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São Paulo

Alckmin defende ação da polícia e promete investigar abusos

por Agência Brasil publicado 14/06/2013 18h28, última modificação 14/06/2013 18h29
Para o governador de São Paulo, o movimento "é político"
Mídia NINJA
Protesto em São Paulo - PM

Cavalaria da PM preparada para contenção dos manifestantes no centro de São Paulo, na quinta-feira 13

O governador Geraldo Alckmin defendeu hoje (14), durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, a ação da Polícia Militar ontem, para conter um protesto contra o aumento das passagem do transporte público na capital paulista. Alckmin disse que a polícia sempre trabalha para proteger os manifestantes.

O governador declarou que o que foi visto na quinta-feira 13 foram “atos de vandalismo e violência, deixando rastros de destruição”. Ele disse ainda que o que está ocorrendo é um movimento político. O governador citou como exemplo Santos, cidade onde não houve reajuste no valor das passagens, mas que também teve manifestação. “O que caracteriza um movimento político”, ressaltou.

O protesto, que reuniu 5 mil pessoas segundo a Polícia Militar (PM), foi o quarto desde o dia 6. Em todas as manifestações houve confronto com a polícia e depredações por parte dos manifestantes. A força tática usou bombas de gás e balas de borracha. De acordo com a Polícia Civil, 232 pessoas foram detidas e desse total quatro pessoas permanecem presas e foram transferidas para um Centro de Detenção Provisória.

Alckmin informou também que as corregedorias vão apurar qualquer abuso que tenha sido cometido pela polícia no protesto de ontem na capital.

Publicado originalmente na Agência Brasil