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Coreia x Coreia

Presidente sul-coreano pede calma após morte de Kim Jong-Il

por AFP — publicado 19/12/2011 07h37, última modificação 20/12/2011 15h38
O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-Bak, pediu a seus cidadãos que mantenham a calma após o impacto provocado pelo anúncio da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-Il
kim jong-il bandeira afp

Com a morte de Kim Jong-Il, Seul entrou em estado de alerta, aumentou a vigilância na fronteira e pediu aos EUA que reforcem a vigilância. Foto: AFP

SEUL (AFP) - O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-Bak, pediu a seus cidadãos que mantenham a calma após o impacto provocado pelo anúncio da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-Il.

"O presidente Lee pede à população que compareça a suas habituais atividades econômicas sem alvoroços", afirmou uma alto representante da presidência.

Lee conversou por telefone com o presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e concordaram em reforçar a cooperação em termos de segurança.

"O presidente (Obama) reafirmou o forte compromisso em favor da estabilidade da Península Coreana e da segurança de nosso aliado, a República da Coreia", afirma um comunicado da Casa Branca.

"Os dois líderes concordaram em permanecer em contato estreito contato para acompanhar o desenvolvimento dos acontecimentos. Decidiram ordenar a suas equipes de segurança nacional que continuem em estreita coordenação", compelta a nota.

Seul entrou em estado de alerta, aumentou a vigilância na fronteira e pediu aos Estados Unidos, que mantêm 28.500 soldados em seu território, que reforcem a vigilância com satélites e aviões, informou um porta-voz do Estado-Maior do Exército sul-coreano.

O presidente Lee também convocou o Conselho de Segurança Nacional para uma reunião de emergência.

Coreia do Sul e Coreia do Norte continuam tecnicamente em guerra desde o conflito de três anos entre os dois países, que acabou com um armistício em 1953.

A tensão entre os dois países aumentou desde que a Coreia do Norte bombardeou um navio de guerra sul-coreano em março de 2010, provocando a morte de 46 militares. Pyongyang negou envolvimento no episódio, mas em novembro de 2010 bombardeou uma ilha do Sul e matou outras quatro pessoas.

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