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Staub morde a maçã

por samanthamaia — publicado 07/02/2013 14h06, última modificação 07/02/2013 14h06
A Gradiente consegue no Inpi o registro da marca iPhone no Brasil e espera que a Apple negocie a permissão para utilizar o nome no mercado nacional

A gradiente, empresa brasileira fundada nos anos 1960 que já foi forte nas vendas de eletroeletrônicos, usou uma estratégia controversa para retornar ao mercado em 2012. Após estudos realizados pela equipe responsável pela sua reinserção nas prateleiras mostrarem que a lembrança de seu nome continuava viva na cabeça dos brasileiros, sua aposta no aquecido mercado de smartphones veio atrelada ao conceito de uma gigante concorrente, a norte americana Apple. A junção de internet com telefone deu origem ao Gradiente iPhone, marca registrada pela brasileira no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) em 2008.

O fato não impede que a Apple trabalhe com a marca iPhone no Brasil, mas permite que a Gradiente entre com um processo para reivindicar seu direito de exclusividade. A fabricante brasileira ainda não informou quais serão seus próximos passos, mas há muito tempo ela não tinha presença tão marcante na mídia. A companhia conquistou -manchetes no Brasil e espaço no noticiário internacional.

Foram as primeiras reportagens em muitos anos sem foco na delicada situa-ção financeira enfrentada desde 2006. Problemas causados pelo aumento do endividamento após a compra da Philco em 2005, num momento de investida agressiva de multinacionais no mercado brasileiro, entre outros motivos, fizeram as máquinas da Gradiente parar completamente em 2007. A partir daí, a empresa esteve envolvida em um extenso processo de negociação com fornecedores e investidores em busca de uma recuperação, até relançar seus produtos em 2012. Em seu site estão à venda tablets, tevês, aparelhos blu-ray, celulares, além da linha colorida Meu Primeiro Gradiente.

*Leia matéria completa na Edição 735 de CartaCapital, já nas bancas