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Economia

Criação de empregos formais em 2010 bate recorde, diz Lupi

por Brasil Econômico — publicado 11/05/2011 19h14, última modificação 11/05/2011 19h16
Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil registrou 2,8 milhões de novos empregos em 2010

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil registrou 2,8 milhões de novos empregos em 2010.

A criação de empregos corresponde a uma alta de 6,9% em relação a 2009. O número de trabalhadores formais no país chega a 44 milhões.

"O número de empregos nos três principais setores da economia cresceu acima do Produto Interno Bruto (PIB). Entre os 22 subsetores da economia, 18 apresentaram crescimento. A maior riqueza do Brasil é o emprego. O salário do brasileiro é o que garante o crescimento do nosso país", comentou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Com o bom desempenho do mercado de trabalho, o número de trabalhadores com vínculos formais ativos chegou a 44,068 milhões. Se forem computados os inativos, esse montante atinge 66,747 milhões.

A média anual de geração de empregos foi de 1,923 milhão de vagas, aumento de 5,51% ao ano. Do total de postos de trabalho formais criados em 2010, 2,590 milhões foram com carteira de trabalho assinada, e 270,4 mil vínculos empregatícios estatutários (servidores públicos).

Salário
Em 2010, o rendimento médio dos trabalhadores formais apresentou um aumento real de 2,57%, ao passar de R$ 1.698,35 em dezembro de 2009 para R$ 1.742,00 em dezembro de 2010.

Entre os setores, o de Serviços registrou o maior número de contratação, com 1,109 milhão de novos postos. Em seguida, vem o Comércio, com 689,3 mil empregos, a Indústria de Transformação, com 524,6 mil, e a Construção Civil, com 376,6 mil postos.