Você está aqui: Página Inicial / Internacional / Nicolás Maduro viaja ao Brasil para reforçar cooperação

Internacional

América Latina

Nicolás Maduro viaja ao Brasil para reforçar cooperação

por AFP — publicado 07/05/2013 10h15, última modificação 07/05/2013 10h27
Esta será a primeira viagem internacional do presidente venezuelano, que tomou posse em 19 de abril
Juan Barreto/AFP
maduro.jpg

Presidente venezuelano Nicolás Maduro e o ministro de Minas e Energia, Rafael Ramírez

CARACAS, Venezuela (AFP) - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, viaja para o Brasil, Uruguai e Argentina nesta semana para reforçar a cooperação com os três países associados à Venezuela no Mercosul, em meio à crise gerada por sua vitória nas eleições 14 de abril por pequena margem de votos.

"Vamos saindo para uma reunião amanhã com o presidente (uruguaio, José) Mujica, na quarta-feira com a presidenta (argentina) Cristina (Kirchner), e na manhã de quinta com a presidenta Dilma (Rousseff)", disse Maduro durante um encontro com moradores de um bairro do leste de Caracas.

No domingo, Maduro revelou que este "giro pelo Mercosul é para ratificar o caminho da integração profunda com Uruguai, Argentina e Brasil, para seguir completando a equação perfeita de integração energética, econômica e financeira".

Esta será a primeira viagem internacional de Maduro, que tomou posse no dia 19 de abril como presidente constitucional da Venezuela após eleições extraordinárias devido à morte de Hugo Chávez.

Maduro venceu o líder opositor, Henrique Capriles, por uma diferença de cerca de 240 mil votos, em uma votação marcada por denúncias de fraude.

A oposição impugnou na quinta-feira passada os resultados da eleição junto ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), alegando "subornos, violência e fraudes" em todo o processo.

A entrada da Venezuela no Mercosul como membro pleno do bloco ocorreu em 29 de junho passado, na cidade argentina de Mendoza, por decisão dos governos de Brasil, Argentina e Uruguai, após a suspensão do Paraguai, no mesmo dia, devido ao 'impeachment' relâmpago do então presidente, Fernando Lugo.

Leia mais em AFP Movel.

registrado em: , ,