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Política

Pesquisa CNT / MDA

Avaliação positiva do governo Dilma tem leve piora, diz pesquisa

por Redação — publicado 18/02/2014 12h26, última modificação 18/02/2014 12h27
Segundo levantamento da CNT, 36,4% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom contra 39% em novembro
Wilson Dias/ABr
55% aprovam o desempenho pessoal de Dilma

55% aprovam o desempenho pessoal de Dilma Rousseff

A avaliação do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) apresentou uma leve piora neste mês de fevereiro, mostra uma pesquisa encomendada pela Conferência Nacional de Transportes (CNT). De acordo com o levantamento, a avaliação do governo é positiva para 36,4% dos entrevistados, contra 24,8% de avaliação negativa. Para 37,9%, o governo teve desempenho regular.

A avaliação positiva apresentou uma leve queda em relação ao mês de novembro, quando 39% dos entrevistados consideravam o governo ótimo ou bom. Há três meses, 22,7% achavam o governo ruim ou péssimo e 37,7%, regular. Essa é a primeira piora desde o início da recuperação da avaliação do governo em setembro e novembro.

Em julho, após a jornada de protestos do mês anterior, a avaliação positiva da petista atingiu seu patamar mais baixo: 31,3% ante os 54,2% de junho. Em setembro, houve um aumento para 38,1%, alcançando os 39% em novembro.

Em relação ao desempenho pessoal da presidenta, 55% dos entrevistados aprovam Dilma à frente do governo, enquanto 41% desaprovam. Em novembro, 58,8% aprovavam o desempenho de Dilma, ante à desaprovação de 38,9%.

Expectativa A pesquisa da CNT também questionou os entrevistados sobre as expectativas para os próximos seis meses. Em relação ao emprego, educação e à renda mensal, a visão positiva em relação ao futuro é maior que a negativa. Para 36,7%, a situação de emprego no país vai melhorar, para 40,7% vai ficar igual e para 20,7% vai piorar.

Em relação à renda mensal, 32,2% acreditam que vai haver um aumento, 53,5% acham que vai ficar igual e 12,2% afirmam que vai diminuir. Quanto à situação da educação, 33,3% acreditam que vai melhorar, 44% opinaram que ficará igual e 21,2% disseram que vai piorar.

Questionados sobre segurança pública e saúde, os entrevistados apresentaram uma expectativa negativa superior à positiva. Em relação à segurança pública 27% acreditam que vai melhorar, 37,8% acham que vai ficar igual e 33,7% afirmam que vai haver uma piora. Sobre a situação da saúde, 26,5% acreditam que vai piorar, 41,1% preveem que vai ficar igual e 30,8% creem que vai piorar.

A pesquisa CNT / MDA realizou 2.002 entrevistas com eleitores de 137 municípios de 24 estados brasileiros, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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