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Política

Operação Guilhotina

Uma mulher na chefia da Polícia Civil do RJ

por Redação Carta Capital — publicado 16/02/2011 09h06, última modificação 16/02/2011 11h08
A delegada Marta Rocha é a substituta de Allan Turnowski, que deixou o cargo nesta terça-feira, após crise na instituição deflagrada pela Operação Guilhotina da PF. Da Redação

A delegada Marta Rocha é a substituta de Allan Turnowski, que  deixou o cargo nesta terça-feira, após crise na instituição deflagrada pela Operação Guilhotina da PF

A delegada Marta Rocha foi escolhida como a nova chefe de Polícia Civil do Rio. Ela substituirá o delegado Allan Turnowski que deixou o cargo na manhã de terça-feira 15, a pedido do secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame, após uma crise interna na instituição. Foram cinco horas de reunião para decidir quem seria o novo chefe da Polícia Civil.

A saída de Turnowski foi provocada pela Operação Guilhotina, desencadeada pela Polícia Federal na sexta-feira 11, que prendeu mais de 35 policiais civis e militares envolvidos com corrupção, tráfico de drogas e ligação com milícias.

A nova chefe da polícia civil carioca entrou nos quadros da Secretaria de Segurança Pública em 1983 como policial e já concorreu às eleições como deputada estadual. Em 1990, passou no concurso como delegada; já foi corregedora da Polícia Civil e antes de ser escolhida para o novo cargo, coordenava as delegacias especializadas da Mulher.

Hoje Marta começa a montar seu grupo de trabalho. “Nunca me vi como chefe de Polícia e por isso não tenho os nomes da equipe dentro da bolsa”, afirmou.

Sobre a situação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), lacrada desde o último domingo 13, por determinação do ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski, ela falou “que terá de aguardar a manifestação da Corregedoria da Polícia Civil sobre a correição que está fazendo na especializada e se existe algum fato concreto na apuração para depois se manifestar”.

Com informações da Agência Brasil

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