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Manifestantes protestam em Benghazi contra proposta de cessar-fogo da União Africana

por Agência Brasil publicado 11/04/2011 08h35, última modificação 11/04/2011 11h54
Para a oposição, quaisquer negociações para resolver a crise líbia depende de o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, abandonar o poder

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A cidade de Benghazi, no Leste da Líbia, foi tomada nesta segunda-feira 11 por uma manifestação que reuniu cerca de 600 pessoas. O protesto é uma resposta à proposta de cessar-fogo feita pela União Africana. Para a oposição, quaisquer negociações para resolver a crise líbia depende de o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, abandonar o poder.

As cerca de 600 pessoas se concentraram na porta do Hotel Tibesty, no centro de Benghazi, cidade que se transformou no bastião da oposição líbia. É nesse hotel que hoje deverá ocorrer uma reunião da delegação da União Africana com os líderes da oposição.

O plano da União Africana determina um cessar-fogo imediato, a abertura de canais para a ajuda humanitária e o início de conversações diretas entre rebeldes e o governo de Khadafi. A proposta definida pelos africanos não contempla a saída das tropas fiéis a Khadafi das cidades – uma das principais exigências do Conselho de Transição líbio.

Para a oposição, a principal exigência é a saída imediata da Líbia de Khadafi e de todos os seus filhos. No domingo, a delegação da União Africana se reuniu com Khadafi.

A delegação da União Africana reúne os presidentes da África do Sul, Jacob Zuma; de Mali, Amadou Toumani Touré; da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz; do Congo, Denis Sassou Nguesso, e o ministro das Relações Exteriores de Uganda, Henry Oryem Okello.

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