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CartaCapital debate os impasses das UPPs

por Redação — publicado 12/11/2014 19h46, última modificação 12/11/2014 20h18
Seis anos após seu início, modelo enfrenta problemas e críticas crescentes e traz à tona dúvida sobre efetividade no combate ao crime e à violência nas grandes metrópoles
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Em 2008, as Unidades de Polícias Pacificadoras (UPPS) foram lançadas pelo governo do Rio de Janeiro. A nova abordagem dos problemas de violência nos morros cariocas, que inclui não apenas a repressão extemporânea, tornou-se um símbolo de sucesso e inovação. Seis anos depois e com quase 40 UPPs instaladas, o modelo tem enfrentado problemas e críticas crescentes. Seriam esses problemas transitórios, resultado da expansão acelerada do programa, ou frutos de um erro original de concepção? Quais caminhos as UPPs indicam para o combate ao crime e à violência nas metrópoles brasileiras?

Para refletir sobre estas questões, CartaCapital convida Vera Malaguti Batista, escritora e Secretária Geral do Instituto Carioca de Criminologia, e Jorge da Silva, Professor adjunto aposentado da Uerj, ex-chefe do Estado Maior Geral da PMERJ e ex-Secretário de Direitos Humanos/RJ, em mais um Diálogos Capitais nas Livrarias, no dia 17 de novembro, às 19h, na Livraria Cultura no Rio de Janeiro (r. Sen. Dantas 45 - RJ). As inscrições são gratuitas.