Você está aqui: Página Inicial / Internacional / Morte de Bin Laden eleva a confiança nas bolsas dos Estados Unidos

Internacional

Economia

Morte de Bin Laden eleva a confiança nas bolsas dos Estados Unidos

por Brasil Econômico — publicado 02/05/2011 09h48, última modificação 02/05/2011 17h31
O anúncio da morte do líder da Al Qaeda aumenta a confiança dos investidores no mercado americano e eleva a possibilidade de reeleição de Obama. Do jornal Brasil Econômico

Micheli Rueda, do Brasil Econômico

O anúncio da morte do terrorista líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, aumenta a confiança dos investidores no mercado americano e eleva a possibilidade de reeleição de Barack Obama.

A avaliação de Salomão Santos, diretor de operações da iCash Investimentos, aponta ainda que a confiança do próprio cidadão deve melhorar.

Todo esse cenário de melhora ganha amparo nos recentes indicadores econômicos, cujos resultados têm mostrado retomada da economia americana.

Bin Laden foi morto no domingo (1/5) em uma operação liderada por forças americanas no Paquistão, conforme pronunciamento do presidente Barack Obama na Casa Branca

O líder da Al Qaeda era apontado como o mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington.

Há pouco, o índice Standard & Poor's 500 subia 0,44%, para 1.369,55 pontos. O índice Nasdaq, termômetro de tecnologia, avançava 0,40%, para 2.884,97 pontos. Já a referência da Bolsa de Nova York, o Dow Jones, apreciava 0,45%, aos 12.868,63 pontos.

Segundo Santos, a valorização dos índices é contida pela expectativa cautelosa em relação ao relatório geral de emprego (Payroll), que será publicado na sexta-feira 6.

Quanto ao petróleo, as cotações no mercado internacional já apresentavam estabilidade, após a forte queda pela manhã com perspectivas favoráveis de menor risco de falta de abastecimento.

O contrato de petróleo com vencimento em junho recuava 0,26% em Londres, para a faixa de 125 dólares o barril. Na Bolsa de Nova York, no entanto, a cotação subia 0,34%, a 114,32 dólares o barril.

"A cotação do petróleo não deve cair muito, tendo em vista a recuperação da economia dos Estados Unidos, o maior consumidor da commodity no mundo. Ficará nesse patamar, acima dos 100 dólares", afirmou Santos.

registrado em: