
A mídia rebola para esconder o fato: a quebra do sigilo da turma de Serra é fruto de uma guerra tucana. A PF revelou ter sido o jornalista Amaury Ribeiro Jr. (foto), então a serviço do jornal O Estado de Minas, que encomendou a despachantes de São Paulo a quebra dos sigilos. Por Leandro Fortes
A mídia rebola para esconder o fato: a quebra do sigilo da turma de Serra é fruto de uma guerra tucana
Apesar do esforço em atribuir a culpa à campanha de Dilma Rousseff, o escândalo da quebra dos sigilos fiscais de políticos do PSDB e de parentes do candidato José Serra que dominou boa parte do debate no primeiro turno teve mesmo a origem relatada por CartaCapital em junho: uma disputa fratricida no tucanato.
Obrigada a abrir os resultados do inquérito após uma reportagem da Folha de S.Paulo com conclusões distorcidas, a Polícia Federal revelou ter sido o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, então a serviço do jornal O Estado de Minas, que encomendou a despachantes de São Paulo a quebra dos sigilos. O serviço ilegal foi pago. E há, como se verá adiante, divergências nos valores desembolsados (o pagamento teria variado, segundo as inúmeras versões, de 8 mil a 13 mil reais).
Ribeiro Júnior prestou três depoimentos à PF. No primeiro, afirmou que todos os documentos em seu poder haviam sido obtidos de forma legal, em processos públicos. Confrontado com as apurações policiais, que indicavam o contrário, foi obrigado nos demais a revelar a verdade. Segundo contou o próprio repórter, a encomenda aos despachantes fazia parte de uma investigação jornalística iniciada a pedido do então governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que buscava uma forma de neutralizar a arapongagem contra ele conduzida pelo deputado federal e ex-delegado Marcelo Itagiba, do PSDB. Itagiba, diz Ribeiro Júnior, agiria a mando de Serra. À época, Aécio disputava com o colega paulista a indicação como candidato à Presidência pelo partido.
Ribeiro Júnior disse à PF ter sido escalado para o serviço diretamente pelo diretor de redação do jornal mineiro, Josemar Gimenez, próximo à irmã de Aécio, Andréa Neves. A apuração, que visava levantar escândalos a envolver Serra e seus aliados durante o processo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso, foi apelidada de Operação Caribe. O nome sugestivo teria a ver com supostas remessas ilegais a paraísos fiscais.
Acuado por uma investigação tocada por Itagiba, chefe da arapongagem de Serra desde os tempos do Ministério da Saúde, Aécio temia ter a reputação assassinada nos moldes do sucedido com Roseana Sarney, atual governadora do Maranhão, em 2002. Naquele período, a dupla Itagiba-Serra articulou com a Polícia Federal a Operação Lunus, em São Luís (MA), que flagrou uma montanha de dinheiro sujo na empresa de Jorge Murad, marido de Roseana, então no PFL. Líder nas pesquisas, Roseana acabou fora do páreo após a imagem do dinheiro ter sido exibida diuturnamente nos telejornais. Serra acabou ungido a candidato da aliança à Presidência, mas foi derrotado por Lula. A família Sarney jamais perdoou o tucano pelo golpe.
Influente nos dois mandatos do irmão, Andréa Neves foi, por sete anos, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) de Minas Gerais, cargo tradicional das primeiras-damas mineiras, ocupado por ela por conta da solteirice de Aécio. Mas nunca foi sopa quente ou agasalho para os pobres a vocação de Andréa. Desde os primeiros dias do primeiro mandato do irmão, ela foi escalada para intermediar as conversas entre o Palácio da Liberdade e a mídia local. Virou coordenadora do Grupo Técnico de Comunicação do governo, formalmente criado para estabelecer as diretrizes e a execução das políticas de prestação de contas à população. Suas relações com Gimenez se estreitaram.
Convenientemente apontado agora como “jornalista ligado ao PT”, Ribeiro Júnior sempre foi um franco-atirador da imprensa brasileira. E reconhecido. Aos 47 anos, ganhou três prêmios Esso e quatro vezes o Prêmio Vladimir Herzog, duas das mais prestigiadas premiações do jornalismo nativo. O repórter integra ainda o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos e é um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Entre outros veículos, trabalhou no Jornal do Brasil, O Globo e IstoÉ. Sempre se destacou como um farejador de notícia, sem vínculo com políticos e partidos. Também é reconhecido pela coragem pessoal. Nunca, portanto, se enquadrou no figurino de militante.
Em 19 de setembro de 2007, por exemplo, Ribeiro Júnior estava em um bar de Cidade Ocidental, em Goiás, no violento entorno do Distrito Federal, para onde havia ido a fim de fazer uma série de reportagens sobre a guerra dos traficantes locais. Enquanto tomava uma bebida, foi abordado por um garoto de boné, bermuda, casaco azul e chinelo com uma arma em punho. O jornalista pulou em cima do rapaz e, atracado ao agressor, levou um tiro na barriga. Levado consciente ao hospital, conseguiu se recuperar e, em dois meses, estava novamente a postos para trabalhar no Correio Braziliense, do mesmo grupo controlador do Estado de Minas, os Diários Associados. Gimenez acumula a direção de redação dos dois jornais.
Depois de baleado, Ribeiro Júnior, contratado pelos Diários Associados desde 2006, foi transferido para Belo Horizonte, no início de 2008, para sua própria segurança. A partir de então, passou a ficar livre para tocar a principal pauta de interesse de Gimenez: o dossiê de contrainformação encomendado para proteger Aécio do assédio da turma de Serra. O jornalista tinha viagens e despesas pagas pelo jornal mineiro e um lugar cativo na redação do Correio em Brasília, inclusive com um telefone particular. Aos colegas que perguntavam de suas rápidas incursões na capital federal, respondia, brincalhão: “Vim ferrar com o Serra”.
Na quarta-feira 20, por ordem do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, a cúpula da PF foi obrigada a se movimentar para colocar nos eixos a história da quebra de sigilos. A intenção inicial era só divulgar os resultados após o término das eleições. O objetivo era evitar que as conclusões fossem interpretadas pelos tucanos como uma forma de tentar ajudar a campanha de Dilma Rousseff. Mas a reportagem da Folha, enviezada, obrigou o governo a mudar seus planos. E precipitou uma série de versões e um disse não disse, que acabou por atingir o tucanato de modo irremediável.
Em entrevista coletiva na quarta-feira 20, o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, e o delegado Alessandro Moretti, da Divisão de Inteligência Policial (DIP), anunciaram não existir relação entre a quebra de sigilo em unidades paulistas da Receita Federal e a campanha presidencial de 2010. De acordo com Moretti, assim como constou de nota distribuída aos jornalistas, as provas colhidas revelaram que Ribeiro Júnior começou a fazer levantamento de informações de empresas e pessoas físicas ligadas a tucanos desde o fim de 2008, por conta do trabalho no Estado de Minas. A informação não convenceu boa parte da mídia, que tem arrumado maneiras às vezes muito criativas de manter aceso o suposto elo entre a quebra de sigilo e a campanha petista.
Em 120 dias de investigação, disse o delegado Moretti, foram ouvidas 37 testemunhas em mais de 50 depoimentos, que resultaram nos indiciamentos dos despachantes Dirceu Rodrigues Garcia e Antonio Carlos Atella, além do office-boy Ademir Cabral, da funcionária do Serpro cedida à Receita Federal Adeildda dos Santos, e Fernando Araújo Lopes, suspeito de pagar à servidora pela obtenção das declarações de Imposto de Renda. Ribeiro Júnior, embora tenha confessado à PF ter encomendado os documentos, ainda não foi indiciado. Seus advogados acreditam, porém, que ele não escapará. Um novo depoimento do jornalista à polícia já foi agendado.
De acordo com a investigação, a filha e o genro do candidato do PSDB, Verônica Serra e Alexandre Bourgeois, tiveram os sigilos quebrados na delegacia da Receita de Santo André, no ABC Paulista. Outras cinco pessoas, das quais quatro ligadas ao PSDB, tiveram o sigilo violado em 8 de outubro de 2009, numa unidade da Receita em Mauá, também na Grande São Paulo. Entre elas aparecem o ex-ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique Cardoso, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, e Gregório Preciado, ex-sócio de Serra. O mesmo ocorreu em relação a Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil e tesoureiro de campanhas de Serra e FHC.
Segundo dados da PF, todas as quebras de sigilo ocorreram entre setembro e outubro de 2009. As informações foram utilizadas para a confecção de relatórios, e todas as despesas da ação do jornalista, segundo o próprio, foram custeadas pelo jornal mineiro. Mas o repórter informou aos policiais ter disposto de 12 mil reais, em dinheiro, para pagar pelos documentos – 8,4 mil reais, segundo Dirceu Garcia – e outras despesas de viagem e hospedagem. Garcia revelou ao Jornal Nacional, da TV Globo, na mesma quarta 20, ter recebido 5 mil reais de Ribeiro Júnior, entre 9 e 19 de setembro passado, como “auxílio”. A PF acredita que o “auxílio” é, na verdade, uma espécie de suborno para o despachante não confessar a quebra ilegal dos sigilos.
A nota da PF sobre a violação fez questão de frisar que “não foi comprovada sua utilização em campanha política”, base de toda a movimentação da mídia em torno de Ribeiro Júnior desde que, em abril, ele apareceu na revista Veja como integrante do tal “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff. Embora seja a tese de interesse da campanha tucana e, por extensão, dos veículos de comunicação engajados na candidatura de Serra, a ligação do jornalista com o PT não chegou a se consumar e é um desdobramento originado da encomenda feita por Aécio.
A vasta apuração da Operação Caribe foi transformada em uma reportagem jamais publicada pelo Estado de Minas. O material, de acordo com Ribeiro Júnior, acabou por render um livro que ele supostamente pretende lançar depois das eleições. Intitulado Os Porões da Privataria, a obra pretende denunciar supostos esquemas ilegais de financiamento, lavagem de dinheiro e transferência de recursos oriundos do processo de privatização de estatais durante o governo FHC para paraísos fiscais no exterior. De olho nessas informações, e preocupado com “espiões” infiltrados no comitê, o então coordenador de comunicação da pré-campanha de Dilma, Luiz Lanzetta, decidiu procurar o jornalista.
Lanzetta conhecia Ribeiro Júnior e também sabia que o jornalista tinha entre suas fontes notórios arapongas de Brasília. Foi o repórter quem intermediou o contato de Lanzetta com o ex-delegado Onézimo Souza e o sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá. O quarteto encontrou-se no restaurante Fritz, localizado na Asa Sul da capital federal, em 20 de abril. Aqui, as versões do conteúdo do convescote divergem. Lanzetta e Ribeiro Júnior garantem que a intenção era contratar Souza para descobrir os supostos espiões. Segundo o delegado, além do monitoramento interno, a dupla queria também uma investigação contra Serra.
O encontro no Fritz acabou por causar uma enorme confusão na pré-campanha de Dilma e, embora não tenha resultado em nada, deu munição para a oposição e fez proliferar, na mídia, o mito do “grupo de inteligência” montado para fabricar dossiês contra Serra. A quebra dos sigilos tornou-se uma obsessão do programa eleitoral tucano, até que, ante a falta de dividendos eleitorais, partiu-se para um alvo mais eficiente: os escândalos de nepotismo a envolver a então ministra da Casa Civil Erenice Guerra.
O tal “grupo de inteligência” que nunca chegou a atuar está na base de outra disputa fratricida, desta vez no PT. De um lado, Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte que indicou a empresa de Lanzetta, a Lanza Comunicações, para o trabalho no comitê eleitoral petista. Do outro, o deputado estadual por São Paulo Rui Falcão, interessado em assumir maior protagonismo na campanha de Dilma Rousseff. Essa guerra de poder e dinheiro resultou em um escândalo à moda desejada pelo PSDB.
Em um dos depoimentos à polícia, Ribeiro Júnior acusa Falcão de ter roubado de seu computador as informações dos sigilos fiscais dos tucanos. Segundo o jornalista, o deputado teria mandado invadir o quarto do hotel onde ele esteve hospedado em Brasília. Também atribuiu ao petista o vazamento de informações a Veja. O objetivo de Falcão seria afastar Lanzetta da pré-campanha e assumir maiores poderes. À Veja, Falcão teria se apresentado como o lúcido que impediu que vicejasse uma nova versão dos aloprados, alusão aos petistas presos em 2006 quando iriam comprar um dossiê contra Serra. Em nota oficial, o parlamentar rebateu as acusações. Segundo Falcão, Ribeiro Júnior terá de provar o que diz.
As conclusões do inquérito não satisfizeram a mídia. Na quinta 21, a tese central passou a ser de que Ribeiro Júnior estava de férias – e não a serviço do jornal – quando veio a São Paulo buscar a encomenda feita ao despachante. E que pagou a viagem de Brasília à capital paulista em dinheiro vivo. Mais: na volta das férias, o jornalista teria pedido demissão do Estado de Minas sem “maiores explicações”.
É o velho apego a temas acessórios para esconder o essencial. Por partes: A retirada dos documentos em São Paulo é resultado de uma apuração, conduzida, vê-se agora, por métodos ilegais, iniciada quase um ano antes. Não há dúvidas de que o diário mineiro pagou a maioria das despesas do repórter para o levantamento das informações. Ele não é filiado ao PT ou trabalhou na campanha ou na pré-campanha de Dilma.
Ribeiro Júnior pediu demissão, mas não de forma misteriosa como insinua a imprensa. O pedido ocorreu por causa da morte de seu pai, dono de uma pizzaria e uma fazenda em Mato Grosso. Sem outros parentes que pudessem cuidar do negócio, o jornalista decidiu trocar a carreira pela vida de pequeno empresário. Neste ano, decidiu regressar ao jornalismo. Hoje ele trabalha na TV Record.
Quando o resultado do inquérito veio à tona, a primeira reação do jornal mineiro foi soltar uma nota anódina que nem desmentia nem confirmava o teor dos depoimentos de Ribeiro Júnior. “O Estado de Minas é citado por parte da imprensa no episódio de possível violação de dados fiscais de pessoas ligadas à atual campanha eleitoral. Entende que isso é normal e recorrente, principalmente às vésperas da eleição, quando os debates se tornam acalorados”, diz o texto. “O jornalista Amaury Ribeiro Júnior trabalhou por três anos no Estado de Minas e publicou diversas reportagens. Nenhuma, absolutamente nenhuma, se referiu ao fato agora em questão. O Estado de Minas faz jornalismo.”
No momento em que o assunto tomou outra dimensão, a versão mudou bastante. Passou a circular a tese de que Ribeiro Júnior agiu por conta própria, durante suas férias. Procurado por CartaCapital, Gimenez ficou muito irritado com perguntas sobre a Operação Caribe. “Não sei de nada, isso é um absurdo, não estou lhe dando entrevista”, disse, alterado, ao telefone celular. Sobre a origem da pauta, foi ainda mais nervoso. “Você tem de perguntar ao Amaury”, arrematou. Antes de desligar, anunciou que iria divulgar uma nova nota pública, desta vez para provar que Ribeiro Júnior, funcionário com quem manteve uma relação de confiança profissional de quase cinco anos, não trabalhava mais nos Diários Associados quando os sigilos dos tucanos foram quebrados na Receita.
A nota, ao que parece, nem precisou ser redigida. Antes da declaração de Gimenez a CartaCapital, o UOL, portal na internet do Grupo Folha, deu guarida à versão. Em seguida, ela se espalhou pelo noticiário. Convenientemente.
O que Gimenez não pode negar é a adesão do Estado de Minas ao governador Aécio Neves na luta contra a indicação de Serra. Ela se tornou explícita em 3 de fevereiro deste ano, quando um editorial do jornal intitulado Minas a Reboque, Não! soou como um grito de guerra contra o tucanato paulista. No texto, iniciado com a palavra “indignação”, o diário partiu para cima da decisão do PSDB de negar as prévias e impor a candidatura de Serra contra as pretensões de Aécio. Também pareceu uma resposta às insinuações maldosas de um articulista de O Estado de S. Paulo dirigidas ao governador de Minas.
“Os mineiros repelem a arrogância de lideranças políticas que, temerosas do fracasso a que foram levados por seus próprios erros de avaliação, pretendem dispor do sucesso e do reconhecimento nacional construído pelo governador Aécio Neves”, tascou o editorial. Em seguida, desfiam-se as piores previsões possíveis para a candidatura de Serra: “Fazem parecer obrigação do líder mineiro, a quem há pouco negaram espaço e voz, cumprir papel secundário, apenas para injetar ânimo e simpatia à chapa que insistem ser liderada pelo governador de São Paulo, José Serra”. E termina, melancólico: “Perplexos ante mais essa demonstração de arrogância, que esconde amadorismo e inabilidade, os mineiros estão, porém, seguros de que o governador ‘político de alta linhagem de Minas’ vai rejeitar papel subalterno que lhe oferecem. Ele sabe que, a reboque das composições que a mantiveram fora do poder central nos últimos 16 anos, Minas desta vez precisa dizer não”.
Ao longo da semana, Aécio desmentiu mais de uma vez qualquer envolvimento com o episódio. “Repudio com veemência e indignação a tentativa de vinculação do meu nome às graves ações envolvendo o PT e o senhor Amaury Ribeiro Jr., a quem não conheço e com quem jamais mantive qualquer tipo de relação”, afirmou. O senador recém-eleito disse ainda que o Brasil sabe quem tem o DNA dos dossiês, em referência ao PT.
Itagiba, derrotado nas últimas eleições, também refutou as acusações de que teria comandado um grupo de espionagem com o intuito de atingir Aécio Neves, no meio da briga pela realização de prévias no PSDB. “Não sou araponga. Quando fui delegado fazia investigação em inquérito aberto, não espionagem, para pôr na cadeia criminosos do calibre desses sujeitos que formam essa camarilha inscrustada no PT.”
[...] da Carta Capital via histórias pra boi acordar [...]
[...] L. Violação da lógica. Reportagem publicada em CartaCapital em 22/10/2010. Disponível em: /politica/violacao-da-logica. Acesso em [...]
Esses são os caras do “Bem”, imagine se fossem do Mal, como estaria essa campanha de baixaria que eles já criaram em torno da Dilma. Mas isso também é pra orientar o pessoal do PT que depois que chegou ao poder quer imitar o PSDB e o DEM em corrupção. Eles querem ser os caras nessas práticas de entrega do patrimônio público que eles chamam de privatização. Assim é fácil ser a favor do Meio Ambiente.Não vendem, doam, com toda infra-estrutura recuperada e o comprador paga com empréstimo do dinheiro do BNDS, BB ou CAIXA. E viva a ética da tucanada! Essa é o exemplo de ética ao povo brasileiro. Chega de solo estéril e árido. Floresta neles!
Mas a questão agora é outra, ou seja, é o boi na linha do trenzinho do Dick Vigarista!!!!!
[...] por Leandro Fortes, da Carta Capital [...]
Mas a Sucursal Av. Paulista do PIG ainda hoje insinuou, em seu telejornal do início da noite, que o jornalista trabalhava para o PT……..!!!!!
Como se vê, êles agirão como comandados do Dick Vigarista até à linha de chegada!!!!!!
O Lula foi a maior surpresa que o Brasil ja teve. Sempre tive certeza que ele ia fazer uma besteira na economia, mas ele seguiu a politica neo-liberal do antecessor e deu tudo certo. Por outro lado, sempre pensei que ele pelo menos ia acabar com a corrupção. Mas como me enganei. E ninguem faz nada, so tem bandido no governo e ninguem faz nada
Queria dar os parabens à Carta Capital. Se não fosse seu foco na acusação do envolvimento do Aecio com o dossie do Serra, o Aecio não teria se empanhado tanto na campanha do Serra. Vcs podem ter ajudado o Serra a virar o nosso novo presidente. Obrigado
A matéria é ótima, mas só faltou acrscentar a ligação de Itagiba com Álvaro Lins a as milícias do Rio de Janeiro.
O, SERRA,TEM A CAPACIDADE DE INVENTAR DOSSIÊS,PRA QUALQUER,PESSOA SENDO PRA ELE SER CANDIDATO A PREFEITO DE SP,GOVERNADOR,OU PRESIDENTE,POIS O AÉCIO NEVES, EU TENHO CANSADO DE FALAR,QUE SE TIVESSE,VERGONHA NA CARA JAMAIS ELE IRIA, APOIAR serra, QUE POR 3 VEZES,PODOU AÉCIO NEVES , DE SER O CANDIDATO,A PRESIDENTE,EU VOU DIZER MAIS UMA VEZ SAI FORA DESTE POVO AÉCIO NÃO SE QUEIME,E NÃO PREJUDIQUE A VOCE MESMO,SE TEU AV^,FOSSE VIVO,(TANCREDO NEVES)VOCE NÃO ETARIACOM ESTE POVO POIS PELO PODER ELES FAZEM QUALQUER COISA,ATÉMESMO O ITAMAR FRANCO TE DEU A RASTEIRA, JUNTO COM FERNANDO HENRIQUE,TE PODOU SERRA TE PODOU,GERALDO ALKEMIM TE PODOU NOVAMENTE SERRA TE PODOU E VOCE AINDA CONTINUA COM ESTE POVO,APOIE A DILMA QUE VOCE ESTARÁ DANDO UM TAPA DE LUVAS NESTE POVO CRAPULAS DO TUCANALHAS,E SAI FORA DELES QUE SERRA E ITAMAR FRANCO FHC E GERLADO ALKEMIM EKASSAB E SERGIO GUERRA VÃO ACBAR COM TUA POLITICA,VOCE NUNCA MERECEU ISSO SAI FORA DESTE POVO AÉCIO DE DEIXA,QUE ELES SE VIREM SOZINHOS JÁ QUE TE PODARAM POR MAIS DE 3 VEZES,FICA FEIO PRA VOCE AÉCIO AO LADODE SERRA,QUE ESTA CONROENDO TEU PRESTUGIO POLITICO,COM ESTA POVO JAMAIS VOCE SERA CANDIDTO A PRESIDENTE SÓ SE ELES PERDEREM PRA ISTO ACONTECER,AI TUDO VAI ESTAR DESGASTADO E O AÉCIO VAI DAR COM A CARA NO MURO……
É clichê, mas é uma grande verdade e esta reportagem tendenciosa deixa escapar nas entrelinhas, quem tem informação tem poder. Os petistas só procuraram o indigitado jornalista porque ele tinha os dados sigilosos dos tucanos, queriam com eles faturar algum dividendo político. Vendo que a papelada era picuínha abandonaram a própria sorte os núncios da malfada missão, sob pena de respingar na candidatura da pupila-mor. Os dados podem ter sido requisitados pela escol do tucanato mineiro, mas os aloprados também tiveram sua parcela de responsabilidade ao demonstrarem interesses escusos em adquiri-los. Isto é uma verdade que não tem como se negar.
TIRIRICA – ESTÁ ELEITO E NÓS VAMOS PAGAR CARO POR ESSA BRINCADEIRA DE PALHAÇO.
ENTÃO, CONFIRA…
Segundo o Correio do Povo RS (edição 03.10.2010)
Tiririca, e todos os deputados federais irão perceber por mês:
Salário: R$ 16.512,00
Ajuda Custo: R$ 35.053,00 (Valor máximo, e não posso pensar que algum deles vá usar o valor mínimo).
Essa ajuda de custo é para passagens aéreas até a base, fretamento de aeronaves (você já andou de avião ou anda com frequência) cota postal e telefonica, combustíveis, divulgação do mandato,
aluguel de escritório político assinatura de publicações e serviços de tv e internet, contratação de segurança.
Auxilio Moradia: R$ 3.000,00
Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00 (Para contratrar de 5 a 25 funcionários )
Despesa Médica: R$ Ilimitada (Pode gastar o que quiser mediante qualquer recibo, sem contestação)
Telefone Celular: R$ Ilimitado ( Não existe restrição de uso,então o que gastar é pago.
Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 33.024,00)
Só com os números divulgados são: R$ 114.565,00 por mês,
sem contar a bonificação anual e os ilimitados.
O povo que o elegeu é mais palhaço que o Tiririca, já que nos obriga a pagar para termos um palhaço de fato nos representando em Brasilia.
A grana sairá do meu bolso e do SEU BOLSO TAMBÉM !!!!!!!
Ruy Câmara
Alto lá, Itagiba! Ninguém tem dúvidas de que vc opera na podridão das hostes criminosas da quadrilha formada pelo PSDBesta / DEMoníacos.
O psdb, sempre fez trapassas, quando lula candidatou-se, o serra arranjou compra de dossiê para imbanar a candidatura do lula e terminou perdendo a eleição e agora vai dar no mesmo se Deus quiser e ele quer que ele é bom.O Brasil precisa de alguém que continue o projeto de governo do Lula e esse alguém é Dilma. No Piaui, ela tem 70% da votação, devia ser 100% se não fosse a imganação feita partido da bolinha de papel.
Excelente reportagem nos mostrando os bastidores da politica brasileira associado com os meios de comunica\ao e os seus interesses!!!!!!!! Que bom ter uma revista que estimula o leitor a ter uma visao mais critica da politica brasleira!!! Parabens Leandro Fortes
Leandro Fortes, seu texto esclarece realmente o que a mídia tenta esconder e confirma o que disse o Presidente Lula “…é tucano bicando tucano”. Parabéns!!!
Vamos abater a desonestidade dessas aves de rapina nas urnas, com muitos votos em Dilma.Só tenho pena dos tucanos, com sua imagem ligada a esta máfia.
Leandro Fortes, seu texto esclarece o que a mídia tenta esconder e confirma o que disse o Presidente Lula “… é tucano bicando tucano.” Parabéns!!!
Tudo bem, dizem eles, mas o PT tentou comprar o material através do Lanzetta, e dai? na hipótese de o PT ter comprado um dossiê é crime?, não, é aético?, não, então que insistência é esta do PIG em querer convencer que o PT queria o dossiê, que diferença faz, só se for pra tumultuar.
Mino: sou da Bahia, terra do meu amigo Emiliano José. A cada dia agradeço à vida por existir esse tipo de jornalista que você é e que Emiliano é. Quanto aos objetos que atingiram a cabeça de Serra, pesei, em balança de precisão, a bolinha de papel e uma bobina de fita adesiva (cheia). A bolinha pesou 4g e a bobina 186 gramas, bem menos do meio quilo alardeado por Serra.Não há verdade em nada que Serra diz, ele e o anão do orçamento Sérgio Guerra. A blindagem que o tucano tenta criar em torno de si, de incorruptível e capaz, não resiste a uma fala de Lula ou a uma bolada de papel de 4 g. Obrigado, Carta Capital: jornalismo é isso, sempre exercendo o contraditório.
É importante lembrar que esse assunto, a princípio, somente diz respeito à vítima, Verônica Serra. Em seguida a nós, contribuintes, que esperamos sigilo sobre as informações que entregamos à Receita. Aos demais, incluindo candidatos, somente interessa pelo prejuízo eleitoral que possa trazer. Logo, é de se supor que, terminada a eleição, passe a interessar apenas à principal prejudicada, e caia no esquecimento dos demais. Ora,eleitoralmente,o mal já foi feito, e, injusto ou não, deixou a impressão pública de que a violação foi arquitetada por simpatizantes ou representantes do PT, a serviço da campanha de Dilma, e com o intuito de prejudicar, através de um banco de informações, a campanha de Serra. Portanto, a menos de dez dias da eleição, fica difícil mudar essa idéia, que já encontra-se introjetada na mente do eleitor. Assim, quem é favorável a Dilma, vota nela, independentemente da denúncia, e quem está apoiando Serra, vota nele, apesar dela. É na cabeça dos indecisos que se deseja saber qual está sendo o impacto. Mas que o caso, como tantos outros, já está sedimentado na opinião pública, não há dúvidas. E não há argumentação que possa, agora, retirá-lo de lá.
O PSDB NÃO VAI TRANSFORMAR O BRASIL NA COLÔMBIA-2.
Boa Noite, os sites do Azenha (Viomundo) e do Rodrigo Vianna (escrivinhador) estão sofrendo ataques de hackers, é impressionante e não é mera coincidencia podem ter certeza, o Google informa que eles são fontes de virus, o mesmo Google que sumiu com as fotos do Roboanel desmanchando.
Mas que vergonha! o PSDB faz toda essa maracutaia, e ainda insistem em vincular essa baixaria à campanha de Dilma. Como poderíamos confiar no Serra para ser presidente do Brasil.
É DILMA NELES.
Graças a Deus, alguém para falar a VERDADE. Cansado da mídia tendenciosa que tenta induzir as conclusões do eleitorado brasileiro. Parabéns pela matéria. E mais que tudo, como cidadão brasileiro, OBRIGADO.
Parabéns, Leandro Fortes, pelo excelente artigo. Uma grande denúncia da farça demotucana e a tentativa de culpar o PT. Continue prestando este grande serviço à população. Fraternalmente,
Fausto Jaime
Triste Brasil! A Justiça, mais corrupta que a trupe. é cega! Quando lhe convem…
aecio e mineiro que saber quem sãos os mineiro pergunta a tiradente que ele diz agora no brasil tem uma emissoura chamada rede globo que não tem compromisso com a verdade mais somente ao que de fato enteresar a qunadrilha dos marinho
Parabens! A materia eh muito esclarecedora.
Como a notícia vem sendo tratada como produto, é certo que o leitor reagirá como reage na compra de produtos que não lhe inspiram confiança: simplesmente virará as costas. Nada nos é “estranho”, mais.
Muito boa e esclarecedora essa reportagem.
É bem esclarecedora a reportagem de Leandro Fortes. Não precisamos ler a FSP e veja
parabens a carta capital pela reportagem, e pela capa.
é isso ai ja desconfiava que era uma briga entre os tucanos SERRA e AECIO, estava na cara claro que eles vao negar tudo mas em fim, agora que o povo esta sabendo de tudo,ainda bem que temos uma revista como a carta capital,porque a rede bobo e a veja fazem para serra,mas o povo nao é bobo.
dia vamos de DILMA 13 NELES
Fico boquiaberto ao constatar a desfaçatez da mídia, quase em sua totalidade, ao tentar distorcer os fatos supra apresentados. A Polícia Federal não veio a público e informou, em sua totalidade, o acontecido? Então por que não se reportar ao dito? Está mais do que provado, que tais veículos tendem a ganhar, e muito, com a vitória, que não irá acontecer, do tucano. Como disse Pedro Simão (Senador gaúcho):__O que sai enfraquecido nesta eleição é o Judiciário, ante este lamaçal.
Eita texto longo! Mas, essa eleição esta parecendo a GUERRA FRIA. Lula tem 82% de aprovação porque representa o povo enquanto uns e outros representam destruição dos verdadeiros jornalistas
Muito obrigada Leandro por essas e outras notícias que você tem nos passado. São por demais esclarecedoras. Ufa! Já estava me sentido angustiada, no sentido de ainda não ter lido nenhuma informação mais completa acerca do caso. Cada dia fico mais indignada com a grandde mídia, com o seu desrespeito com os leitores. Já postei vários comentário neste sentido. Me sinto verdadeiramente enojada, ao ponto de não suportar mais assistir o jornal nacional e ao da globo. Eu aainda nutria alguma esperançã de que Aécio Neves fosse ainda um pouquinho diferente de Serra, mas não. São dois nojetos e usam das mesmas armas para ludibriar o leitor e manipular as informações.
O duro de engolir, é a POLÍCIA FEDERAL ter que vir EXPLICAR, (como se fosse para uma criança) o que realmente aconteceu, haja vista, os “jornalistas” de alguns “jornais”, (foia e outros), não terem conseguido entender o resultado as investigações. (Estamos muito ruins de impresa, uma vez que os “jornalistas” não conseguem sequer entender a conclusão de uma investigação), eles acabam, acho que por ignorancia, DETURPANDO TUDO. (acho que temos que relevar a falta de inteligência desses “jornalistas”)
A corja do PSDB não será presa com tanta tentativa de manipulação da opnião pública?
Precisamos intensificar as denuncia a toda população. Chega de palhaçada destes ladrões tucanos querendo se travestir de santinhos.
DILMA – 13 para Presidente.
agora sim eu me choquei, por essa eu não esperava.
Isso mostra que a quebra de sigilos foi, realmente, fruto da disputa entre tucanos pela indicação à candidatura à presidência.Aliás, não entendo a lógica de Aécio Neves estar apoiando Serra no segundo turno já que nada o impedirá de, se eleito (três toquezinhos na madeira!), tentar a reeleição em 2014.E mesmo que tenha feito algum acordo com Serra e este não dispute novamente, quem garante que para enfrentar Marina (que virá forte) e, provavelmente, Lula, a “tucanada paulista” não prefira Geraldo Alckmin e deixe o mineiro ( e Minas, obviamente) a “ver navios” outra vez? Em minha opinião – de leigo, admito – acho que Aécio deveria se manter neutro agora e depois procurar um partido mais identificado com o povo, para vir com chances em 2014.A não ser – como comentou um amigo – que ele esteja, no fundo, no fundo, fazendo figuração nessa campanha e contando com a derrota de Serra, o que poderia transformá-lo no candidato natural do PSDB para daqui a quatro anos.Será? Viva Dilma!
Excelente esclarecimentos. Pena que isso não apareça na mídia de acesso à massa da população.
Excelente. O Conversa Afiada e Carta capital me esclareceram essa briga tucana. É mto poder e mto interesse. Aécio é mascarado e Serra é de total baixo nível.
BARBARIDADE…que loucura. Isso sim é uma matéria, seu autor simplesmente narra e a gente degusta. Quanta sujeira dessa gente, de certa forma até meio amadora.
Parabéns
A análise feita tem muita lógica. É fácil observarmos o encadeamento dos fatos. O curioso que não há nenhum mea-culpa por parte da mídia que afirmava que a funcionária da Receita era do PT, que os despachantes eram do PT, que estava a serviço do PT. Se vê claramente que é uma cadeia de corrupção feita por um grupo de comunicação a serviço de seus interesses espúrios desde Chateaubriand.
Há muito tempo não compro VEJA nem outras produções do mesmo nível, nem assisto Bonner para não me irritar.Aliás a minha página negra é ser ex-assinanteda VEJA.
Legal a idéia do boicote. A mentira tem perna curta.
Muitos parabéns, Leandro Fortes. Foi a matéria mais detalhada e esclarecedora sobre o assunto. Foi exposto em detalhes, inclusive, a disputa interna dentro do PT. Muito bom! É uma pena que outros jornais e revistas exponham os fatos pela metade.
Povo brasileiro,ainda estão pensando em quem votar.Estão conscientes da gravidade do assunto.O tucano mor tramou contra a própria hoste.pelo bem do Brasil;soberano,independente.No dia 31 é 13.Até a data está a favor.
Hehe! Soco no fígado! Beleza de reportagem. Parabéns, Leandro!
Alem de deixar de assistir esses canais de TV, deixar de comprar os jornais tendenciosos, canlar assinaturas, devemos deixar de consumir produtos e serviços dos patrocinadores de programas sem credibilidade, tipo Jornal Nacional e até mesmo as telenovelas.
Leandro, primoroso seu esclarecimento. Guarde a sete chaves – e desculpe achar que você já não faz isso – todas as declarações de Aécio sobre tudo que está acontecendo. Lá na frente você pode confrontá-lo – jornalisticamente. Parabéns!
É lamentável a mídia querer usar o fato de quebra de sigilo fiscal contra o PT e não o conteúdo que é gravíssimo, caso de polícia internacional. Todos envolvidos na “privataria” deverão ser investigados e condenados à prisão. Que isso nunca mais se repita no Brasil. Dilma para presidente já!
Definitivamente Alice no País das Maravilhas tem mil vezes mais sentido do que o jornalismo(?) do PIG.
Parabéns pela apuração, Leandro!!!
O que se depura da rocambolesca novela tucana é que o partido perdeu uma chance incrível de voltar ao poder pela figura do Aécio Neves. É impossível descobrir, mas desconfio que uma campanha capitaneada pelo “solteiríssimo” governador mineiro seria mais palatável que a do moribundo Serra, que nem um banho de loja conseguiu resgatar das trevas da insônia e do mau humor. Como diria o saudoso Maurício Diniz, “jamais saberemos”. E depois muitos analistas “estranham” o fato de o PSDB ser uma reprodução mal acabada do antigo PRP – Republicano e Paulista. Com líderes assim, fica bem explicado mais esse retumbante fracasso eleitoral.
Vamos buscar mais votos pra Dilma dias nesses 9 dias restantes
Gente já passou da hora de boicotar essa mídia golpe. Cancelem assinaturas, não assistir as TV tendenciosas. E vamos eleger Dilma Presidente
Uma coisa é certa não foi o Governo ou a Dilma quem violou o sigilo da tucanada. Assim sendo o Serra tinha de ser homem e assumir que foi leviano, ou mesmo vale para a mídia.
Quem fez essa lambança toda foi o jornalista Amaury, o resto é blá, blá blá, o assunto principal é quebra de sigilo, não vamos perder o foco.
Lógico … é sempre assim o diabo no inferno e o PT cá “em cima” … psdb ou p ou … m … no paraíso, só tem santo …
O sonho de Aécio em ser candidato a presidente virou PÓ.
Esse cara, Leandro Fortes, já era muito bom “em idos de 1985, 1986″, ainda estudante de jornalismo na Faculdade de Comunicação da UFBA, no Canela, em Salvador. Não o conheci de perto, só de longe (eu era mais novo na Facom), mas ele e seu grupo de colegas, como Cynara Menezes e outros grandes nomes do jornalismo baiano e brasileiro, eram já ótimos jornalistas. Parabéns, Leandro, embora saiba que você não é baiano, tenho muito orgulho de ter passado pela mesma escola que você passou, embora com menos talento. E obrigado pelo grande serviço aos interesses verdadeiros do nosso povo e do NOSSO País.
Gostaria de saber quando sairá o famoso livro. Alguém pode dar uma pista?
É preciso que essa verdade seja divulgada, tal qual a “estória” do “tijolo” na cabeça do canalha! Vamos lutar por isso!
Esta “pedra” já havia sido cantada pela Carta Capital…….
Repito aqui a frase de Leonardo Boff:”..com LULA a ESPERANÇA venceu o medo….com DILMA a VERDADE vencerá a mentira…”
O povo necessita saber da verdade….é necessário desmacarar a FARSA JOSÉ SERRA!!!!!!!!!!!!!!!
Por RESPEITO e por DIREITO com os BRASILEIR@S a verdade tem que ser dita!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Prezado Leandro Fortes,
você é que é o jornalista verdadeiramente investigativo. Parabéns pela grande reportagem! E também pela isenção ao narrar todos os fatos.
Só faltam 9 dias para a eleição. Se os fatos não forem esclarecidos e divulgados entes cairâo no vazio e não terão a repercução desejada que é desmascarar a família Neves da Cunha. Nós mineiros estamos sendo enganados pelos gupos Estado de Minas, Folha e Globo.
Os desinteressados pela verdadeira notícia só dão crédito aos veiculos de comunicação acima o que é motivo da alta aprovação de Aécio Neves cujo governo sucateou o serviço público estadual. Inibiu a Segurança Pública, O Fisco Estadual e o sistema de saúde de Minas (se é que existe). Quano a Educação; torna-se desnecessário comentar. É lastimável a situação dos professores e do ensino em MG>
A Veja acertou querendo ter errado. Sua última edição mostra, na capa, o “super” Aécio, com poderes de decidir a eleição. Pelo andar da carruagem, deverá mesmo decidir, mas a favor da Dilma. Tratou-se de briga de cachorros grandes, mas da mesma matilha.
Acredito que é plausivel a explicação felumatica da Carta Capital ,a explicação de uma guerra intestina dos tucanos.Difícil é acreditar que eles vão confirmar essa comédia ,que a midia da esquerda festiva que impor como versão real e única dos fatos.Vide o que diz o Estadão….Jornalismo investigativo é como boato em porta de delegacia,cada queixoso tem a sua história de vítima para relatar…
Nisso tudo vemos fatos:
Serra não presta.
Aécio, idem.
Tucanodemonatas,idem.
Mídia conivente,idem.
Lamentavelmente o livro ficará sob inquérito e não poderá ser lançado.
Ufa….,dizem FHC, Serra e afins, pois, como nossa justiça é, serão chamados em 300 anos para depor,mas, antes disso, comprovadas as maracutaias, poderão fazer parte do mesmo seleto grupo em que Paulo Maluf faz parte na INTERPOL. Aqui, serão protegidos pela “lei” e ainda poderão ser indicados como destques de alas de desfiles de escolas de samba.
De leve…
27.04.2012
Regras claras e fiscalização eficiente são um empecilho à atuação do setor privado ou um atrativo para investidores, além de garantir a segurança dos consumidores? É o que este seminário da série Diálogos Capitais irá mostrar.
Gurgel se interpôs na história, mas a subprocuradora Cláudia Sampaio terá de sair sozinha do buraco em que se meteu
Gurgel e a mulher, José Carlos Dias e Nelson Jobim. Que semana…
Dilma Rousseff recusa a anistia como esquecimento, enquanto FHC prega o mantra da conciliação
A revista Veja não lida bem com a crítica na internet e propõe de forma enviesada a censura na rede
Enquete
