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O padrão Olga Curado

por Cynara Menezes — publicado 13/08/2010 01h11, última modificação 13/08/2010 16h36
Formada na escola da Rede Globo, a jornalista tenta tornar a candidata Dilma Rousseff íntima das câmeras de tevê e do contato com os repórteres

Desde que o brasil voltou a eleger presidentes, em 1989, fala-se  dos “magos” da propaganda política. Agora, a disputa que pode eleger a primeira presidente também poderá ser a primeira vez a se falar de uma “maga”. Se Dilma Rousseff for eleita, uma figura dos bastidores da campanha petista, a jornalista goiana Olga Curado, ganhará os holofotes. A menos de dois meses da eleição, a especialista em media training tem diante de si a tarefa de transformar a ex-ministra, estreante em eleições, numa estrela  televisiva. Ou ao menos impedi-la de tropeçar no script. Nada de frases longas, nada de tecnicismos, nenhum destempero. Dilma não pode errar na tevê. Depende de seu desempenho na telinha a manutenção, no mínimo, e até a ampliação, da  vantagem que tem em relação a José Serra, do PSDB. Desse desempenho, há quem diga, dependerá a duração da  campanha: se em um ou dois turnos.

Na primeira prova, Olga falhou: uma Dilma Rousseff nervosíssima apareceu no primeiro debate entre os presidenciáveis, exibido pela TV Bandeirantes na quinta-feira 5. Mas acertou na segunda: a candidata apareceu tranquila na  bancada do Jornal Nacional na terça-feira 10 e soube safar-se bem das investidas do apresentador William Bonner.

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