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Suécia recorre a direito de fiança de Julian Assange

por Redação Carta Capital — publicado 14/12/2010 13h41, última modificação 06/06/2015 18h17
A justiça inglesa havia garantido que o fundador do WikiLeaks poderia aguardar em liberdade a decisão sobre extradição para a Suécia, com o pagamento de 200 mil libras

A justiça inglesa havia garantido mais cedo que o fundador do WikiLeaks poderia aguardar em liberdade a decisão sobre extradição para a Suécia, com o pagamento de 200 mil libras

A Promotoria da Suécia decidiu que irá recorrer da sentença da justiça inglesa que garantiu direito de fiança ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, nesta terça-feira 14. Assange iria poder aguardar em liberdade vigiada a decisão da Justiça britânica sobre sua extradição para a Suécia, no entanto, agora, Assange ficará em custódia do Reino Unido até que a apelação seja apresentada, em um prazo máximo de 48 horas. Preso desde o dia 7 de dezembro, Assange responde a acusações de crime sexual na Suécia - sexo sem preservativo seria um dos "delitos".

Blog CartaCapital-WikiLeaks, por Natalia Viana

Nesta terça-feira, foi julgado em Londres o direito de Assange aguardar a decisão de extradição em liberdade. O fundador do WikiLeaks poderá deixar a detenção sob o pagamento de 200 mil libras (cerca de 530 mil reais, pela cotação atual), mas isso só deve acontecer após, no mínimo, 48 horas, tempo em que a promotoria poderá recorrer.

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