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Jobs entendeu o mundo atual

por MITI Inteligencia — publicado 06/10/2011 13h49, última modificação 06/10/2011 13h51
A reação do público com a notícia da morte do executivo mostra seu carisma frente aos usuários da novas tecnologias

Um dos homens mais influentes do nosso tempo, o norte-americano Steve Jobs tem sido definido pela imprensa e público como revolucionário, empreendedor, gênio e excêntrico, entre outros adjetivos. Todas estas definições realmente cercaram a vida do mito no qual se transformou o executivo da Apple.

O que mais chama a atenção na repercussão de sua morte é a comoção antes reservadas às estrelas de cinema e rockstars, agora também percebida nas últimas homenagens a um dos maiores criadores da era digital. A MITI Inteligência acompanhou as manifestações nas redes sociais nas primeiras horas após o anúncio da morte. Ao monitorar diversos termos e hashtags criadas para homenagear Steve Jobs, é possível afirmar que, desde o anúncio de sua morte, já ultrapassamos de 4,5 milhões de tweets com menções exatas a “Steve Jobs”. A tag #iSad já passa de 62 mil publicações e os agradecimentos através das expressões #iThankYou, #iThankYouSteve e Thank You Steve, somam quase 300 mil postagens no Twitter. Seu carisma enquanto criador de softwares e hardwares é, portanto, indiscutível entre os usuários das novas tecnologias.

Jobs não teve somente êxito comercial (foi apontado como o 110º no ranking de pessoas mais ricas do mundo pela revista Forbes, em março passado). A cabeça que guiava a Apple representava o retrato de um líder incansável e, sobretudo, de alguém com uma vontade infindável de superar a si e aos concorrentes.

Era natural que a marca, por sua dimensão e exposição, fosse muito mais citada que seus produtos, ou do que o próprio executivo principal. No entanto, é muito difícil imaginar a Apple sem Jobs como ocorreu no passado. Era o maior protagonista do mundo da inovação tecnológica. Steve foi o gênio criador e executor das novas necessidades e desejos do homem contemporâneo. Agora, como diria o imperador romano: “E como ele, que outro haverá?”.

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