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MPF fecha o cerco a tevês católicas

por Redação Carta Capital — publicado 25/11/2011 09h56, última modificação 25/11/2011 09h56
Procurador pediu o cancelamento das concessões de duas emissoras do interior de São Paulo. As outorgas teriam sido feitas de forma irregular

O Ministério Público Federal pediu à Justiça, na quarta-feira 23, a anulação das concessões de duas emissoras católicas: Canção Nova e Aparecida.

De acordo com o procurador Adjame Oliveira, as outorgas, concedidas em 1997 e 2001, ocorreram de forma irregular, sem licitação, impedindo a disputa e seleção de tevês que apresentassem o melhor projeto educacional.

As emissoras transmitem programas de evangelização e causaram polêmica na campanha presidencial de 2010, ao veicular sermões que pediam aos fiéis para não votar no PT.

No início do mês, a Canção Nova abriu espaço para um programa apresentado pelo presidente do PT em São Paulo, Edinho Silva. Parecia uma estratégia para reaproximar o grupo religioso da presidenta Dilma Rousseff, mas logo após a primeira exibição o Conselho Deliberativo da emissora decidiu cancelar o programa.

 

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