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Amapá: da prisão direto para a campanha

por Redação Carta Capital — publicado 21/09/2010 11h02, última modificação 21/09/2010 12h32
O governador do estado, Pedro Paulo Dias (PP), preso na operação Mãos Limpas da Polícia Federal, deixa a cela e volta para Macapá

O governador do estado, Pedro Paulo Dias (PP), preso na operação Mãos Limpas da Polícia Federal, deixa a cela e volta para Macapá

A Operação Mãos Limpas da Polícia Federal manteve o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), longe da própria campanha à reeleição por 10 dias. O contratempo que tirou Dias da disputa - sua prisão - durou até ontem, quando retornou à capital Macapá em grande estilo, recebido por 5 mil pessoas e subindo em carro aberto para retomar a campanha.

Reportagem publicada nesta terça-feira 21 pela Folha de S.Paulo narra o retorno às ruas do governador, acusado de desviar mais de 300 milhões de reais dos cofres públicos do Amapá. Junto dele, saiu da prisão o ex-governador Waldez Góes (PDT), candidato ao Senado na mesma chapa.

Durante a prisão, o governador Dias caiu para o quarto lugar nas pesquisas - ocupava a terceira posição antes de ir para trás das grades. Saiu de 19% das intenções de voto para 11%, na pesquisa Ibope. Waldez Góes deixou a liderança da corrida pelo Senado e, agora, fica em quarto lugar.

(13/09)

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