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Hackers atacam empresas que romperam relações com Wikileaks

por Redação Carta Capital — publicado 08/12/2010 12h51, última modificação 08/12/2010 14h32
Os sites da MasterCard, que cancelou doações ao portal de Julian Assange por meio de seus cartões, e do banco Post Finance, ficaram inacessíveis nesta quarta-feira 8

Os sites da MasterCard, que cancelou doações ao portal de Julian Assange por meio de seus cartões, e do banco Post Finance, ficaram inacessíveis nesta quarta-feira 8

O site da Master Card, que havia suspendido o uso de seus cartões de crédito para doações ao Wikileaks, foi atacado por um grupo de hackers nesta quarta-feira 8. O ato foi uma represália a tentativa de sufocar financeiramente o australiano Julian Assange, fundador do portal que vazou cerca de 250 mil documentos sigilosos da diplomacia americana.

Conheça o blog especial de CartaCapital sobre o caso WikiLeaks (por Natalia Viana)

Um grupo de hackers autodenominado Anon_Operation afirmou, por meio do Twitter, que “o www.mastercard.com está derrubado”. Os hackers também alegam estar defendendo a liberdade na internet. CartaCapital tentou acessar o portal da gigante de cartões de crédito às 14 horas, sem sucesso.

A MasterCard informou que os ataques virtuais não comprometem as transações de seus clientes com os cartões da bandeira.

Outro alvo de ataques na internet é o banco suíço PostFinance, que fechou na segunda-feira 6 uma conta bancária de Julian Assange.

Nesta terça-feira 7, Assange entregou-se às autoridades britânicas por uma acusação de crime sexual na Suécia e teve seu pedido de fiança negado. A acusação é baseada em uma lei sobre relações sexuais sem preservativo ()

A advogada que representa as duas jovens que acusam o fundador do Wikileaks, revelou que seu site e e-mail também estariam sendo atacados por hackers.

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