a ação da Polícia!!
Desista, sr. Plínio! O Brasil não é nem nunca será comunista, socialista ou de qualquer ideologia anarquista ou de esquerda! O senhor está perdendo seu tempo!
Educação, amigos. É só isso. É preciso ir lá, matar, prender, o que for, mas fazer com que esses criminosos paguem pelo mal que têm feito à sociedade. Embora isso seja uma medida de curto prazo. E é preciso entender. O problema é que o Governo fica nessa de ir lá, ocupar favelas, e nessa guerra contra os traficantes achando que a solução do problema é esse. Matar todos eles não vai solucionar problema nenhum. Vocês tem que entender que a sociedade toda é responsável por aquilo. É claro que a polícia tem que reagir, da forma que está reagindo. Porém, isso é uma medida de curto prazo. O que tem que ser feito é dar Educação pra essa gente, condições igualitárias, dar oportunidade. E não achar que matar todos esses traficantes vai resolver o nosso problema. Surgirão outros no lugar dos que morrerem e assim será, a menos que haja investimento na Educação. Simples, gente. A ação da polícia tem sido sim necessária, porque eles precisam acabar com esse terrorismo que tem sido feito no Rio de Janeiro. Mas nada irá mudar enquanto não houver investimento em Educação.
Sobre a ditadura seria bom explicar melhor. No regime militar se implementação uma política de repressão e perseguição na coorporação que chamamos de Polícia Militar. Já naquela época, polocial tinha que pegar bastante bandido (que eram os esquerdista, além dos infratores de sempre). Depois da redemocratização, nunca se implementou outra política na PM, ela que foi se “adaptando” aos trancos e barrancos. Sem ter que caçar a esquerda, sobrou para o criminoso comum toda aquela política de represssão que nunca foi reformulada, e cnsequentemente as pessoas que moram em bairros mais pobres acabaram ficando com parte do prejuízo. Bom, resumindo, a atuação violenta e repressora da PM foi institucionalizad ana época da ditadura e nunca passou por reformulação, por isso, não importa que os polociais de hj não saibam o que foi a ditadura, está na esrutura da corporação.
Pela primeira vez na vida, discordo do Plínio !
Esse plínio continua enviesado. Será a idade? Ou ele sempre foi assim, mas como tinha pouquíssima exposição passou batido?
Infelizmente essa é a forma mais simples do Estado para tratar daqueles que num primeiro momento ele abandonou. Em termos cronológicos:
1) Estado não fornece nenhum dos direitos básicos para os marginalizados (ex: Saúde, Educação, Segurança);
2) Para o garoto que vive no meio daquele ambiente conturbado os verdadeiros heróis, os revolucionários que trazem remédios para sua mãe, ou que lhes dão segurança contra as investidas da PM são os traficantes (Claro, do ponto de vista de quem está lá);
3) Com a exclusão da sociedade, e uma assimilação diferente da nossa de quem é o vilão, nasce uma nova cultura que vai tomar os meios que forem cabíveis para sobreviver de forma digna;
4) As crianças que viam os traficantes como heróis agora passam a ser um deles, motivados pelo fácil acumulo de capital, respeito entre outros benefícios.
5) O Estado invade uma favela de esquecidos, e como se não bastasse abandona-los agora o governo manda “baixar o cacete”.
Não defendo traficante, mas concordar que o Estado está fazendo o melhor para os seus cidadãos é no mínimo hipocrisia, fora que nesse contexto os cidadãos são apenas os fora da favela, os abandonados que se explodam… afinal, essa é a lógica.
Plínio nos presenteia com a sua lucidez.
Quem compõe o Poder Judiciário no Brasil? o Pobre?
Quem dar ordens ao Estado Brasileiro? o Pobre?
Quem compõe a Grande Imprensa Brasileira? o Pobre?
Quem paga menos imposto no Brasil favorecidos pela taxa regressiva? o Pobre?
A quem a desimbestada polícia brasileira obedece? ao Pobre?
A quem a desigualdade social favorece? ao Pobre?
QUEM COMANDA O NARCOTRÁFICO NO BRASIL? o Pobre?
Parabéns Plínio!
quais traficantes esta incurssão da polícia esta combatendo? os atacadistas ou os varejistas? os ultimos é claro. Os atacadistas, aqueles que tem o monopolio do transporte a distribuiçao das mercadorias para as bancas (ou bocas) investem seus capitais em outros ramos licitos como bancos, grilagem de terras, haras para cavalos, indústria belica e de segurança e outros ramos próprios para a lavagem de dinheiro. Estes senhores que nunca sao chamados de bandidos raramente sào presos e guando o são sempre encontram um magistrado disposto a prestar-lhes favores. Não é deste traficante que estão a procura. Estão atraz do inimigo n 1 de sempre. As upp contras os ppp`s – Pobres, pretos e putas. a maioria dos militares não viveram a ditadura mas seus comandantes, generais foram sim trainados e atuaram na ditadura. alem de que a policia nunca mudou a forma de atuar nestes lugares. nem na epoca da ditadura de fato nem na época da pseudodemocracia FORMAL. Os reais financiadores desta guerra estão felizes da vida. cada tiro disparado de ambos um lado é um sorriso do dono da Tauros!
totalmente equivocada suas palavras. Combater o tráfico com pessoas que soh pensam em beneficio proprio e querem q a sociedade se foda, com argumentos e liberação da maconha? ideia imbecil, sendo que, o que menos da dinheiro pro morro é maconha.. se o problema fosse maconha sua ideia seria excelente… a questao é que qm esta no poder agora sao os traficantes e o brasil tem q mostrar a eles quem realmente manda… se quiser acabar com o trafico tem q acabar com os traficantes… !!
Parabéns por apontar o problema da criminalidade em seus meandros. Se a intervenção do Bope e do governo seguir nesta linha sempre haverá novas tragédias.
o governo é como um pai sem presença… não edica, não cuida e só resolve na porrada!
concordo com plinio….
Vá para casa, meu senhor. Efique quietinho. Para não falar mais bobagens.
É incrível essa pessoa dizer que a razão de tanta violência, tráfico de drogas, e toda essas mazelas serem por causa da corrupção policial. Onde ele vive???
Plínio se tornou uma caricatura de si mesmo!
O que mais se reclama é da não presença do estado nas favelas do Rio, mas quando um governo entra na comunidade, os sabichões de plantão vem dizer que é invasão. Quer dizer então que o estado instalar delegacias e bases de polícia é invasão? Que eu saiba, as áreas de favela não são um território independente do estado do Rio de Janeiro ou do Brasil. Não tem bairro de cidade grande ou média que não tenha um posto policial pelo menos.
E o Plínio esqueceu de uma coisa importante, que o tráfico e traficantes existem porque os seus novos burqueses da zona sul, costumam usar bastante o produto da rapaziada em fuga.
Comece educando os seus!
Plínio é um verdadeiro fanfarrão. Quer dizer que a ditadura foi responsável por tornarem os policiais corruptos? HAHAHAHAHA
E os policiais vão subir o morro pra passear e distribuir flores enquanto os bandidos estão com fuzis e granadas? HAHAHAHHAHAH
Acho que o senhor está ouvindo muito Geraldo Vandré.
A repressão, o cerco, as prisões, realizadas mediante ações de repressão coordenados pela União, Estados e municipio deve ir até o fim, com ocupações permanentes. Ir até o final, como uma operação de guerra contra a ocupação territorial pelo crime organizado. Não é hora de pensar se os soldados do crime são vitimas, seus direitos devem ser respeitados depois que estiverem bem encarcerados em cels individuais e incomunicáeis, por crime de trafico e porte de armas militares.Quantos presidios temos para isto? Se não existe, é preciso criar um plano de emergencia. É necessário organizar un sistema integrado de inteligencia, equipar todas as forças, pagar mais aos agentes, e punir. Mas isto é paliativo porque a população não pode estar refem da desesperaça, da ausencia do Estado, dos remacescentes do tráfico de drogas, principalmente os jovens menores; ha muita reserva de mão de obra para o tráfico que pode ser empregada em ações pacificadoras e culturais nas comunidades. O mais importante agora é que o tráfico faça o mínio de vitimas inocentes, trabalhadores, familias desestruturadas pela ação das drogas e da violencia ilegal que a circunda. O Estado não pode abrir mão, esta obrigado a usar sua violencia da policia para pacificar o Rio de Janeiro. Nada de acordos, , guerra declarada pelo tráfico é guerra a ser vencida pela sociedade, não é hora de de chorar o leite derramado e estudar as origens do problema. Qualquer pessoa conhece esta origem. O tráfico de drogas é tão funesto quanto a pobreza e o abandono das populações pelo Estado. Assim, mais importante é que a ação plolicial não basta; em seguida os governo estadual, federal e municipal devem concentrar forças, recursos financeiros e humanos (uma equipe de emergencial pacificadora, formada pelos proprios moradores das favelas, organizados, e, fundamentalmente, apoidados pela policia, por psicologos, educadores, assistentes sociais, medicos, dentistas, gestores publicos, especialistas em segurança publica, arquitetos, engenheiros, etc, uma verdadeira força tarefa para orgnizar, crear, e ocupar, junto com a população, os espaços publicos nas favelas, investir em equipamentos sociais. Se não há gente disponivel na prefeitura o no Estado, que se contratem, ainda que sem concursos, para um plano energencial, ou que o governo federal ceda, em caráter emergencial os funcionarios especialistas de seus quadros. Queria ver um gabinete de crise integrado pelo Lula, o ministro da justiça, o Jobiem, as autoridades do Rio juntos com os ministerios e o secretariado dos entes federados, para implementarem um plano social de emergencia. Levem humanidad para as favelas, este será um muro intransponivel para o retorno do trafico de drogas aos morros. Sabemos que ha recursos e criatividade para isso. Também há otimismo. Oxalá seja verdade que este trabalho continuará. Um paulistano que queria isto para São Paulo também…
Falou e disse Plínio, todos já se esqueceram da situação no México, onde o governo quis mandar bala nos traficantes, e com a ajuda americana, isto é, MUITA bala.
Não deu certo e a população está pior do que nunca!
Quem na favela quer trabalhar de carteira assinada e ganhar um salário mínimo, se os traficantes andam pelas favelas ostentando a riqueza da elite?
o Estado não garante nada para essas pessoas, por que cobra que elas sigam as leis?
Típica conversa de marxista de botequim! Quando são instados a decidir, saem-se com essas “teses” sociológicas em vez de se por a agir.
O povo brasileiro cansou de teorizações como as do douto promotor!
Se fosse para pensar nas perdas humanas, Lênin estaria até hoje pensando na revolução em algum café de Moscou ou S. Petersburgo!
É por isso que a esquerda está perdendo espaços importantes na Europa e o seu exíguo campo nos EUS, porque não oferece alternativa à barbárie capitalista. Homens como o Dr. Plínio não deveriam sair da sala de aula!
Legalizar drogas crente que vai conter o tráfico é uma grande ilusão. Aí surgiria os piratas do tráfico concorrendo com o mercado legalizado. O uso da maconha por exemplo, é restrito ao tratamento de dependentes químicos, como ocorre nos EUA e Canadá. Já ocorreu este estudo no Brasil por parte do renomada Psq. Dartiu Xavier, que teve que paralisar os mesmos por falta de regulamentação da ANVISA. Em outra hipótese, a legalização de drogas ilícitas é um risco que não vale a pena corrermos.
Quanto ao modus operandi da PM, não existe outra forma de agir, pois bandido não tem ética que permita agir de forma menos enérgica.
A maior vítima desta situação são as pessoas inocentes reféns de traficantes e milicianos, pq é em seu território que acontecem os grandes confrontos armados, eles sim precisam de uma solução do estado. Sem essa hipocrisia a apasiguar a pendenga até passar copa e olimpiada (fodam-se estes eventos que só enriquecem empreiteiros).
As UPPs foram um importante passo do estado, más a solução definitiva virá através da urbanização das favelas, garantindo a todos o direito a cidade.
Quanto aos terrorista que apavoram os cariocas, regime disciplinar diferenciado neles – visitas mensais filmadas e gravadas (inclusive advogados); monitoramento de sua rotina 24 horas por dia, todos os dias.
Estas pessoas destroem o Estado Democrático de Direito, não podem se valer do mesmo para continuarem a praticar crimes, merecem um tratamento diferenciado.
É o que sempre digo:o mundo seria muito melhor governado por mulheres; parabéns ISADORA, não tiraria uma vírgula do que escreveu, mostrando que não é bem assim, como pensam esses pregadores de violência no combate ao crime. Isso nunca deu certo em lugar nenhum do planeta. As raízes do crime estão muito mais profundas do que pensam alguns. Passa por um longo caminho, onde encontra a educação e o bem estar social como meta final! De que adianta fuzilar meia dúzia de bandidos, quando ao mesmo tempo nascem milhares de futuros delinqüentes? Cada povo tem o governo que merece; almejo que o Rio não esteja neste caso!
Quanto menos este tiozinho falasse, melhor seria para a esquerda. O que me surpreende e a CC levar este octagenario gaga a serio.
Discordo com praticamente tudo que foi dito pelo Dr. Plínio Sampaio.
A situação da segurança pública no Brasil não deve mais se apoiar no velho discurso “a desigualdade social leva à criminalidade”, os tempos mudaram e na geração do tráfico não há mais ricos ou pobres, qualquer um com inclinação para o crime cede aos altos valores proprocionados pela atividade.
Devia sim, estar muito claro para os nossos representantes que a legislação penal é falha (pra não dizer frouxa e ineficiente), o sistema de execução penal é falho e a recuperação é mínima. A impunidade adoeceu a nossa sociedade que hoje carece de tratamento intensivo, não para a parcela da população infratora, mas nós, cidadãos ordeiros, cumpridores de suas obrigações, massa produtiva desse país. Somos reféns e se alguém tem o direito de ir e vir cerceado somos nós!
Não tenho peninha de traficante que morre em embate com a polícia e não culpo a polícia pelas mazelas sociais. Há corrupção na polícia? Sim! Mas existe uma tentativa de se corrigi-las. Aliás, corrupção é outra doença social. Ou será que o velho jeitinho brasileiro não deixa de ser uma forma de corrupção? Os favores, os ajustes… uma larga parcela que se queixa de corrupção repete no microssistema o que acontece no macro e assim vamos levando a vida, tentando achar culpados para uma situação que remonta outras épocas dessa nossa história! Culpar a polícia é apenas achar um bode expiatório.. nada além!
Sr. Bruno o senhor está errado, o Plínio está certo; Não é com tiroteio e invasão policial que se resolve isso não, leia novamente esta frase do articulista que entenderá: “A violência apenas chama violência dobrada. Nessa espiral, os que sofrem são os trabalhadores, transformados em alvos das balas perdidas”. Quando vejo alguém pregando um tipo de ação dessas (pega e arrebenta), é porque sei que ele não mora lá no meio da “guerra”, onde sobram projéteis para todos os lados. O sangue derramado (sempre de um bandido para 10 inocentes) clama por mais sangue, como acontece no Iraque e na Faixa de Gaza. E, realmente, como lá, isto nunca tem fim. A proposta de Plínio é inteiramente viável, só falta vendê-la ao governo do Rio, que me parece um a pessoa fraca para resolver esta situação. Plínio, parabéns; já escrevi aqui na Carta, que se a sua inteligência for usada com menos partidarismo (deixando de azucrinar Dilma e Lula, pois isso só ajuda ao PIG e adversários raivosos) prestará inúmeros bons serviços a nação. A eleição acabou, desça do palanque e dê as mãos, juntando-se a milhões de brasileiros, que apostam em gente inteligente para nos governar. E você é o cara!…
Para todos que só tem a visão da mídia e da polícia deem uma olhada nessa carta. http://bit.ly/fLcQbW
Para provar que Plínio, sim, está certo do que fala.
Está sendo distribuída no complexo do alemão.
Como fala bobágem este senhor…
Porque ele não vai lá entrar no alemão a pé vestido de policial?
Achar que a reforma agraria vai resolver o problema das favelas é de no mínimo uma ingenuidade ímpar.
Avança no tempo meu caro, 90% dos policiais que ai estão, nem lebram o que se passou na ditadura.
É melhor não escrever nada a escrever essas merdas ai, pior que tem leigo que acredita.
Plinio, por que no te callas?(2)
Acho muito pouco provável que algum carioca tenha dado ouvido alguma coisa que o Plínio disse. Se ele vier com esse discurso por aqui, o melhor que irá receber em troca, é uma gargalhada.
Não sei se você ainda vai visitar alguma universidade pública no Rio de Janeiro, mas se vier, não venha com esse discurso para não ser ainda mais ridicularizado.
Até o pobre, favelado, que você acha que representa, está feliz da vida com a UPP.
Aqui no Rio estamos cansados do discurso que trata traficante que queima pessoas vivas, decapita pessoas, como movimento social.
Abs!
Mas é só ler esse amontoado de BOBAGENS aí para se ter uma idéia do porquê as pessoas não votaram nele, o cara parece que bebeu, POWS!!!
Tadinhos dos bandidinhos, pega no colinho, pega. Leva pra tua casa, malaco!!!
Assim não dá, se não faz nada reclamam, se faz algo reclamam igual. Êitcha Brasil…
Plinio, por que “no te calas?”
está certo que existem muitos interesses escusos de “figuras” impolutas no tráfico, mas, bandidos tentarem impor o pânico aos cidadãos, incendiando os transportes coletivos…
Sei não… o mais certo para acabar com esta praga de traficantes, é passar fogo em todos eles, sem piedade, pois NUNCA serão regenerados!!!
São bandidos com a mente desvirtuada por estarem no crime há tanto tempo!!
Que adianta comentários “inteligentes” se o objetivo dele – Plinio Sampaio – é “aparecer” dese que perdeu a eleição… dr. bandido, tem que levar é bala para não destruir uma cidade como o Rio de Janeiro!!!
senhor bruno nigro… deixemos o senso comum de lado, todo mundo sabe que políticas públicas demoram, mas enquanto a população se calar diante dessa empreitada morro acima, enquanto a população se sentir segura com essa falsa segurançado do governo, ninguém reclamará… a cada crise a polícia sobre morro acima, mata meia dúzia de inocentes, prende um tanto de traficantes e pronto. a sensação falsa de paz se instaura e todo mundo finge que é feliz. e vamos parar de acreditar nessa baboseira de que o crime está agonizando, que eles estão se desarticulando… falaram isso de SP quando o PCC deflagrou o crime pelas cidades… e no entanto, o que nós vemos por aqui é a mesma falsa sensação de segurança, pq todos nós sabemos que o pcc continua comandando o crime, continua por trás de toda a sorte de desgraças criminógenas dentro do estado e fora também. e se o plínio nçao conseguiu colocar em prática suas idéias é pq a população está cega pelo panis et circense que esse país se viciou em comandar, preferem votar no Sérgio Cabral do que dar chance à um governo realmente preocupado com as mazelas do povo.
Gostaria que você, caríssimo Plinio, fizesse uma incursão correlacionado: violência, tecnologia e desemprego. manoel
Concordo em parte com Plínio onde ele coloca que”será possível que as autoridades ainda não tenham entendido que a invasão das favelas só cria mais ódio e só serve para matar inocentes?”. Porém existe outro lado da moeda escondido nessa mega operação no Rio de Jnaeiro que é a Copa do mundo e as olimpíadas. Essa movimentação é para dar uma basta provisoriamente ao crime organizado e ganhar tempo até esses dois grandes eventos que aconteceram em nosso país. Ou nós Brasileiros achamos que quando os americanos e os europeus chegaram aqui eles querem ver o lado obscuro dessa grande nação? Não, eles querem mais é dançar samba e aproveitar os entretenimentos da cidade grande. Temos reais provas que ou o Estado assume sua função de proteger e dar dignidade a todos/todas filhos/filhas desse imenso país,ou à violência e à criminalidade serão só reflexo de uma sociedade injusta e desigual.
Plinio, por que no te callas?
Plínio perdeu a eleição e agora se dedica a carreira unabomber. Que tal ir até a Vila Cruzeiro trocar uma idéia com os bandidos de lá? Pedindo encarecidamente que eles parem com o tráfico e deixem as crianças da comunidade ter acesso a escolas, a postos de saúde. etc. Todo mundo sabe que a solução não é só matar os bandidos e sim, oferecer políticas sociais sérias em toda e qualquer comunidade. Acontece que não dá pra fazer isso quando traficantes recrutam menores de idade pra tocar fogo em ônibus, carros e por aí. Infelizmente, é o preço que se paga por tantos anos de omissão, SUA INCLUSIVE, Sr. Plínio. Afinal, se tens uma solução tão bem arquitetada, tão bem articulada e praticamente infalível, porque ela não se transfou em algo concreto?
Jogar pedra na polícia, no governo, et. é a mesma coisa que achar que o pobre é culpado. Deixemos de hipocrisia. TODOS na sociedade, sem excessão, tem sua parcela de culpa. A polícia achou um caminho mais eficiente do que outros e ele está dando tão certo que os bandidos estão partindo pro desespero. Cabe a polícia enfrentar esses bandindos. Os de colarinho branco, quem combate é o povo. Na hora do voto e depois cobrando transparência.
Plínio de Arruda Sampaio sempre com comentários inteligentes, bem colocados, diretos e pertinentes. Parabéns à CartaCapital por tê-lo chamado para seu time.
27.04.2012
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