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Mais inquietação na África

por Redação Carta Capital — publicado 23/03/2012 14h16, última modificação 23/03/2012 14h16
Rebelião militar toma prédios do governo antes da eleição presidencial. Golpistas prometem devolver o poder após contenção de separatistas separatista do norte do país seja contida

Uma rebelião militar no Mali tomou os prédios do governo semanas antes da eleição
do sucessor do presidente Amadou Toumani Toure, eleito em 2002 e reeleito em 2007
em pleitos geralmente considerados livres e limpos.

O chanceler do Quênia e outras autoridades estrangeiras ficaram retidos no país com
o fechamento das fronteiras e aeroporto pelo golpe, condenado pela União Africana, União Europeia, Organização da Conferência Islâmica e vários países, inclusive África do Sul, Nigéria, França e EUA.

Uma rebelião de separatistas tuaregues do norte, iniciada em 17 de janeiro, deixou centenas de mortos e quase 200 mil refugiados. Os capitães golpistas, que se queixam de falta de armas e recursos, alegam que o governo civil é incapaz de enfrentar a guerra e prometem devolver o poder “quando o país estiver reunificado e sua integridade não estiver ameaçada”.

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