Você está aqui: Página Inicial / Economia / E-COMMERCE

Economia

Publieditorial

E-COMMERCE

por Publicidade — publicado 30/09/2016 11h30, última modificação 11/10/2016 14h26
Como a crise político-econômica no Brasil gerou oportunidades para o e-commerce
E-COMMERCE

Como a crise político-econômica no Brasil gerou oportunidades para o e-commerce

INTRODUÇÃO
• Apesar da crise econômica, existem setores que estão em alta e um deles é o e-commerce. Segundo o E-Bit, o varejo online brasileiro deve faturar neste ano 43 bilhões de reais.

• O e-commerce está em ascensão em todo o mundo. No Brasil não tem sido diferente. É cada vez maior o número de consumidores com acesso à internet por desktops ou dispositivos móveis.

• Um dos principais motivos para o crescimento do varejo online durante a crise é a criatividade dos empreendedores brasileiros.

• Os empresários conseguem encontrar saídas e estratégias que atingem o consumidor, o que resulta no aumento das vendas.


• Isso pode pode acontecer em diversas etapas da operação de e-commerce, em campanhas publicitárias ou ferramentas que permitem reduzir o valor final da compra. Um bom exemplo é a possibilidade de comprar com cupom de desconto Americanas no site Picodi.com. Para varejistas grandes, é uma tendência nova que começou neste ano.

66 MILHÕES DE CONSUMIDORES
52 BILHÕES DE REAIS DE FATURAMENTO
298 REAIS É O VALOR DO TICKET MÉDIO


ECOMMERCE EM NÚMEROS
A evolução do Ecommerce nos últimos 10 anos.
A evolução do Ecommerce nos últimos 10 anos.

 

VANTAGENS
•Com o orçamento limitado o consumidor naturalmente pesquisa muito mais antes de realizar uma compra. E dessa forma o comércio eletrônico é muito vantajoso, pois oferece diversas possibilidades para reduzir os gastos, como comparar de compra, usar cupons de desconto e acessar aplicativos colaborativos.

• Os sites de comparação permitem rastrear os melhores preços nas melhores lojas rapidamente. Os compradores utilizam essa modalidade para filtrar e comparar os produtos com base no preço e outros critérios. A maioria dos sites de comparação mostra uma lista de produtos agregados de muitos varejistas diferentes, mas não vendem diretamente os próprios produtos.


• Os cupons de desconto são uma maneira ápil e prática de compra e tem conquistado o cliente ao finalizar a venda. Um bom case de sucesso é a Picodi, presente em 32 países e se tornou referência mundial nessa modalidade.

• Já os aplicativos colaborativos utilizam informações de usuários para localizar produtos mais baratos e tem a função de fazer com que usuários interajam entre si ao trocarem informações sobre qual loja oferece o produto com o melhor preço. Fazem parte dessa atualidade o Uber, Airbnb, Blablacar e Boa Lista.

Em 2016, a expectativa do setor é crescer 8%, enquanto o PIB brasileiro deve recuar 3,35% de acordo com estimativas do mercado
Dado da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico

SOBRE O ECOMMERCE
Nem mesmo a crise econômica diminui o ímpeto do e-commerce brasileiro.

20% das vendas são feitas por meio de MarketPlaces
39% dos fretes são gratuitos
73% dos sites de ecommerce possuem certificado de segurança
45% das plataformas são fechadas
58,8% dos sites não possuem serviços de pagamento
30% do acesso é via mobile
14% das vendas corresponde ao setor de moda, líder em vendas.