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Ano Novo

O mundo celebra a chegada de 2013

por AFP — publicado 01/01/2013 09h45, última modificação 01/01/2013 09h45
Na Índia, o governo cancelou as festas em consequência da comoção provocada pela morte da estudante vítima de estupro coletivo
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No Rio de Janeiro, o reveillon foi celebrado na praia de Copacabana com shows e fogos de artifício. Foto: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro

O mundo celebrou nas últimas horas a chegada do ano de 2013 com fogos de artifício e muitas festas, de Sydney (Austrália) a Nova York, passando pelas principais cidades da Europa e o Brasil.

No Rio de Janeiro, o reveillon foi celebrado na praia de Copacabana com shows e fogos de artifício.

A contagem regressiva de 10 segundos para o fim de 2012 foi acompanhada com entusiasmo pela multidão, que segundo as autoridades deveria alcançar 2,3 milhões de pessoas, entre moradores e turistas.

No total, 24 toneladas de fogos de artifício foram utilizadas em espetáculo de 16 minutos.

As explosões foram comandadas por computador de um dos hotéis situados na orla.

Em Nova York, um milhão de pessoas se reuniram em Times Square para acompanhar a tradicional queda da bola de cristal gigante que marca a passagem do ano.

A primeira grande cidade do mundo a comemorar a chegada de 2013 foi Sydney, com mais de 1,5 milhão de pessoas nas ruas para um espetáculo de fogos de artifício.

Na Europa, as celebrações começaram em Moscou e terminaram em Londres, quando o Big Ben marcou meia-noite com 12 badaladas. Outras capitais do continente também festejaram o Ano Novo, de Estocolomo a Lisboa passando por Madri.

A maior festa na Europa aconteceu em Berlim, onde mais de um milhão de pessoas compareceram ao Portão de Brandeburgo para para dar as boas-vindas a 2013.

Em Paris, sem fogos de artifício, milhares de pessoas acompanharam a passagem do ano nas ruas.

Apesar das festas, a Europa ainda sofre com a crise econômica e espera notícias melhores nos próximos meses.

Em alguns países, as festas foram canceladas, como na Venezuela, onde o grave estado de saúde do presidente Hugo Chávez, hospitalizado em Cuba, deixou o país em um clima de suspense.

Na Síria, também não houve comemoração. A violência de 21 meses de revolta contra o governo de Bashar al-Assad provocou 45.000 mortes e todas as tentativas de mediação do conflito fracassaram até o momento.

Na Índia, o governo cancelou todas as festas de Ano Novo em consequência da comoção provocada pela morte de uma estudante de 23 anos, vítima de estupro coletivo, o exemplo mais recente da violência contra as mulheres no país.

 

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