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Política

Nova agremiação

Com futuro incerto, PPS se une ao PMN

por Redação Carta Capital — publicado 17/04/2013 13h28, última modificação 17/04/2013 13h28
O novo partido terá como nome Mobilização Democrática (MD) e deve servir como linha auxiliar do PSDB na oposição
PPS + PMN

O congresso do PPS aprova a fusão com o PMN. Foto: PPS/Divulgação

No momento em que o Planalto batalha pela aprovação, no Congresso, de um projeto para vetar o acesso ao fundo partidário e o tempo de televisão de novas legendas e fusões, o PPS, herdeiro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), oficializou nesta quarta-feira 17 a sua união com o PMN, sigla que tem em seus quadros a deputada Jaqueline Roriz e seu pai, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

O novo partido terá como nome Mobilização Democrática (MD) e deve servir como linha auxiliar do PSDB, o centro da oposição. Nasce com 13 deputados federais, 58 estaduais, 147 prefeitos, 2.527 vereadores e 683.420 filiados, de acordo com uma nota oficial publicada pela manhã.

Com futuro incerto diante do projeto de lei sobre novos partidos, o MD estreou com críticas ao que o deputado Roberto Freire chamou de “casuísmo e o golpismo” do governo sobre a questão.

A fusão foi definida durante o Congresso Extraordinário do PPS.

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