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Terror

Atentado na embaixada da França na Líbia deixa 2 feridos

por Redação — publicado 23/04/2013 11h55, última modificação 23/04/2013 12h15
O atentado, de autoria ainda desconhecida, foi realizado com uma bomba escondida em um carro
Atentado

Forças de segurança líbias e civis observam veículo destruído após atentado em Trípoli.©afp.com / Mahmud Turkia

Um atentado com carro-bomba contra a embaixada da França em Trípoli, na Líbia, deixou dois guardas franceses feridos – um deles em estado grave – e provocou grandes danos materiais, segundo uma fonte da segurança líbia. O governo líbio acusou grupos terroristas pelo ataque. O presidente da França, François Hollande, disse que o governo francês espera que a Líbia esclareça o caso.

O edifício-sede da chancelaria francesa, instalado em uma residência de dois andares situada em uma esquina do bairro residencial de Gargaresh, ficou seriamente danificado e parte do muro que o cerca foi destruído. Além disso, dois automóveis estacionados em frente à embaixada foram incendiados.

A explosão ocorreu às 7 horas locais (2h de Brasília). ”Foi ouvida uma forte detonação às 07 horas. Foi um erro muito grave instalar a embaixada em nosso bairro”, disse um dos vizinhos do local.

O presidente francês determinou que o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, vá à Líbia para avaliar a situação e adotar as medidas necessárias para repatriar os dois seguranças feridos. Em comunicado, Fabius disse que em parceria com as autoridades líbias será feito um esforço para esclarecer as circunstâncias do ataque classificado por ele como “odioso”.

O governo do Brasil condenou o ataque à Embaixada francesa, em Trípoli, na Líbia. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, diz repudiar o ato e lembra que as representações diplomáticas são invioláveis. “O Brasil repudia veementemente o ataque e insta seus responsáveis ao diálogo pacífico, respeitando o princípio da inviolabilidade das representações diplomáticas e consulares”, diz o texto.

Com informações da AFP e da Agência Brasil

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