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Número 806,

Cultura

Teatro

Foguetes Maravilha evoca Asdrúbal Trouxe o Trombone

por Alvaro Machado — publicado 29/06/2014 06h22
Companhia carioca inova nos recursos cenográficos em dois espetáculos que ocupam o Sesc Belenzinho
Divulgação
Ocupação Foguetes Maravilha

Felipe Rocha e Stella Rabello, novos recursos

Belos e equipados, os dois espaços teatrais do Sesc Belenzinho têm recebido “ocupações” que ultrapassam a linguagem televisiva. Agora é a vez do colaborativo carioca Foguetes Maravilha, que aborda assuntos como a falência do modelo conjugal tradicional, que lança mão de novos recursos cenográficos e narrativos e não perde a graça, jamais.

As direções, dramaturgias e atuações de Alex Cassal e Felipe Rocha indicam que o fair-play carioca, o driblar com humor os reveses, não é apenas memorabilia dos anos 1960 e 1970.

A lembrar os bons inícios do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone na sequência de peças premiadas, a companhia mostra Desejo-Manifesto, que enfoca o manifesto artístico como instrumento de diálogo de uma época (2 e 3 de julho), e Síndrome de Chimpanzé, ficção científica na qual cosmonautas se veem isolados em estação espacial, após catástrofe nuclear na Terra (de 27 de junho a 6 de julho).