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Comissão de Direitos Humanos do México promete a aumentar atenção a crimes contra jornalistas

por Por Ingrid Bachmann, do Knight Center — publicado 06/01/2011 11h07, última modificação 06/01/2011 11h07
Segundo relatório da CNDH, a última década registrou 608 queixas de atentados contra jornalistas, além de 66 homicídio de comunicadores e 12 desaparecidos

Segundo relatório da CNDH, a última década registrou 608 queixas de atentados contra jornalistas, além de 66 homicídio de comunicadores e 12 desaparecidos

O presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) do México, Raul Plascencia, assegurou que é urgente que se dê atenção prioritária este ano aos assassinatos, desaparecimentos e sequestros de jornalistas, segundo reportagem do jornal Milenio.com.

Junto com o alerta sobre o crescente número de crimes contra repórteres e ativistas, o jornal mexicano assegurou que dará maior impulso na atenção a esse problema e reforçará o Programa de Desagravo a Jornalistas e Defensores Civis de Direitos Humanos, informaram o Europa Press, agência de notícias da Espanha, e o jornal mexicano Diário de Querétaro.

A violência ligada ao crime organizado deixou sua marca na imprensa mexicana e a maioria de seus crimes seguem impunes. Segundo um relatório da CNDH, citado pelo jornal El Dario de Juarez, a última década registrou 608 queixas de atentados contra jornalistas, além de 66 homicídios de comunicadores e 12 desaparecidos. Os principais agressores são de diferentes corporações policiais, acrescenta a nota.

Para mais detalhes sobre a violência recente contra jornalistas no México, veja este mapa do Centro Knight.

As zonas de fronteira são o epicentro da violência e, por exemplo, os prefeitos do Estado de Tamaulipas destacaram que o trabalho de jornalista é uma das profissões de maior risco da atualidade.

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