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AMR, dona da American Airlines pede concordata

por Redação Carta Capital — publicado 29/11/2011 10h08, última modificação 06/06/2015 18h57
Companhia aérea continuará com as operações normalmente durante o processo que avaliará sua condição financeira
american airlines

A reorganização da AA permitirá que reduza de forma duradoura seus custos operacionais. Foto: AFP / Joel Robine

A companhia aérea American Airlines e sua casa matriz, o holding AMR, anunciaram nesta terça-feira 29 ter recorrido à lei de concordata nos Estados Unidos, mas que manterá suas operações normalmente, graças a uma disponibilidade de caixa de 4,1 bilhões de dólares em dinheiro. A AMR também é dona da aviação American Eagle, que opera nos Estados Unidos.

Em um comunicado, a companhia aérea - cujo presidente executivo renunciante Gerard Arpey será substituído por Thomas Horton - explicou que a reorganização que será realizada dentro da lei falências americana, quer permitirá a redução dos custos operacionais, principalmente na questão salarial.

A direção da American Airlines também confirmou que mantém todos os horários de voos, reembolsos e programa de fidelidade, e que pretende mantê-los durante todo o processo.

*Com informações da AFP

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