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DEM promete cobrar na Justiça saída de Kassab

por Redação Carta Capital — publicado 27/01/2011 15h38, última modificação 02/02/2011 12h33
Boatos sobre a migração do prefeito de São Paulo para o PMDB já foram rebatidos pelos líderes do partido, que pretende usar a resolução de fidelidade partidária para exigir perda de mandato
DEM promete cobrar na Justiça saída de Kassab

Boatos sobre a migração do prefeito de São Paulo para o PMDB já foram rebatidos pelos líderes do partido, que pretende usar a resolução de fidelidade partidária para exigir perda de mandato. Foto: Divulgação

A possível saída do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do DEM fez o partido reagir e ameaçar uma "guerra jurídica" para tomar o mandato na capital paulista. A querela envolve o boato de que Kassab está de malas prontas para deixar os Democratas e filiar-se ao PMDB.

Em matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo desta quinta-feira 27, um líder não identificado do partido atual do prefeito afirma que o DEM "não vai assistir à saída injustificada da agremiação de forma impune". A saída seria exigir o mandato da Prefeitura de São Paulo com base na resolução do TSE de 2008 que regula a fidelidade partidária.

A determinação do TSE permite aos partidos reivindicarem a perda de mandato por seus quadros caso deixem a legenda. No caso de mandato Executivo, a sucessão é definida pela Justiça Eleitoral.
A possível saída do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do DEM fez o

partido reagir e ameaçar uma "guerra jurídica" para tomar o mandato na

capital paulista. A querela envolve o boato de que Kassab está de malas

prontas para deixar os Democratas e filiar-se ao PMDB.

Em matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo desta quinta-feira

27, um líder não identificado do partido atual do prefeito afirma que o

DEM "não vai assistir à saída injustificada da agremiação de forma

impune". A saída seria exigir o mandato da Prefeitura de São Paulo com

base na resolução do TSE de 2008 que regula a fidelidade partidária.

A determinação do TSE permite aos partidos reivindicarem a perda de mandato por seus quadros caso deixem a legenda. No caso de mandato Executivo, a sucessão é definida pela Justiça Eleitoral.

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