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O futuro a nós pertence

por Redação Carta Capital — publicado 28/09/2012 12h16, última modificação 28/09/2012 12h16
Como eliminar as contradições que empanam o definitivo e real desenvolvimento
Brasil

Seremos 216 milhões de brasileiros diante de uam chance única de crescimento sustentado. Foto: Marcos Andras/Latin Stock

Por Ana Paula Sousa

Foi entre as montanhas de Petrópolis (RJ) que o austría­co Stefan Zweig (1881-1942) se matou. Foi também lá que, com laivos de otimismo, concebeu o livro que expressaria o carma nacional: Brasil, País do Futuro. O que teria levado o escritor a, pouco antes de suicidar-se, lançar um olhar assim esperançoso sobre o lugar onde se exilou? Contraditório, Zweig acabaria por espelhar, ele mesmo, outro de nossos carmas: Brasil, país das contradições.
Nação de imensas potencialidades econômicas e naturais – água à farta, recursos minerais a explorar e uma reserva de petróleo que os geólogos apostam ser a terceira do mundo –, o Brasil, a despeito dos avanços, caminha rumo ao futuro com um dos maiores índices de desigualdade do mundo, com cidades que cresceram de forma caótica e um sistema educacional falho. Vivemos, até hoje, a contradição entre crescimento e atraso, beleza geográfica e feiura urbana, grandeza e pequenez.
Para comemorar seus 18 anos, CartaCapital resolveu usar a própria efeméride para sondar, mais uma vez, as hipóteses para esse futuro que Zweig rascunhou como redentor. Que país teremos daqui a 18 anos? Em busca de respostas, ouviu os economistas Delfim Netto, Luiz Gonzaga Belluzzo e Carlos Lessa, o ministro Celso Amorim, o embaixador Rubens Ricupero e os pesquisadores Luiz Antonio Oliveira (IBGE) e Renato Meirelles (Data Popular).
*Leia matéria completa na Edição 717 de CartaCapital, já nas bancas