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Diplomacia

Um cônsul acusado de assédio moral

por Redação Carta Capital — publicado 05/04/2013 11h07, última modificação 05/04/2013 11h07
O cônsul-geral do Brasil em Sydney, Américo Dyott Fontenelle, é acusado de intimidar e humilhar subordinados. A Comissão de Ética do Itamaraty decidirá se abre uma sindicância contra o diplomata
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Foto: Malcom Taylor/ Getty Images/ AFP

A Comissão de Ética do Itamaraty decidirá, até o fim do mês, se abre uma sindicância contra o cônsul-geral do Brasil em Sydney, Américo Dyott Fontenelle, para investigar a prática de assédio moral.

Após encaminhar várias denúncias, oito funcionários do consulado apresentaram um abaixo-assinado no qual pedem um processo disciplinar contra ele e o cônsul-adjunto, Cesar de Paula Cidade.

Ambos são acusados de intimidar, humilhar e agredir subordinados verbalmente. Enviado à Austrália em fevereiro, o embaixador do Brasil no Kuwait, Roberto Abdalla, preparou um relatório sigiloso sobre o caso. Fontenelle já havia sido investigado por assédio moral em 2007, quando atuava no Canadá, mas o processo foi arquivado. O Itamaraty nunca puniu um funcionário por assédio moral.

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