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Acordo tem impacto “insignificante” até 2012

por Brasil Econômico — publicado 03/08/2011 10h44, última modificação 03/08/2011 10h45
Aumento do limite da dívida dos EUA não alterou a perspectiva de curto prazo do departamento de economia de banco americano

A elevação do limite de endividamento dos Estados Unidos não alterou “dramaticamente” a perspectiva de curto prazo do departamento de economia do banco americano Wells Fargo.

A equipe chefiada por John Silvia continua projetando um crescimento econômico reduzido com uma razoável arrancada em algumas regiões do país no decorrer do segundo trimestre de 2012.

Os economistas reconhecem que a aprovação final do acordo ajuda a reduzir um pouco da incerteza e alivia a percepção negativa gerada pela recaída no mercado de trabalho e nos gastos dos consumidores.

Fora isso, contudo, "as iniciativas do governo terão um impacto insignificante em nossas perspectivas atuais até o final do ano que vem".

Mercados

O fato do acordo no Congresso americano ter passado quase despercebido nas bolsas em todo o mundo não surpreende os economistas do Wells Fargo.

"Os mercados financeiros estão olhando para frente. E olhando para frente, o acordo sobre a dívida não altera significativamente a perspectiva para os gastos federais e para o crescimento da economia", avaliam.

A instituição nota que os EUA ainda têm boa parte dos gastos relacionados com a expansão da economia, que tende a ajudar a custear esses dispêndios.

"As agências de risco estão cientes disso e um rebaixamento da nota de crédito permanece possível", completam os economistas.

*Matéria publicada originalmente no Brasil Econômico