Você está aqui: Página Inicial / Economia / Mercado eleva projeção para PIB e reduz Selic e inflação

Economia

Focus

Mercado eleva projeção para PIB e reduz Selic e inflação

por Brasil Econômico — publicado 23/08/2010 10h09, última modificação 23/08/2010 10h11
As instituições financeiras reduziram o prognóstico para a inflação e para a Selic, e elevaram a expectativa para o PIB em 2010, segundo o boletim Focus divulgado hoje pelo Banco Central

Por Micheli Rueda*

As instituições financeiras reduziram o prognóstico para a inflação e para a Selic, mas elevaram a expectativa para o PIB em 2010, segundo o relatório Focus divulgado hoje (23) pelo Banco Central (BC).

Os agentes de mercado consultados estimam que o Índice Nacional de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre 2010 a 5,10%, ante 5,19% na semana passada.

Há quatro semanas, a projeção era de 5,35%. Para o ano que vem, as instituições elevaram a estimativa de 4,80% para 4,86%.

No sentido oposto, a projeção para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) foi elevada, pela terceira semana consecutiva.

A estimativa aponta que o IGP-M fechará este ano em 8,56%. Na semana passada, a meta era de 8,51%, e há um mês, 8,57%. A aposta para 2011 foi mantida em 5,00%.

Para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), a previsão para 2010 subiu para 8,50%, frente a 8,46% na semana anterior.

Há quatro semanas, a estimativa era de 8,36%. A expectativa para 2011 foi mantida em 5,00%.

PIB - As instituições consultadas pelo BC aumentaram a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) doméstico de 2010, a 7,10%, contra 7,09% há uma semana.

As projeções para 2011 apontam para um crescimento de 4,50%.

Selic - O mercado reduziu a previsão para a taxa básica de juros do país (Selic) em 2010 a 10,75% ao ano, face a 11,00% há uma semana.

Para 2011, a taxa ficou inalterada em 11,50%. Há um mês, a previsão era de 11,75%.

Câmbio - De acordo com o boletim Focus, a projeção para a taxa de câmbio segue em R$ 1,80 ao fim deste ano.

Em relação ao ano que vem, os agentes de mercado estimam que a taxa fique em R$ 1,85.
*Matéria originalmente publicada no Brasil Econômico