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Número 801,

Cultura

Circo

Picadeiro antiespetacular

por Alvaro Machado — publicado 25/05/2014 09h17, última modificação 25/05/2014 10h38
Até 1º de junho, o Sesc-SP realiza o Festival Internacional de Circo. São 23 espetáculos, incluídos oito estrangeiros, em 13 unidades da capital
Divulgação

Festival Internacional de Circo
Sesc-SP, até 1º de junho

Após testar o evento em 2013, o Sesc-SP amplia seu Festival Internacional de Circo para 13 unidades na capital, com 23 espetáculos, incluídos oito estrangeiros. O evento tem curadoria cujo conceito é afastar a ideia do virtuose de movimentos e humanizar a arte circense. Exemplo é Belonging, coprodução que reúne acrobatas brasileiros e britânicos portadores de deficiência física. Da Europa também vem a Cia. Família Bolondo/Ateneu 9 Barris e sua Maravillas, atrapalhada paródia de números com animais amestrados e engolidores de fogo. Os quatro malabaristas belgas da EaEo comentam em metros quadrados a superpopulação e o tamanho atual das moradias: começam em 8 metros quadrados e, ao fim, digladiam-se em apenas um.

A peruana Tarumba mostra por que há duas décadas é referência para a recuperação social de crianças e adolescentes por meio de teatro, música e circo. De Barcelona, a multinacional Organización Efímera mostra abordagem existencialista em Data de Validade.

Na seleção brasileira, o Circo Zanni comemora dez anos e inaugura a unidade Sesc de Campo Limpo. Outros clássicos locais são a Nau de Ícaros, com a linguagem poética de Os Artistas, e os Parlapatões, com Clássicos.

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