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Política

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Gurgel é mantido na Procuradoria Geral da República

por Redação Carta Capital — publicado 05/07/2011 18h19, última modificação 05/07/2011 18h22
Após polêmicas, entre elas a falta de vontade em apurar o enriquecimento do ex-ministro Antonio Palocci, procurador deve ser reconduzido ao cargo até quinta-feira 7

O esforço de Roberto Gurgel deu resultado. Após o parecer favorável à não extradição do terrorista Cesare Battisti e a falta de vontade em apurar o enriquecimento supersônico do ex-ministro Antonio Palocci, Gurgel será mantido no comando da Procuradoria Geral da República. A decisão da presidenta Dilma Rousseff deve ser publicada amanhã ou, no máximo, na quinta-feira. Ele está na chefia da PGR desde 2009 e seu mandato atual vence em 22 de julho.

Gurgel foi o mais votado na consulta feita pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), com os subprocuradores Rodrigo Janot Monteiro de Barros e Ela Wiecko Volkmer de Castilo aparecendo em seguida. A lista tríplice é encaminhada à presidência da República, que não é obrigada a escolher o mais votado. Nos dois mandatos de Lula, a nomeação deu-se, porém, desta forma. Após a publicação no Diário Oficial, o nome de Gurgel terá de ser aprovado pela maioria absoluta dos senadores, o que deve ocorrer sem maiores problemas.

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