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Política

Feira internacional

São Paulo recebe delegação que escolherá sede da Expo 2020

por Piero Locatelli — publicado 11/03/2013 15h12, última modificação 11/03/2013 15h14
O município tenta trazer feira internacional para a cidade e estima movimentar 3 bilhões de reais

Após apresentar a sua candidatura para a Expo 2020 na última terça-feira 5, São Paulo passa nesta semana pela primeira inspeção dos integrantes da comissão que decidirá se a feira vai ocorrer no Brasil. A escolha só deve ser tomada em novembro deste ano.

O evento ocorre de cinco em cinco anos e é o terceiro que mais movimenta dinheiro no mundo, perdendo apenas para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. São Paulo concorre com Ekaterimburgo (Rússia), Izmir (Turquia), Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Ayutthaya (Tailândia) para sediar a Expo. O Brasil é o quarto país a ser visitado pela comissão, que deve ficar até quinta-feira 14 no país.

 

Os integrantes do Bureau Internacional de Exposições, responsável pela escolha, se encontraram nesta segunda-feira 11 com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. O prefeito fez uma exposição do projeto e almoçou com eles na sede da Fiesp, na capital paulista. A presidenta Dilma Rousseff deve receber a delegação na quarta-feira 13, junto com o prefeito e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Investimentos não estão condicionados a feira

Segundo estimativas da prefeitura, o evento deve trazer 2,9 bilhões de reais para a cidade. Os gastos com a exposição seriam de 3 bilhões de reais para construir o parque de exposições e realizá-la.

Além do gasto na exposição, o projeto envolve uma série de investimentos de infraestrutura na região de Pirituba, noroeste de São Paulo. Segundo o prefeito, nem todos estão condicionados à candidatura. “Faremos um investimento num pavilhão de exposição maior, tendo ou não a exposição. Transporte coletivo de massa também tem de ser feito, com ou sem exposição,” disse o prefeito da cidade, Fernando Haddad.

Haddad disse que o projeto não é um investimento isolado, mas combinado com o “plano de desenvolvimento estratégico” de São Paulo. Segundo o prefeito, a região de Pirituba não deve ser priorizada em detrimentos de outras áreas de cidade.

 

Com informações da Agência Brasil

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