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Kassab lança seu novo partido na Bahia

por Redação Carta Capital — publicado 21/03/2011 09h10, última modificação 21/03/2011 16h37
Apesar dos planos, em São Paulo o prefeito atinge maior índice de reprovação desde sua reeleição ao cargo. Da Redação

Apesar dos planos, em São Paulo o prefeito atinge maior índice de reprovação desde sua reeleição ao cargo

Os movimentos do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para criar uma nova sigla, de olho no governo do Estado nas eleições de 2014, chegaram ao estado da Bahia neste fim de semana, um dia antes do lançamento oficial da nova sigla Partido Social Democrático (PSD), na capital paulista prevista para esta segunda-feira 21 às 12h, na Assembleia Legislativa.

Por lá, conseguiu o apoio do vice-governador Otto Alencar (PP), que visa as eleições municipais locais e que deve presidir a sigla na Bahia. O vice conseguiu mobilizar deputados estaduais e federais, ex-prefeitos, vereadores de vários municípios baianos. O momento parece propício a congregar políticos com baixa participação desde a morte de Antonio Carlos Magalhães, o ACM, em 2007, que manteve o poder por quase duas décadas na Bahia.

“Nasce, aqui na Bahia, o PSD. Um partido do povo, para o povo”, disse o prefeito em discurso do lançamento do manifesto de criação da nova sigla. Esse é o primeiro passo para dar abrangência nacional ao novo partido e, ainda, conseguir as 490 mil assinaturas, o equivalente a 0,5% do eleitorado brasileiro, para a criação formal da legenda e que deve percorrer ainda mais nove Estados.

Alguns dos políticos que assinaram o manifesto de criação da nova sigla e devem reforçar os quadros do novo partido são os deputados federais Fernando Torres (DEM-BA), Paulo Magalhães (DEM-BA) e José Carlos Araújo (PDT-BA), além do deputado federal Edson Pimenta (PCdoB-BA) que já declarou sua ida ao PSD.

Reprovado – A pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira mostra que a avaliação da administração do prefeito de São Paulo caiu de 37% para 29% entre os que consideram sua administração ótima ou boa. Os que consideram a atuação do prefeito regular de 30% para 27% e os que consideram ruim ou péssima saiu de 31%, de acordo com o levantamento de novembro de 2010, para 43% nesta pesquisa mais recente. Sendo que essa é a avaliação mais baixa desde 2006, quando assumiu o cargo.

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