Você está aqui: Página Inicial / Revista / Cratera Fiscal / Google adapta logo aos smartphones
Número 866,

Economia

Tecnologia

Google adapta logo aos smartphones

por Felipe Marra Mendonça publicado 12/09/2015 07h11
Criado na era dos PCs, o símbolo da empresa será mais legível nas telas pequenas
Istockphoto
masrtphones-google

A diferença principal é que a companhia escolheu uma fonte não serifada e as cores presentes no logo anterior estão um pouco menos vibrantes.

Um mês depois de uma grande reestruturação corporativa, o Google apresentou um novo logo na terça-feira 1º. “O Google mudou muito nos últimos 17 anos, desde a gama dos nossos produtos até a evolução do nosso look e o modo como eles funcionam. E hoje estamos novamente mudando as coisas”, disse a empresa num post em seu blog oficial, assinado por Tamar Yehoshua, vice-presidente de gerenciamento de produtos e Bobby Nath, diretor de experiência de usuários.

A diferença principal é que a companhia escolheu uma fonte não serifada e as cores presentes no logo anterior estão um pouco menos vibrantes. A ideia é que a logomarca fique ainda mais legível tanto em telas grandes quanto pequenas, principalmente em smartphones.

“O novo logo e a nossa nova identidade refletem essa realidade e mostram quando a magia Google está trabalhando para você, mesmo nas menores telas. Nossa marca foi originalmente criada para uma página mostrada numa tela grande, num PC de mesa, e agora foi atualizada para um número sem fim de dispositivos e usos”, explicaram os executivos. “Achamos que sintetizamos o melhor do Google, simples, descomplicado, colorido e amigável, e recriamos a marca não só para a empresa atual, mas pensando no Google do futuro.”

A semana também trouxe uma especulação interessante, de que a Apple estaria interessada em produzir conteúdo original e enfrentar o Netflix e a Amazon nesse segmento. Segundo a revista Variety, uma equipe da companhia teria aberto negociações com executivos de Hollywood para saber se o mercado teria interesse na entrada da empresa.

O suposto interesse da Apple vem ao encontro de uma atualização do Apple TV, um dos produtos mais “esquecidos” entre todos aqueles produzidos pela empresa. A versão atual funciona como uma caixinha que faz streaming de conteúdo online, principalmente vídeos de serviços de assinatura como o já citado Netflix. A nova versão seria capaz de rodar aplicativos. Isso também quer dizer que o novo Apple TV poderia funcionar também como um console de videogames, o que o tornaria um competidor em potencial de rivais mais estabelecidos como o PS4 e o Xbox One.